Javier Aguirre: meu legado não são as Copas do Mundo, mas os jogadores

Javier Aguirre rejeita ser o melhor treinador do México; Seu legado são os jogadores, não os títulos.

Javier Aguirre nega imediatamente. “El Vasco” não aceita o rótulo de melhor treinador da história do futebol mexicano. Para ele, esse lugar pertence a Ignacio Trelles.

Foi um dos primeiros estrategistas nacionais a tentar a sorte no exterior. Esse espírito aventureiro agora o leva a liderar o Tricolor em sua terceira Copa do Mundo como técnico.

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Uma Copa do Mundo em casa, a maior emoção

Coreia-Japão 2002 e África do Sul 2010 são os precedentes. Mas 2026 é especial: é disputado no México, diante do seu povo.

“Desde que cheguei tenho essa música que não tive emoção melhor em 50 anos de carreira do que com uma Copa do Mundo em casa. É algo inesquecível”, declarou sobre sua experiência como jogador de futebol no México 1986.

Desde 1996 iniciou sua carreira como técnico do Atlante. Ele nunca pensou em um legado no futebol. Antes da estreia contra a África do Sul, no Estádio da Cidade do México, o Vasco revelou qual é a sua verdadeira herança.

“O caminho se faz caminhando. Raramente olho para trás, é algo que o tempo dirá…”, mencionou em entrevista coletiva sobre suas três etapas à frente do Tricolor.

O legado: as pessoas, não os números

“O melhor legado, acredito, são os jogadores que estiveram comigo; sempre quero deixar alguma coisa para eles, para crescerem como pessoas, para ajudá-los no futuro, nos estudos, no casamento, financeiramente. Sempre isso antes do número que carregam nas costas”, afirmou.

Nas duas Copas do Mundo anteriores, o México caiu nas oitavas de final. Desta vez, em casa, a seleção busca transcender para as tão esperadas quartas de final. Algo que não acontecia desde 1986, justamente quando jogava.

Tempestade atrasa México x Equador na Copa do Mundo

Forte tempestade elétrica força o adiamento da partida das oitavas de final no Estádio da Cidade do México.

O tão aguardado duelo entre México e Equador pelas oitavas de final da Copa do Mundo terá que esperar. Uma tempestade elétrica ao redor do Estádio da Cidade do México forçou a modificação do calendário de jogos.

A chuva intensa em Santa Úrsula ativou os protocolos de segurança da FIFA. A medida visa proteger jogadores de futebol, comissão técnica e torcedores.

Tanto a seleção mexicana quanto a equatoriana tiveram sua rotina pré-jogo alterada. Eles atrasaram a saída a campo para exercícios de aquecimento, enquanto as autoridades monitoram a evolução do clima.

Nos telões do estádio é informado que o jogo está oficialmente adiado. Até o momento não há um novo horário definido para o início das atividades em campo.

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França derrota a Suécia e segue firme na Copa do Mundo de 2026

A França vence a Suécia por 3 a 0 com uma dobradinha de Mbappé e avança para as oitavas de final.

Dominância francesa no campo

A seleção francesa confirmou sua condição de favorita na Copa do Mundo de 2026 ao vencer a Suécia com autoridade. Kylian Mbappé e Michael Olise foram as estrelas da partida, disputada na fase de grupos.

O placar abriu no final do primeiro tempo. Mbappé aproveitou jogada individual para vencer o goleiro sueco. Aos 53 minutos, Olise ampliou a vantagem após ação coletiva bem elaborada.

O terceiro gol veio após assistência de Olise para Mbappé, que definiu com precisão. A França também acertou três vezes na trave e teve um gol anulado por impedimento após revisão do VAR.

Mbappé bate um recorde histórico

Com esta dobradinha, Mbappé soma seis gols no atual torneio. Em sua carreira em Copas do Mundo ele marcou 18 gols, apenas um atrás do argentino Lionel Messi.

A vitória deixou a França com um avanço perfeito no seu grupo e eliminou a Suécia da competição. No próximo sábado, a equipe de Didier Deschamps enfrenta o Paraguai pelas oitavas de final, no estádio Filadélfia.

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Ronald Koeman não decide seu futuro imediato após eliminação

Koeman analisará sua continuidade após a derrota para o Marrocos na Copa do Mundo de 2026.

Nenhuma decisão sobre seu futuro

Ronald Koeman não definirá imediatamente a sua continuidade como treinador da Holanda. Após a eliminação na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos, o técnico optou pela cautela e garantiu que primeiro analisaria o ocorrido antes de tomar uma decisão.

Questionado sobre uma possível demissão, Koeman reconheceu que é sua responsabilidade responder pela decepção da derrota. Porém, preferiu não ter pressa e avaliar o processo antes de comunicar o seu futuro.

O principal foco das críticas foi a mudança no sistema tático. Koeman alinhou uma defesa de cinco jogadores contra o Marrocos, uma decisão que levantou dúvidas entre os torcedores. O treinador rejeitou que tenha sido por medo do rival e explicou que busca maior solidez defensiva.

Ele explicou que a modificação surgiu da análise nos treinos e do diálogo com os jogadores. Ele garantiu que tomaria as mesmas decisões novamente se tivesse oportunidade.

Koeman também destacou o crescimento do futebol africano nos últimos anos, tanto taticamente como mentalmente. Salientou que Marrocos é um exemplo claro desta evolução, com talentos e jovens promessas nos melhores clubes da Europa. Não é por acaso, disse ele, que estão acima da Holanda no ranking mundial.

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