Herrera e Aguirre jogam futebol e “primos” na Copa Ouro

Dois treinadores, uma “família” inventada e um jogo que irá pôr à prova a sua peculiar amizade.

Cuando el parentesco es más inventado que un penal regalado

Ah, el fútbol. Ese deporte donde los rivales se odian, se admiran o, en este caso, se inventan árboles genealógicos. Este domingo, la Selección Mexicana no solo jugará contra Costa Rica, sino contra un viejo conocido: Miguel “Piojo” Herrera, quien, aunque ahora viste de rojo, azul y blanco, sigue teniendo el corazón (y la lengua) igual de rápido que cuando dirigía al Tri. Pero lo más jugoso no es el partido, sino la telenovela familiar que ambos entrenadores han montado.

“Primos” por decreto futbolero

Resulta que Herrera y Javier Aguirre no son simples colegas, no señor. Según el Piojo, son “primos”. ¿Pruebas? Ninguna. ¿Documentos? Menos. ¿Un abrazo en cada partido y risas incómodas? ¡Eso abunda! “Yo soy Herrera Aguirre, y el Aguirre, desde hace muchos años nos traemos que somos primos”, confesó el técnico costarricense, como si eso explicara algo. Imagínense: si todos los que comparten apellido en el fútbol fueran familia, el Clásico Nacional sería una reunión de Navidad.

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Pero no se preocupen, que esto no afectará su profesionalismo (o eso dicen). Aunque Herrera asegura que Aguirre es “un tipo extraordinario”, también dejó claro que quiere ganarle. Vamos, que es como decir “te quiero, primo, pero hoy te parto la cara”. Eso sí, con el liderato del grupo en juego, uno esperaría que la rivalidad fuera más intensa que un partido de dominó entre abuelos.

Lo único que comparten: el América y las ganas de ganar

La realidad es que el único ADN común entre estos dos es su paso por el América y la Selección Mexicana. Porque, seamos honestos, si compartir apellido fuera suficiente para ser familia, medio México estaría emparentado con López Obrador. Eso sí, este domingo no habrá “primos, mejor empatamos”. Aquí se jugará con todo, aunque después se abracen como si fueran hermanos de sangre (o de FIFA).

Así que prepárense para un partido donde, además de goles y tarjetas, habrá risas, guiños y una rivalidad tan falsa como un penal inventado. ¿Quién ganará? No sabemos. ¿Son realmente primos? Lo dudo. Pero una cosa es segura: el fútbol nunca decepciona cuando se trata de historias absurdas.

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Djokovic sobrevive a batalha de cinco horas em Wimbledon

Djokovic supera maratona de 5h15′ e Gauff avança para sua primeira semifinal em Wimbledon.

Djokovic e Gauff avançam em Wimbledon

LONDRES – Novak Djokovic precisou de mais de cinco horas para vencer Felix Auger-Aliassime nas quartas de final de Wimbledon. O heptacampeão venceu por 7-6 (10), 3-6, 6-3, 6-7 (4), 7-6 (4) na terça-feira, garantindo uma vaga nas semifinais contra o atual campeão Jannik Sinner.

A partida terminou por volta das 23h, pouco antes do toque de recolher do All England Club. No desempate do set final, Djokovic comemorou levantando os braços e dançando um pouco. “Este é o tipo de momentos pelos quais ainda jogo tênis”, disse ele.

Djokovic, que busca seu 25º título de Grand Slam, alcançou o recorde de oito semifinais consecutivas em Wimbledon, superando Roger Federer. Durante a partida, ele recebeu atendimento médico por desconforto na perna esquerda, mas continuou jogando.

Sinner, por sua vez, avançou mais cedo ao derrotar Jan-Lennard Struff por 7-5, 7-6 (4) e 6-3 em menos do intervalo. No ano passado, Sinner eliminou Djokovic nas semifinais de Wimbledon, enquanto Djokovic o derrotou no Aberto da Austrália.

