O renascimento de Johan Vásquez
Quatro anos depois de ficar de fora da convocação de Gerardo Martino para o Catar 2022, Johan Vásquez desponta como peça-chave da seleção mexicana na Copa do Mundo que começa quinta-feira. O defesa-central, capitão do Génova italiano, vive o seu melhor momento futebolístico.
“Sempre me considero um líder. Gosto de contribuir e ajudar meus companheiros no que posso. Somos muitos capitães, muitos líderes que vão ajudar esta equipe”, declarou em entrevista coletiva nesta terça-feira.
Sua evolução e estreia
Vásquez reconhece que a sua exclusão no Qatar foi uma experiência de aprendizagem. “São dois momentos diferentes na minha carreira. Na última Copa do Mundo tenho consciência de que fui eu quem não chegou”, disse.
O México abre o Grupo A contra a África do Sul, com a Coreia do Sul e a República Checa como restantes rivais. Sobre a estreia, o zagueiro alerta: “Todos os países e todas as seleções merecem respeito. Na Copa do Mundo é matar ou morrer”.
Jogar em casa dá uma calma especial. “Ver os filhos, os pais, a sensação de estar em casa… são coisas que te motivam todos os dias.”
Conexão com César Montes
Vásquez destacou a química com seu companheiro defensivo César Montes, que conhece desde os 10 anos nas forças básicas do Pachuca. “Nos conhecemos desde os 10 anos, temos os mesmos costumes, nossos pais se conhecem. Ele é capitão e líder dentro e fora de campo”, disse.
O ambiente no vestiário, garantiu, é excelente. “Estou ansioso para ajudar meus companheiros e os torcedores para que eles possam se sentir orgulhosos. No México estamos aquecidos, anfitriões. Será uma bela Copa do Mundo.”




