Governo compra 110 milhões de moscas para guerra biológica

O México importará milhões de moscas estéreis para combater uma praga que mantém fechada a fronteira pecuária com os Estados Unidos.

La solución voladora: insectos estériles contra el gusano que paralizó la ganadería

Nueve meses después del cierre fronterizo que congeló las exportaciones de ganado a Estados Unidos, el gobierno mexicano apuesta por una estrategia que parece sacada de una película de ciencia ficción. Importará hasta 110 millones de moscas estériles para combatir al gusano barrenador, la plaga que desató esta crisis sanitaria y económica.

El Servicio Nacional de Sanidad, Inocuidad y Calidad Agroalimentaria (Senasica) ya tiene todo listo. Acaba de adjudicar un contrato por 9.4 millones de pesos a la empresa Agencias Aduanales Arjo para manejar la logística. Habrá llegadas diarias desde Guatemala y semanales desde Panamá.

“Incluye la recepción del material biológico en aeropuertos estratégicos de Chiapas, así como la atención de despachos aduaneros incluso en fines de semana y días festivos”

La teoría es simple pero brillante: liberar machos estériles que se apareen con hembras silvestres. Sin descendencia, la población del gusano se desploma. Es control biológico puro, sin químicos ni venenos.

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Pero detrás de esta guerra entomológica hay números que duelen. El sector ganadero calcula pérdidas por más de 15 mil millones de pesos desde mayo pasado, cuando Washington cerró la llave. Cada día sin acceso al mercado estadounidense es dinero que se evapora.

Las autoridades prometen que esto es solo el comienzo. Para el primer semestre del año planean inaugurar una planta productora de moscas estériles en Chiapas. Autosuficiencia en insectos guerreros, eso es lo que buscan.

Mientras tanto, los huevecillos y pupas viajarán por aire como carga prioritaria. La esperanza es que estos pequeños soldados alados logren lo que las negociaciones diplomáticas no han podido: reabrir una frontera que duele en el bolsillo nacional.

Alerta dos EUA para segurança no México x Inglaterra na Copa do Mundo de 2026

Embaixada dos Estados Unidos emite aviso aos seus cidadãos para o jogo de domingo.

A Embaixada dos Estados Unidos no México emitiu um alerta de segurança dirigido aos seus cidadãos no país, por ocasião da partida entre México e Inglaterra, no domingo, 5 de julho, no Estádio da Cidade do México, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

A representação diplomática, chefiada pelo embaixador Ronald Johnson, alertou que durante o torneio têm havido grandes aglomerações em estádios, Fan Fests e espaços públicos, o que tem causado incidentes nas recentes celebrações na capital.

Recomendações da Embaixada

Na sua mensagem, a embaixada recomendou precauções extremas em eventos de massa. Ele ressaltou que as aglomerações para assistir a jogos e comemorações têm causado ferimentos e até mortes, por isso pediu para ficar atento ao meio ambiente e evitar situações de risco.

O alerta também incluiu alertas sobre possíveis mobilizações e manifestações durante o evento. Ele indicou que a participação em atividades políticas poderia levar a prisões de imigração ou sanções sob a lei mexicana.

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Em junho, México atinge o menor número de homicídios desde 2007

Junho fechou com média diária de 40 homicídios, o menor registro em 19 anos.

Durante o mês de junho, o México registrou uma média de 40 homicídios intencionais por dia, o valor mensal mais baixo desde 2007, segundo dados preliminares do governo federal. Embora no início e no final do mês houvesse dias com mais de 50 casos, a tendência geral foi decrescente face ao mesmo período de 2025.

O impacto da Copa do Mundo

O declínio coincidiu com o início da Copa do Mundo de Futebol de 2026. No dia da inauguração no México, apenas 30 homicídios foram registrados. Ao longo do mês, os números oscilaram, mas permaneceram abaixo da média histórica.

Entidades com maior incidência

Guanajuato liderou a lista de homicídios com 124 vítimas. Em contrapartida, os estados anfitriões da Copa do Mundo relataram reduções: Nuevo León somou 30, Jalisco 51 e Cidade do México 59, todos abaixo dos números de junho de 2025.

Estratégia e desafios

As autoridades federais atribuem a redução à estratégia de segurança da presidente Claudia Sheinbaum, que inclui ações coordenadas contra o crime organizado e maior presença policial. Contudo, organizações civis apontam que persistem problemas no registro de outros crimes, como desaparecimentos e feminicídios.

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México: 178 jornalistas assassinados em 26 anos, a maioria em Veracruz

178 jornalistas privados de suas vidas desde 2000. Veracruz está no topo da lista.

Violência contra a imprensa no México

Desde 2000, 178 jornalistas e comunicadores foram privados de suas vidas no México, segundo dados da organização Artigo 19. O caso mais recente é o de Roxana Berenice Guzmán Ramírez, encontrada morta mais de um mês após seu desaparecimento em Veracruz.

Veracruz é a entidade mais violenta para a imprensa com 34 vítimas mortais, seguida por Guerrero com 19. Chihuahua, Oaxaca e Tamaulipas registam 15 cada. Do total, 165 eram homens e 13 mulheres.

O mandato de seis anos mais letal foi o de Felipe Calderón (2006-2012) com 48 homicídios. Seguem-se os governos de Enrique Peña Nieto e Andrés Manuel López Obrador, com 47 cada. Em contrapartida, sete estados não reportaram vítimas mortais no mesmo período: Aguascalientes, Campeche, Colima, Hidalgo, Querétaro, Tlaxcala e Yucatán.

O Artigo 19 apela às autoridades para que garantam a justiça e reforcem os mecanismos de protecção. A impunidade continua a ser um factor-chave que agrava a violência contra a imprensa no México.

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