Gauff volta e chega às semifinais

Coco Gauff, 22 anos, voltou para vencer Jessica Pegula por 4-6, 6-3, 6-3 e chegar às semifinais de Wimbledon pela primeira vez. Ela se tornou a jogadora mais jovem a chegar às semifinais em todos os quatro Grand Slams desde Maria Sharapova em 2007.

“Em sete anos, é a primeira vez que consigo andar na quadra central sem ficar nervoso”, disse Gauff. Nas semifinais, ela enfrentará a tcheca Karolina Muchova, que eliminou Naomi Osaka por 7-6 (4), 6-4.

Também na terça-feira, Alexander Zverev venceu Jiri Lehecka por 6-4, 7-5, 3-6, 7-6 (6) para avançar para as quartas de final contra Taylor Fritz.

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Senador paraguaio sob escrutínio por comentários contra Mbappé

As autoridades francesas investigam um senador paraguaio por expressões discriminatórias contra o astro francês nas redes sociais.

A justiça francesa abriu uma investigação contra a senadora paraguaia Celeste Amarilla por supostos comentários discriminatórios dirigidos a Kylian Mbappé. O caso surgiu após a derrota do Paraguai para a França nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

Comentários após o pênalti decisivo

Amarilla, do Partido Liberal Radical Autêntico, publicou mensagens nas redes sociais depois que Mbappé converteu o pênalti que selou a vitória francesa. A Procuradoria de Paris indicou na terça-feira que iniciou investigações por insulto público agravado e incitação ao ódio ou à violência.

A denúncia foi apresentada pela Federação Francesa de Futebol (FFF) perante a unidade nacional de combate ao ódio na internet. A entidade assumiu uma postura firme, buscando erradicar as expressões ofensivas no esporte.

Resposta institucional

A investigação se concentra nas declarações do senador, que geraram reações nos âmbitos esportivo e político. A FFF apelou a sanções exemplares contra qualquer acto discriminatório.

Este incidente reacende o debate sobre o racismo no futebol. As autoridades e a comunidade do futebol estão a observar atentamente as medidas tomadas para prevenir futuros episódios semelhantes.

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FIFA defende árbitro brasileiro após críticas de Trump

A FIFA saiu em defesa do assobiador brasileiro depois que o presidente americano questionou sua honestidade.

FIFA defende Raphael Claus

A FIFA emitiu uma declaração incomum para apoiar o árbitro Raphael Claus depois que Donald Trump questionou sua integridade. O presidente dos EUA sugeriu que o brasileiro de 46 anos é “um pouco desconfiado” sem oferecer provas.

Claus expulsou Folarin Balogun na partida dos Estados Unidos contra a Bósnia-Herzegovina na semana passada. Trump interveio junto à FIFA para que o atacante pudesse jogar contra a Bélgica, partida que os Estados Unidos perderam por 4 a 1.

A FIFA chamou Claus de “um dos principais árbitros profissionais do mundo” e observou que “ao longo de sua carreira ele demonstrou os mais altos padrões de profissionalismo e integridade”. O brasileiro está em sua segunda Copa do Mundo.

Pierluigi Collina, chefe de arbitragem da FIFA, disse: “Ele é um árbitro experiente e altamente respeitado e mantemos total confiança nele”. Claus já havia arbitrado a vitória da Espanha por 4 a 0 sobre a Arábia Saudita e a vitória dos Estados Unidos por 2 a 0 sobre a Bósnia. Balogun foi o primeiro expulso em quatro partidas da Copa do Mundo.

Os comentários de Trump podem estar relacionados a uma investigação do Senado brasileiro de 2024 sobre suposta manipulação de resultados. Os legisladores revisaram a designação dos árbitros, mas não acusaram Claus de qualquer irregularidade.

A Confederação Brasileira de Futebol também apoiou o denunciante: “Não há nada em sua ficha que coloque em dúvida sua integridade”. Curiosamente, a FIFA não emitiu um endosso semelhante ao árbitro somali Omar Artan, a quem foi negada a entrada no país pelos Estados Unidos antes do torneio.

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