Juárez x Pumas em duelo decisivo pela Liguilla

Um duelo chave na mesa com uma estatística fantasmagórica para os universitários. Tudo que você precisa saber para não perder.

A partida que pode definir o clima da semana (e da mesa)

Vamos nos colocar em uma situação, amigos do drama do futebol. É terça-feira, você está desanimado porque a semana clama por uma quarta-feira, e o único antídoto legal para a preguiça de trabalho é um bom jogo da Liga MX. E hoje o destino (ou a comissão técnica) nos oferece um duelo com sabor clássico improvisado: os Bravos de Juárez contra os Pumas de la UNAM. Sim, aqueles felinos universitários que amamos ou odiamos, mas que nunca nos deixam indiferentes.

As coisas parecem mais interessantes do que um meme viral. Por um lado, os Bravos, aqueles meninos fronteiriços que chegam com o moral baixo depois que a Cruz Azul lhes deu uma lição de realidade em seu próprio campo. Imagine a cena: perder por 3 a 2 em casa é o equivalente futebolístico a deixar cair o guacamole no chão justamente na hora de acertar a primeira ficha. Pura tragédia.

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Por outro lado, os Pumas, comandados por Efraín Juárez (sim, aquele com o curioso caso da coincidência do sobrenome com a cidade rival), vêm de um empate contra os Tigres dos quais pouco sabiam. É como quando você pede uma pizza e ela chega sem o queijo extra que você pagou: não é ruim, mas deixa um sabor agridoce e a sensação de que poderia ter sido épico. Com 13 pontos, os Auriazules ocupam a sétima posição, mas têm os bravazos respirando no pescoço com 12 unidades. Isso é basicamente um ‘tire você e me coloque’ com cheiro de grama.

A maldição do atleta olímpico Benito Juárez: realidade ou desculpa?

É aqui que o enredo se torna mais interessante do que um episódio de novela. Acontece que os Pumas nunca conseguiram vencer os Bravos no Olímpico Benito Juárez. Nunca. Zero. Nada. É aquela estatística que os torcedores visitantes mencionam com um suspiro e os torcedores da casa mencionam com um sorriso travesso. Ele é o elefante na sala, ou melhor, o gordo no gol. Será esta a noite em que os estudantes universitários quebrarão a maldição? Ou, pelo contrário, quem está na fronteira vai consolidar a sua força como aquele amigo que sempre ganha no FIFA, mesmo que use o time de estrelas?

Esta partida é, sem dúvida, o exame final do projeto de Efraín Juárez. O time ainda não se consolidou totalmente, para encontrar aquela identidade que faz os torcedores pensarem: “sim, aqui está um plano”. Uma vitória aqui não significaria apenas três pontos de ouro, mas também uma monstruosa injeção de confiança antes do verdadeiro grande jogo da semana: o Capital Classic contra o América. Perder ou empatar… bem, não vamos pensar nisso. Seria o equivalente a chegar a esse encontro desanimado, como ir ao primeiro encontro depois que seu ex terminou com você. Não recomendado.

Guia de sobrevivência para não perder o show

Bem, você decidiu que seu plano para terça à noite é se tornar um especialista tático no sofá. Nós respeitamos você. Aqui você tem os dados vitais, aqueles que te salvam da ansiedade de procurar o canal correto quando você já entrou em campo:

Data: terça-feira, 23 de setembro. Marque no calendário, coloque alarme, tanto faz, mas não perca.

Horário: 21h. O momento perfeito: você já jantou, se acomoda com suas frituras e sua bebida preferida e aproveita o show.

Streaming: A boa notícia é que você não precisa de assinaturas muito caras. A partida será em televisão aberta no Azteca 7. Você também encontra no Tubi e TV Client para os mais digitais. E se você é daqueles que não consegue tirar os olhos do celular, aqui no EL UNIVERSAL Deportes você terá o minuto a minuto com todo o drama, as faltas, os gols e os memes em tempo real. Basicamente, você não tem desculpa para perder um segundo.

Então agora você sabe. Hoje não é uma terça-feira qualquer. É uma daquelas terças-feiras que podem alegrar a sua semana ou mergulhar você em uma crise existencial até o próximo fim de semana. Futebol, amigos, futebol puro.

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México e Inglaterra disputam um lugar na história no Azteca

O México busca as quartas de final após 40 anos, apoiado pelo Azteca e uma sequência sem gols contra.

No domingo, México e Inglaterra se enfrentam no Estádio Azteca pela vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. Para o Tricolor, é a oportunidade de quebrar um jejum de quatro décadas sem chegar a essa fase.

A euforia cresce após quatro vitórias consecutivas sem sofrer golos. Nenhum rival conseguiu romper a defesa mexicana. Mas a Inglaterra, vice-campeã nos dois últimos Campeonatos Europeus, representa o maior desafio.

Javier Aguirre, técnico mexicano, sabe disso: “Vocês enfrentam a Inglaterra, número 4 do mundo, campeã mundial… Teremos que fazer uma partida quase perfeita”.

A fortaleza asteca

O apoio do estádio é fundamental. Desde 1966, o México perdeu apenas duas partidas oficiais no Azteca. Nos três Mundiais disputados em casa, soma oito vitórias e dois empates. Nesta edição, são três vitórias sem gols sofridos.

