Fritzia, a cadela resgatada do viaduto, volta para casa

Uma história de amor peluda que comoveu a capital: o reencontro emocionante após um resgate no trânsito.

Um resgate que chocou a cidade

No coração da caótica Cidade do México, onde concreto e asfalto devoram sonhos, uma pequena heroína de quatro patas escreveu seu próprio épico. Fritzia, o valente cão que desafiou a morte nas pistas do Viaduto Miguel Alemán, tornou-se o símbolo da esperança de que todos precisávamos.

O momento que parou o trânsito e os corações

Foi uma manhã como qualquer outra, até que o destino teceu o seu drama. Entre o ronco dos motores e a fumaça do escapamento, uma sombra peluda corria desesperadamente entre os veículos. Foi ela! Fritzia, perdida, assustada, lutando pela vida na selva de concreto. Os anjos da Secretaria de Segurança Cidadã (SSC) não hesitaram um segundo: com a precisão de um balé heróico, interceptaram o perigo e o arrancaram das garras do destino.

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Mas isso não foi o fim… apenas o começo! Durante dias, a doce “Lulú” (como a chamava sua dona) se transformou em Fritzia, a queridinha da Diretoria de Operações Rodoviárias 2. Os policiais, endurecidos pelo caos da cidade, derreteram seus corações diante dessa intrusa de pelos e olhos tristes. Ofereceram-lhe mais do que abrigo: deram-lhe amor, croquetes e um lugar nas suas memórias.

O reencontro que fez chorar até o mais forte

Quando as redes sociais estavam fervendo com sua história, quando milhares de pessoas compartilhavam sua foto com lágrimas nos olhos… ela apareceu! O legítimo proprietário, munido de fotografias e do certificado que comprovava esse vínculo inquebrável. O momento do parto foi tão doce quanto comovente: enquanto a Brigada de Vigilância Animal oferecia conselhos para evitar novos sustos, os policiais murmuravam despedidas entre sorrisos tortos. Eles perderam seu animal de estimação temporário, mas ganharam uma lição de amor!

E assim, entre abraços e latidos, Fritzia iniciou sua viagem de volta, deixando para trás um pedaço de seu coração peludo naquelas instalações que a salvaram. Os heróis do trânsito observaram-na partir, sabendo que haviam testemunhado um milagre diário: o poder da humanidade em meio ao caos.

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Lenia Batres justifica ISR sobre heranças de contas de aposentadoria

Batres defende o ISR sobre heranças como a única forma de redistribuir a riqueza.

A justificativa de Lenia Batres

A Ministra do Supremo Tribunal de Justiça da Nação (SCJN), Lenia Batres Guadarrama, defendeu o seu voto a favor da aplicação do Imposto sobre o Rendimento (ISR) aos recursos das contas de reforma herdadas. Ele argumentou que os impostos são o único mecanismo para conseguir a redistribuição da riqueza.

“O único mecanismo que nosso mundo tem para redistribuir essa riqueza é o pagamento de impostos. É por isso que consideramos justo que os impostos sejam pagos sobre heranças e legados”, afirmou ele em uma coluna de vídeo.

Batres citou dados da OCDE: 24 países cobram um imposto sobre heranças que representa 0,5% da receita fiscal total. Deles, 21 aplicam conforme o grau de parentesco e três tributam diretamente o valor dos bens do falecido.

A decisão do Tribunal

O plenário do SCJN decidiu por maioria que os recursos das contas individuais de reforma não deveriam pagar ISR, considerando que fazem parte do património gerado durante a vida pelo trabalhador. Foi retirada a proposta original da Ministra Sara Irene Herrerías Guerra para desenvolver um novo projeto que proteja os beneficiários.

Batres reconheceu que a cobrança de um imposto não é competência do Supremo Tribunal, mas do Congresso da União. Insistiu que o dinheiro herdado não provém dos esforços do beneficiário e apelou ao Tribunal para que promova a equidade social.

O ministro destacou que 50% da população mundial possui menos de 2% da riqueza, enquanto 10% concentra mais de 76%. Com o seu voto, procurou avançar para uma maior justiça fiscal.

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Ex-diretor da Pemex é preso por violência familiar

A prisão do ex-diretor da Pemex por violência familiar marca um precedente na luta contra a impunidade.

A Secretaria da Mulher reconheceu a coordenação entre as promotorias da Cidade do México e de Morelos após a prisão de Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Petróleos Mexicanos (Pemex). O mandado de prisão resultou de uma investigação sobre supostos atos de violência familiar contra sua esposa, María Felicia Jiménez.

Uma mensagem contra a impunidade

Em comunicado oficial, o órgão federal indicou que a captura do ex-funcionário representa um avanço significativo no acesso à justiça para a vítima. Além disso, indicou que envia uma mensagem forte de impunidade zero para a violência contra as mulheres, independentemente da posição ou relevância pública do agressor.

Desde que o caso se tornou público, a Secretaria forneceu apoio institucional, assessoria jurídica e acompanhamento oportuno a Jiménez. A prioridade, segundo o comunicado, tem sido salvaguardar a sua segurança física e emocional, bem como proteger os seus direitos fundamentais.

Confiança no processo judicial

A instituição manifestou a sua confiança de que o processo criminal prossegue com estrita observância da lei e sob uma rigorosa perspectiva de género. O objetivo é garantir uma justiça integral que inclua a sanção correspondente, a reparação dos danos e as medidas de proteção para evitar a revitimização. Com isso, a Secretaria reafirma seu compromisso com a defesa da mulher no país.

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EUA negam extradição de El Mayo Zambada; o chefe aceitou uma sentença de prisão perpétua

Os EUA rejeitam o pedido do México para extraditar Ismael “El Mayo” Zambada, que já aceitou a prisão perpétua.

A Procuradoria-Geral da República (FGR) informou que o governo dos Estados Unidos negou a extradição de Ismael “El Mayo” Zambada, suposto líder do Cartel de Sinaloa. A autoridade norte-americana argumentou que o arguido já enfrenta um processo criminal num Tribunal Distrital daquele país.

“O Departamento de Justiça dos Estados Unidos notificou a impossibilidade de atender ao pedido de extradição feito pelo governo do México, argumentando que ‘El Mayo’ está sendo processado perante um Tribunal Distrital daquele país”, explicou Ernestina Godoy, chefe da FGR.

Investigações no México

O procurador explicou que a FGR mantém 32 investigações contra Zambada García. Deles derivaram vários mandados de prisão e, posteriormente, o pedido de extradição. Godoy destacou que as acusações em território mexicano estão relacionadas ao crime organizado e aos crimes contra a saúde.

A recusa ocorre depois que Zambada aceitou a pena de prisão perpétua perante a justiça americana. Sua transferência para o México, pelo menos por enquanto, está descartada. O caso permanece aberto em ambos os países.

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