Governo sanciona três empresas por documentos falsos

As empresas tentaram enganar o Estado com documentos falsos, mas a autoridade descobriu-as e todo o peso da lei recaiu sobre elas.

O dia em que três empresas saíram pela culatra

Parece que há empresas que ainda acreditam que jogar La Casa de Papel com o governo é uma estratégia de negócios viável. Pois bem, adivinhem: o Secretário da Função Pública (porque mudaram de nome, mas a essência da captura de criminosos é a mesma) acaba de lhes dar uma lição de realidade. O comunicado oficial dizia basicamente, com toda a elegância burocrática possível: “mentir para conseguir contratos públicos tem consequências, amigos”. E não é uma simples bronca, é o equivalente a ter a conta suspensa no seu app de delivery preferido, mas com multas que prejudicam mais do que pagar pelo frete premium.

Em um movimento que nos lembra que o Diário Oficial da Federação pode ser mais divertido do que um tópico de fofoca, o órgão federal publicou hoje sanções contra três empresas que cruzaram as listas. Essas empresas, na ânsia de vencer licitações, decidiram que a verdade é supervalorizada e apresentaram documentação mais falsa do que um influenciador promovendo um produto que nunca usam.

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Os protagonistas deste drama burocrático

No primeiro ato desta tragicomédia temos Coordinadora y Desarrollo P&O, S.A. de C.V.. Esta empresa, numa explosão de criatividade, decidiu que um parecer fiscal do SAT era como um trabalho de faculdade: você pode inventá-lo. Apresentaram documento fiscal falso em concurso público nacional. O resultado: multa de 168.283 pesos (sim, coma, para doer mais) e inabilitação de três meses. O mais irônico é que a sanção foi confirmada em 14 de outubro depois que a empresa recorreu, basicamente como quando você discute com seu chefe sabendo que você estragou tudo.

O segundo caso é enquadrá-lo. Market Solutions Atmosphera, S. de R.L. de C.V.Ele não apenas mentiu, mas o fez “con dolo”, que em linguagem jurídica significa “com toda a maldade do mundo”. Esta empresa apresentou documentos falsificados para comprovar experiência em contrato com o Instituto Mexicano de Petróleo. Sua recompensa por tamanha audácia: multa de 924.403 pesos (quase um milhão, para quem não quiser contar zeros) e inabilitação de 21 meses. Basicamente, o equivalente a ser suspenso das redes sociais por se passar por um influenciador.

E para fechar com chave de ouro, Mundoferremetl, S.A. de C.V.decidiu que as obrigações de segurança social são opcionais, como colocar abacate extra no guacamole. Apresentou documentação falsa sobre esta questão num concurso para o Secretário da Defesa Nacional. Sua punição: multa de 170 mil pesos e três meses de inabilitação. Porque, aparentemente, mentir para os militares não é a melhor ideia.

O que este trio de empreendedores falidos não calculou é que na era da transparência e da responsabilidade, as mentiras têm pernas mais curtas do que um meme viral. Sanções por corrupção em licitações são cada vez mais comuns, e as autoridades estão analisando a documentação com a mesma dedicação com que analisamos o perfil de alguém antes de uma data.

Este caso estabelece um precedente importante na luta contra o conluio e a fraude nas contratações governamentais. Demonstra que as instituições de supervisão estão a funcionar e que o sistema judicial pode ser eficaz quando se trata de proteger os recursos públicos. No final, a mensagem é clara: no jogo dos contratos governamentais, a honestidade deve ser a única estratégia.

Você conhece alguém que precisa de uma lição sobre transparência? Compartilhe esta nota e ajude-nos a tornar viral a importância da responsabilização. Explore mais conteúdo sobre como as instituições combatem a corrupção em nossa seção de notícias nacionais.

CNDH exige esclarecimentos sobre mortes de migrantes mexicanos sob custódia do ICE

A organização pede para investigar mortes de compatriotas em centros de detenção dos EUA.

A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) emitiu uma condenação pelas mortes de migrantes mexicanos ocorridas durante operações e em centros de detenção do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). A organização, presidida por Rosario Piedra Ibarra, exigiu investigações rápidas, imparciais e transparentes para esclarecer os fatos e punir os responsáveis.

