Kevin Keegan, ícone do futebol inglês, morre aos 75 anos

O lendário atacante e técnico inglês, duas vezes vencedor da Bola de Ouro, morre aos 75 anos.

Kevin Keegan, uma das figuras mais icônicas do futebol inglês, morreu aos 75 anos. O ex-atacante, que ganhou duas vezes a Bola de Ouro e foi capitão e técnico da seleção inglesa, perdeu a vida após uma luta contra um câncer em estágio avançado, segundo sua família.

O Newcastle, clube onde brilhou como jogador e depois como treinador, confirmou a notícia nesta segunda-feira. Ele o descreveu como “uma das figuras mais icônicas, influentes e profundamente amadas da história do nosso clube”.

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Keegan transcendeu o esporte com seu carisma e estilo. Ele não apenas foi um jogador de futebol brilhante – ágil, com faro para gols e uma ética de trabalho forjada em suas origens de classe trabalhadora – mas também marcou tendências fora do campo: lançou um single musical, apareceu em comerciais e participou de programas de televisão.

Carreira cheia de títulos

Nascido em Doncaster em 14 de fevereiro de 1951, Keegan começou em Scunthorpe antes de ingressar no Liverpool em 1971. Sob a gestão de Bill Shankly, ele formou uma parceria letal com John Toshack. Com os Reds venceu duas ligas inglesas, uma Taça de Inglaterra, duas Taças UEFA e a Taça dos Campeões Europeus em 1977. O seu antigo clube destacou: “O seu legado ficará gravado para sempre”.

Em 1977 saltou para Hamburgo, tornando-se o jogador de futebol mais bem pago da Europa. Lá ele ganhou a Bola de Ouro em 1978 e 1979, e disputou outra final da Copa da Europa em 1980. O clube alemão o lembrou como “um favorito das arquibancadas e um dos melhores jogadores de futebol que já usaram nosso distintivo”.

Ele voltou para a Inglaterra pelo Southampton, onde foi o artilheiro da liga em 1981-82 com 30 gols, e depois para o Newcastle, time de seu pai, onde se aposentou como jogador.

Estágio como treinador

Como treinador, Keegan passou 16 anos liderando vários times. Sua passagem mais memorável foi no Newcastle, que o levou a um memorável vice-campeonato na Premier League em 1995-96. Também comandou a seleção inglesa entre 1999 e 2000, com resultados irregulares que incluíram demissão após derrota para a Alemanha no antigo Wembley.

Com a seleção inglesa disputou 63 partidas e marcou 21 gols. Ele participou da Copa do Mundo de 1982, sua única Copa do Mundo. Keegan, apelidado de “Mighty Mouse” por sua altura de 1,73 metros, foi um dos quatro ingleses a ganhar a Bola de Ouro. Sua morte deixa um vazio no futebol mundial.

FIFA questiona a mídia por ‘ódio’ à Copa do Mundo de 2026

Infantino defende o torneio e acusa a imprensa de espalhar ódio e falsos boatos.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, respondeu duramente às críticas que tem recebido a Copa do Mundo de 2026, organizada nos Estados Unidos, México e Canadá. Num comunicado oficial, acusou os meios de comunicação de estarem “consumidos pelo ódio e pelas críticas” e de terem “sentido falta do nosso belo desporto”.

“Enquanto você fica à margem, nós da FIFA estamos na linha de frente organizando, trabalhando duro e realizando o espetáculo mais lindo do mundo. Enquanto você divide, nós nos unimos”, escreveu Infantino.

O caso do Irão como exemplo de unidade

Infantino deu como exemplo a participação da seleção iraniana, que devido ao contexto político teve que viajar do México aos Estados Unidos para cada partida e retornar ao país vizinho após cada partida. O presidente da FIFA destacou que o Irão entrou em território norte-americano “sem incidentes ou conflitos” e que os cânticos contra ele foram transformados num único hino durante os seus jogos.

“Este é o poder do futebol; a seleção iraniana recebeu vistos para entrar porque o futebol é sinônimo de paz”, disse Infantino.

