A CIA e seu dilema existencial: matar traficantes de drogas é como pegar moscas com uma bazuca?
Ah, a CIA, aquela agência que nunca perde tempo com trivialidades como “Isso é ético?” ou “Eles vão nos processar?” Segundo a CNN (que, aliás, não é exatamente o WikiLeaks, mas sabe de alguma coisa), a agência está avaliando se pode usar força letal contra cartéis no México. Porque, claro, o que poderia dar errado quando você mistura drones, balas perdidas e um país soberano?
Legal? Ético? Prático? A CIA está procurando respostas (mas não muito rápido)
Acontece que os advogados da CIA estão ocupados descobrindo se podem matar traficantes de drogas sem serem processados por danos colaterais. Imagine: “Sinto muito, senhora, seu filho não era patrão, era turista… opa”. De acordo com um ex-funcionário da agência, eles querem ter certeza de que é legal e que têm uma “direção política muito clara”. Ou seja, outra pessoa assina o cheque antes de atirar.
E aqui está o mais irónico: embora o governo Trump já tenha declarado seis cartéis mexicanos como organizações terroristas (porque nada une mais um país do que rotular os seus vizinhos como inimigos públicos), a CIA continua a hesitar. Será porque o México não é o Afeganistão e os traficantes de drogas não usam turbantes? Quem sabe.
Enquanto isso, o governo mexicano já admite que existem drones americanos voando como moscas sobre seu território. Mas não se preocupe, eles estão apenas “coletando informações”. Claro, como quando seu ex acessa suas redes sociais “só por curiosidade”.
O resumo? A CIA quer saber se você pode jogar Call of Duty na vida real, mas com advogados analisando cada movimento seu. E o México, como sempre, no meio do fogo cruzado (literal).
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