Preocupação com violações de direitos fundamentais

A CNDH qualificou estes casos como “mais graves”, uma vez que envolvem possíveis violações do direito à vida, à integridade pessoal, à saúde, ao devido processo legal e ao tratamento digno. Manifestou a sua preocupação com as políticas de imigração aplicadas nos Estados Unidos e lembrou que a protecção dos direitos humanos deve ser garantida independentemente da nacionalidade ou do estatuto jurídico.

Assistência e acompanhamento consular

A organização destacou a necessidade de o México manter assistência consular, acompanhamento jurídico e apoio humanitário aos compatriotas privados de liberdade por motivos de imigração, bem como às suas famílias. Ele também reiterou que qualquer morte sob custódia do Estado deve ser analisada com o máximo rigor.

A CNDH solicitou que as investigações permitam apurar responsabilidades e garantir a verdade, a justiça e a reparação integral às vítimas.

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Sheinbaum rejeita acusações do diretor da DEA sobre ligações com o crime

O chefe da DEA apontou uma suposta aliança entre autoridades e cartéis. Sheinbaum descreveu isso como sem suporte.

Tensão diplomática devido às declarações da DEA

As declarações do diretor da DEA, Terry Cole, causaram atritos na relação bilateral com o México. O responsável afirmou recentemente que o governo mexicano e os cartéis mantêm uma “ligação mortal”. Ele disse que o combate a esta suposta aliança é uma prioridade para sua agência.

A presidente Claudia Sheinbaum rejeitou as acusações. Ele os descreveu como “infelizes, sem apoio e infundados”.

Esta não é a primeira polêmica de Cole em relação ao México. Desde que assumiu o cargo em 2025, sua nomeação tem sido questionada. Reportagens jornalísticas o vinculam ao vazamento de informações confidenciais em 2011 que levou à tragédia civil em Allende, Coahuila, atribuída ao grupo criminoso Los Zetas.

Cole também apoiou medidas da administração Trump. Apoia a classificação dos cartéis mexicanos como organizações terroristas estrangeiras. Além disso, defendeu a possibilidade de operações secretas de agências norte-americanas dentro do México.

Nas suas declarações mais recentes, Cole apontou o caso de Sinaloa. Ele sugeriu que as autoridades mexicanas podem ter colaborado com grupos criminosos. Sheinbaum insistiu que não há provas e que as suas declarações prejudicam a cooperação bilateral.

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SEP publica calendário escolar 2026-2027 com 185 dias letivos

Publicado calendário 2026-2027: 185 dias de aula, férias e datas importantes.

Início e fim do ano letivo

O Ministério da Educação Pública (SEP) publicou o calendário do ciclo 2026-2027 no Diário Oficial da Federação. As aulas terão início em 31 de agosto de 2026 e término em 9 de julho de 2027, com vigência de 185 dias para ensino pré-escolar, fundamental e médio. As escolas normais terão 190 dias e terminarão em 13 de julho.

Datas relevantes

O acordo, assinado pelo secretário Mario Delgado, inclui um dia de conscientização sobre abuso sexual e abuso infantil no dia 7 de setembro. Serão oito sessões do Conselho Técnico Escolar nos dias 25 de setembro, 30 de outubro e 27 de novembro de 2026, além de 29 de janeiro, 26 de fevereiro, 26 de março, 28 de maio e 25 de junho de 2027.

As suspensões dos trabalhos docentes serão nos dias 16 de setembro, 2 e 16 de novembro de 2026, bem como 1 de fevereiro, 15 de março e 5 de maio de 2027. As férias de inverno decorrerão de 21 de dezembro de 2026 a 8 de janeiro de 2027. O período da Páscoa decorrerá de 22 de março a 2 de abril de 2027.

Pré-inscrição e ingressos

O processo de pré-inscrição para o ciclo 2027-2028 será de 2 a 13 de fevereiro de 2027. A entrega das fichas de avaliação ocorrerá de 23 a 26 de novembro de 2026, de 22 a 25 de março de 2027 e nos dias 12 e 13 de julho de 2027.

O convênio atende à Lei Geral de Educação, que exige entre 185 e 200 dias aula. É mantida uma semana adicional de recesso em agosto para os professores, em reconhecimento ao seu trabalho e ao compromisso da presidente Claudia Sheinbaum com o ensino. O SEP reitera que só ele pode estabelecer calendários escolares a nível nacional. O acordo entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e revoga o anterior, que regulamentava o ciclo 2025-2026.

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