Ele também criticou a mídia por focar nos poucos casos de vistos negados, ignorando os milhões de torcedores que conseguiram entrar. Ele lembrou que o torneio trouxe o Haiti para o cenário mundial, país que muitos não visitam. “Talvez seja hora de deixar de lado as canetas e os teclados e mostrar algum respeito pelos times que jogaram com o coração”, disse ele.

Infantino concluiu afirmando que esta Copa do Mundo – a primeira com 48 seleções – celebrou o melhor da humanidade. “Na FIFA não poderíamos estar mais orgulhosos ou emocionados por vivenciar esses momentos de amor, alegria e união”, disse ele.

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Lando Norris retorna à vitória no Grande Prêmio da Hungria

Norris quebra seca de 259 dias e vence GP da Hungria.

Lando Norris, atual campeão da Fórmula 1, comemorou neste domingo a primeira vitória da temporada de 2026 ao vencer o Grande Prêmio da Hungria. O britânico, que largou da pole, superou o holandês Max Verstappen (Red Bull) e o italiano Andrea Kimi Antonelli (Mercedes), que segue na liderança do campeonato.

Norris, da McLaren, voltou ao degrau mais alto do pódio após 259 dias sem vitórias. Com este resultado soma 128 pontos e sobe ao quinto lugar na classificação geral, dez pontos atrás do monegasco Charles Leclerc, que terminou em quarto lugar.

Ritmo dominante

“Meu ritmo hoje foi um dos melhores que já tive. Esta pista é ideal para nós e é uma das melhores para mim durante todo o ano. Mas se quisermos voltar ao topo, precisamos de muitos mais fins de semana como este. Perfeito”, disse Norris após alcançar sua décima segunda vitória na F1, a segunda na Hungria.

Seu companheiro de equipe Oscar Piastri não teve o mesmo destino: o australiano abandonou na volta 56 devido a um problema na caixa de câmbio quando corria em segundo. Piastri permanece em sétimo lugar geral com 92 pontos.

Pênalti para Hamilton

Lewis Hamilton, heptacampeão mundial, terminou em quinto, mas recebeu uma penalidade de cinco segundos por exceder o limite de velocidade em 0,1 km/h no pitlane durante um safety car virtual. Essa penalidade permitiu a Leclerc ganhar uma posição. Hamilton, segundo colocado no campeonato com 169 pontos, ficou decepcionado após a décima primeira corrida do ano.

Vantagem de Antonelli

O quinto lugar de Hamilton favoreceu Antonelli, que ampliou sua liderança no Campeonato Mundial de Pilotos. O jovem italiano soma 219 pontos, enquanto seu companheiro de equipe George Russell completa o pódio com 160 pontos depois de terminar em sétimo em Hungaroring. A próxima corrida será depois das férias de verão.

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Sheinbaum comemora o pódio histórico de Isaac del Toro no Tour

O presidente parabenizou o ciclista Ensenada pelo terceiro lugar geral e pelo título de melhor jovem.

O desempenho de Isaac del Toro no Tour de France não passou despercebido no México. Minutos depois de o ciclista da Baja California subir ao pódio em Paris, a presidente Claudia Sheinbaum juntou-se aos parabéns e reconheceu o impacto do seu desempenho.

Reconhecimento presidencial

O ciclista ensenada completou as 21 etapas da mais prestigiada competição do ciclismo mundial, alcançou o terceiro lugar na classificação geral e consolidou-se como uma das grandes revelações da temporada. Além disso, levou o título de melhor jovem ciclista do Tour.

O presidente destacou o esforço e a disciplina do atleta:

“Muitos parabéns ao jovem Isaac del Toro pelo seu histórico terceiro lugar no Tour de France. Com esta grande conquista ele se torna o primeiro mexicano a subir ao pódio desta prestigiosa competição e o jovem mais destacado do ciclismo hoje.”

Sheinbaum, que já parabenizou o corredor em ocasiões anteriores, destacou o orgulho nacional pela sua manifestação.

“O México tem muito orgulho do seu esforço, dedicação e deste grande momento que inspira um país inteiro. Parabéns, Isaac! Que os sucessos continuem”, concluiu.

A conquista de Del Toro representa um marco para o esporte mexicano e o posiciona como uma figura emergente no ciclismo internacional.

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