Dados confidenciais que você nunca deve compartilhar no WhatsApp

Análise dos riscos no compartilhamento de informações no WhatsApp Na era digital, o compartilhamento de conteúdo em plataformas de mensagens instantâneas como o WhatsApp é...

Análise dos riscos ao compartilhar informações no WhatsApp

Na era digital, o compartilhamento de conteúdo em plataformas de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, tornou-se normalizado. No entanto, esta prática acarreta riscos significativos, segundo estudos do Instituto Nacional de Cibersegurança (INCIBE). Os cibercriminosos aproveitam a exposição de dados pessoais para realizar fraudes, roubo de identidade ou ataques direcionados.

Tipos de informações críticas que devem ser protegidas

1. E-mail:Essa informação aparentemente inócua é usada por agentes mal-intencionados para enviar phishing ou malware. Um relatório da ESET revela que 68% dos ataques digitais começam com o roubo de endereços de e-mail.

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2. Localização geográfica: O compartilhamento de coordenadas ou endereços facilita o rastreamento físico e os padrões de mobilidade. A pesquisa mostra que 42% dos assaltos a residências são planejados com base em dados extraídos de redes sociais.

3. Documentação pessoal: Credenciais (INE, passaporte) ou recibos bancários são utilizados para fraudes financeiras. A CONDUSEF alerta que o México ocupa o segundo lugar na América Latina em crimes de falsificação de identidade com base nesses documentos.

Configurações de privacidade ideais no WhatsApp

A plataforma oferece quatro níveis de restrição para visibilidade do conteúdo: “Todos”, “Meus contatos”, “Meus contatos exceto…” e “Ninguém”. Os especialistas em segurança recomendam:

  • Limitar a exibição da última conexão e do status apenas para contatos verificados.
  • Revise periodicamente sua lista de contatos, pois números reciclados podem se tornar portais para estranhos.

Conclusões e recomendações

A análise dos padrões de crimes cibernéticos confirma que a superexposição no WhatsApp aumenta em 73% a probabilidade de sofrer ataques digitais. Prudência no compartilhamento e uso rigoroso das configurações de privacidade são essenciais para mitigar riscos.

Você achou esta pesquisa útil? Compartilhe-a em suas redes sociais para ajudar outras pessoas a proteger suas informações. Explore mais artigos sobre segurança digital em nossa seção especializada.

Liga MX retorna ao EA Sports FC27; contrato plurianual

O acordo plurianual inclui todos os 18 times de futebol mexicanos.

Retornar após cinco anos

Liga MX e EA Sports anunciaram o retorno da liga mexicana ao videogame EA Sports FC27. O acordo é plurianual, pelo que a espera de cinco anos está a chegar ao fim. A notícia confirma a participação de todas as 18 equipes do circuito principal, sendo o Atlante o clube mais recente a aderir.

“A Liga MX é o lar de alguns dos torcedores mais apaixonados, clubes icônicos e uma rica tradição que inspirou gerações de jogadores”, disse Jeff Sharma, vice-presidente da EA Sports FC.

O videogame estará disponível a partir de 25 de setembro para consoles e dispositivos. Esta edição incluirá novos modos de jogo que buscam atrair consumidores. Com este regresso, a liga mexicana recupera presença numa plataforma global de entretenimento.

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Volvo EX30: recall gratuito no México

Medida corretiva gratuita para bateria das unidades EX30 2024-2025.

A Volvo Car México informou que a medida corretiva já está disponível para as unidades modelo EX30 dos anos 2024 e 2025 incluídas em uma campanha de serviço.

O que a solução inclui?

A revisão do sistema de baterias e, se necessário, a substituição dos módulos sem custo para os clientes. Os proprietários podem agendar um horário exclusivamente através do Volvo Solutions Center (centrodesoluciones.mx), onde selecionam um revendedor autorizado e a data disponível.

Medida preventiva: Enquanto não for realizada a fiscalização, solicita-se manter a carga máxima em 70%. Uma vez concluída a intervenção, o veículo pode ser utilizado com carga total. O número de telefone 968 6586 está disponível para orientação.

Plano de fundo da chamada

Desde fevereiro, a Volvo emitiu o aviso de segurança R10363 para determinadas unidades EX30 nas versões de motor único com faixa estendida e motor duplo. O motivo: em alguns casos houve aumento de temperatura com carga elevada. Nenhum incidente foi registrado no México.

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Internet via satélite, a aposta para acabar com a exclusão digital no México

A geografia mexicana limita a implantação de fibra, mas os satélites de órbita baixa estão a emergir como uma alternativa.

Internet via satélite como solução para a exclusão digital no México

Montanhas, selvas e desertos fazem do México um dos países com orografia mais complexa da América Latina. Levar fibra ótica a comunidades isoladas implica um investimento difícil de recuperar com poucos utilizadores. Como resultado, um em cada cinco agregados familiares ainda não tem acesso à Internet ou recebe serviços de má qualidade.

Diante desse cenário, a internet via satélite de órbita baixa (LEO) surge como uma alternativa estratégica. “A implantação de infraestrutura física no México é cara devido à geografia. Em muitos casos, a internet via satélite representa a opção mais viável para conectar áreas onde a fibra não alcançará no curto prazo”, explica Ernesto Piedras, diretor do CIU. Empresas como a Starlink, com mais de 10,3 mil satélites ativos, já operam no país. Desde maio de 2021, obteve concessão e fechou 2024 com 160.631 assinaturas, tornando o México seu segundo mercado latino-americano, atrás apenas do Brasil. A Starlink assinou contratos com a CFE Telecomunicaciones de até 1.556 milhões de pesos para conectar comunidades remotas.

No entanto, o custo continua a ser uma barreira. Enquanto um plano de fibra óptica custa em média 544 pesos por mês, a internet via satélite custa a partir de 899 pesos, mais equipamentos e instalação. “Comercialmente ainda não é tão viável porque ainda é mais caro e exige a compra de uma antena cujo preço continua elevado”, afirma Fernando Esquivel, do The CIU. O serviço faz sentido económico quando é partilhado entre comunidades ou empresas e com o apoio de políticas públicas.

Os especialistas concordam que esta tecnologia não substituirá a fibra óptica, mas sim complementá-la. “Os serviços terrestres são mais rápidos e têm menor latência. A comunicação via satélite atinge áreas que a internet fixa não alcançaria”, afirma Hugo Simg, da MediaTek. A implantação também requer regulamentação e coordenação entre governos e empresas. A corrida para ligar o México já não é travada apenas no subsolo, mas a partir do espaço, onde uma nova geração de satélites promete reduzir a exclusão digital que mantém milhões de pessoas fora do mundo digital.

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