“Há muitas emoções e histórias por trás disso”, disse Aguirre, que fez parte da equipe de 1986. “Acho que o melhor ainda está por vir.”

As armas do México e a ameaça inglesa

Aguirre aposta no ataque com Julián Quiñones e Raúl Jiménez, e na solidez defensiva para travar Harry Kane, o melhor marcador do torneio com cinco golos. O plano é ficar sempre de olho nele.

“Kane é uma figura mundial. Tentaremos garantir que ele não se sinta confortável, que sempre tenha alguém em cima dele”, explicou Aguirre. Ele também destacou Jude Bellingham e o técnico inglês Thomas Tuchel.

O meia Gilberto Mora, de 17 anos, pode ser uma surpresa.

E se sim?

As expectativas são moderadas, mas a excitação aumenta. O México já quebrou uma seqüência de 40 anos sem vencer nas oitavas de final ao vencer o Equador. Agora, Azteca testemunha mais uma vez uma partida que pode mudar a história.

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Colômbia avança firme na Copa do Mundo com vitória sobre Gana

Colômbia avança na Copa do Mundo após vencer Gana e sonha com a final.

Colômbia sonha grande

A Colômbia segue na frente na Copa do Mundo. Com gol de Jhon Arias ainda no primeiro tempo, venceu Gana por 1 a 0 nas oitavas de final. O jogo foi disputado em Kansas City e a equipe de Néstor Lorenzo mostrou solidez.

O meio-campista do Palmeiras garantiu: “Mostramos que somos um time maduro, que sabe jogar e que tem um objetivo claro”. E acrescentou: “Vamos passo a passo, sabendo que podemos sonhar em chegar ao último dia”.

Agora a Colômbia é a única das 48 seleções que competiu nos Estados Unidos, México e Canadá. O próximo desafio será contra a Suíça, na terça-feira, em Vancouver. O ‘Ponto Amarelo’ acompanhou a equipe em cada local e deverá voltar a encher as arquibancadas.

Defesa sólida e confiança no ataque

A Colômbia acumula 355 minutos sem sofrer gols. O goleiro Camilo Vargas teve uma noite tranquila. Porém, o técnico Lorenzo lamentou a falta de contundência: “Tivemos que finalizar seis, sete vezes e não conseguimos”.

A sequência positiva deixou para trás as derrotas amigáveis ​​frente à Croácia e à França, em Março. A equipe parece ter encontrado sua melhor versão, com laterais como Daniel Muñoz e Johan Mojica se projetando no ataque, e o veterano James Rodríguez liderando a criação.

A dupla defensiva Davinson Sánchez-Jhon Lucumí tem sido fundamental. Luis Díaz, apesar de não ter marcado, gera perigo constante. Seu gol foi anulado por impedimento, mas ele prometeu: “Prometo ao povo da Colômbia que continuará acreditando. Estou dando tudo para alcançá-lo”.

A ilusão cresce. A Colômbia quer escrever o seu melhor capítulo da Copa do Mundo.

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Marrocos avança para as quartas de final com vitória retumbante sobre o Canadá

Marrocos vence o Canadá por 3 a 0 e avança às quartas de final pela segunda Copa do Mundo consecutiva.

Marrocos se consolida na elite

Marrocos está de volta às quartas de final da Copa do Mundo. Com dois gols de Azzedine Ounahi e um gol de Soufiane Rahimi, venceram o Canadá por 3 a 0 em Houston. A seleção marroquina é a primeira nação africana a chegar a esta fase em mais de uma ocasião.

“Já não somos uma surpresa. Agora as pessoas falam de Marrocos como um candidato”, disse o seleccionador Mohamed Ouahbi. “Este é apenas o começo. Queremos continuar.”

Ounahi lidera o caminho para a vitória

O placar abriu até os 50 minutos. Ounahi recebeu cobrança de falta de Achraf Hakimi e chutou de fora da área no canto inferior direito. Aos 82 minutos, ele aumentou a vantagem com um chute dentro da área após passe de Brahim Díaz. Rahimi fechou a conta nos acréscimos.

O Canadá, co-anfitrião do torneio, despediu-se após uma participação histórica. Eles alcançaram sua primeira vitória por nocaute ao derrotar a África do Sul na rodada anterior. O treinador Jesse Marsch destacou o nível da sua equipa: “Disse-lhes que estava orgulhoso deles. Podemos jogar assim contra os melhores, mas temos de continuar assim durante os 90 minutos”.

Marsch garantiu que o Canadá foi melhor em vários setores. Ouahbi respondeu: “Eles estiveram bem em intensidade. Foram melhores? É preciso ter coragem para dizer isso quando se perde por 3-0”.

Caminho para as quartas de final

O Marrocos, sexto colocado no ranking da FIFA, eliminou a Holanda nos pênaltis para chegar às oitavas de final. Agora enfrentará a França na quinta-feira, em Boston, que horas antes derrotou o Paraguai por 1 a 0 com gol de Kylian Mbappé.

O Canadá jogou sem Alphonso Davies, que sofreu uma lesão no tendão da coxa. O goleiro Yassine Bounou, nascido no Canadá, filho de pais marroquinos, fez três defesas importantes para não sofrer golos. Ambas as seleções já haviam se enfrentado no Catar 2022, com vitória marroquina por 2 a 1.

A partida foi física, com oito cartões amarelos. O meio-campista marroquino Ismael Saibari se machucou aos 22 minutos.

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