Fleming deixa o Kennedy em meio ao êxodo artístico

A soprano junta-se à lista de artistas que abandonam o emblemático centro após mudança de nome e morada.

Outra derrota de peso pesado

Renée Fleming não estará onde deveria estar em maio. A soprano ganhadora do Grammy desistiu de duas apresentações programadas no Kennedy Center. É o mais recente de uma série de cancelamentos iniciados com a demissão da gestão anterior.

O centro agora tem um nome diferente e isso parece custar caro em termos de talento.

RelacionadoGrammy Latino exibe sua programação de performances estelares

Um padrão repetitivo

Sua saída não é exatamente uma surpresa. Há um ano, Fleming renunciou ao cargo de “Conselheiro Artístico Geral”. Naquela época, ele defendeu as saídas forçadas do presidente do centro, David Rubenstein, e de sua presidente, Deborah Rutter.

Agora, a instituição diz simplesmente que houve “um conflito de agendamento”. A declaração desta semana anuncia: “Um novo solista e repertório serão anunciados posteriormente.”

Fleming não comentou publicamente sua decisão até agora. Mas a mensagem nas entrelinhas é clara.

Ele se junta a uma lista crescente. Lin-Manuel Miranda, Bela Fleck e Issa Rae também cancelaram eventos por lá. Até a Ópera Nacional de Washington, que se apresentava no local desde 1971, rompeu relações este mês.

O centro da cidade tornou-se um campo de batalha cultural mais amplo. Muitos vêem estas saídas como uma resposta ao que alguns chamam de ataque a certas expressões artísticas.

Para os amantes da música clássica e do teatro, é mais um sinal de como a política está reconfigurando os palcos. A cortina não cai apenas entre os atos; Às vezes cai e nunca mais sobe.

Julio César Chávez abre nova documentação para ViX

O lendário boxeador mexicano estreia série no ViX e revela detalhes de sua vida sem filtros.

O novo olhar para sua vida

Julio César Chávez, que na década de 80 foi considerado o melhor boxeador do mundo peso por peso e campeão em três categorias, se prepara para estrear a docuseries “Chávez vs Chávez” em setembro na plataforma ViX. O homem de Sonora, de 64 anos, promete uma história sem limites sobre suas subidas, quedas e seu processo de recuperação.

“É uma série que fala da ascensão e queda que eu tive, mas também da ascensão. Desde quando eu era criança, desde quando fui campeão mundial e tudo mais, claro que a família está envolvida”, declarou.

A produção está a cargo de Diego Enrique Osorno, conhecido por documentários como “O espetáculo, crônica de um assassinato” e “A montanha”. É a segunda vez que Chávez é retratado neste formato; A primeira foi em 2007, de Diego Luna, em longa-metragem. Em 2017 foi transmitida a biossérie “El César” com Armando Hernández.

“Não é que eu não tenha gostado (de Luna), mas esse vai ficar mais bonito; naquele eu fui muito mal então (por uso de substâncias) e esse é mais completo”, comentou.

Há também planos para um filme nos Estados Unidos, ainda em negociação. “Depois que isso for alcançado, poderei deixar este mundo em paz. Já ​​sou muito visto”, acrescentou.

Chávez foi campeão mundial no Super Pena, Leve e Super Leve. Ele teve mais de 80 nocautes (oito em 10 lutas) e apenas seis derrotas. Após sua aposentadoria, ele enfrentou problemas com uso de álcool e outras substâncias; Ingressou na reabilitação em 2010. Hoje é comentarista da TV Azteca e dá palestras motivacionais.

A partir desta semana, ele também aparece na campanha “Call of Duty: Mobile” para o México e América Latina, onde os jogadores ganharão luvas inspiradas no ex-boxeador com sua assinatura. A gravação foi feita nos Estúdios Churubusco.

“Os videogames são muito importantes nas novas gerações, vejo como meu neto Julito lida com isso, ele tem seis anos e desde que nasceu com eles me ensina, acho que ele vai gostar deste.”

Quase 30 anos após sua aposentadoria, as crianças ainda o reconhecem. “É algo lindo que o dinheiro não compra e é isso que vou levar comigo quando morrer”, concluiu.

Continuar lendo

Enjambre se prepara para estreia solo no GNP

Enjambre fará sua estreia solo no GNP Stadium com duas datas e um novo álbum.

Um salto para o grande palco

O Swarm dará um passo fundamental em sua trajetória. A banda mexicana de rock se apresentará pela primeira vez como solista no Estádio GNP Seguros, na Cidade do México, nos dias 29 e 30 de agosto. A grande procura os levou a abrir um segundo show.

Eles já haviam tocado naquele local, mas como parte da programação do Vive Latino. Agora o público irá exclusivamente vê-los. Mais de 60 mil participantes por noite, num palco de dezenas de metros quadrados.

Preparação e surpresas

O vocalista Luis Humberto Navejas treina muito para estar em ótima condição física. “O desafio é garantir que o retorno que dão a este lugar grande e importante esteja além do que esperam”, disse ele em entrevista à Associated Press.

Ele anunciou que planejam lançar visuais criados especialmente para esses shows. “Queremos aproveitar esse espaço para ter algo diferente, algo que nunca fizemos”, acrescentou o guitarrista Isaac Navejas.

No dia 18 de julho eles tocarão no Pershing Square em Los Angeles, junto com Inspector, La Unión, Comisario Pantera e Pastilla.

Novo álbum físico

Antes das datas no GNP, lançarão a versão em CD e vinil do álbum “Daños Luz”, lançado no início do ano. Inclui músicas como “Angustias”, “The Difference” e “Vínculo”.

“Este é um álbum onde havia vontade de voltar a tocar rock”, explicou Luis Humberto. “Estávamos vindo da turnê acústica do ‘Salon Nights’, mas já queríamos voltar ao barulho, às distorções.”

A melhor maneira de ouvi-la, diz ele, é do início ao fim, música por música, “do jeito que a escrevemos”.

Em breve lançarão o restante de sua discografia em vinil: “Próximos prójimos”, “Imperfecto estranho”, “Proaño” e “El Segundo es felino”.

Com duas datas e um novo álbum físico, o Enjambre prepara-se para dar um concerto que promete ser histórico para os seus seguidores.

Continuar lendo

Juan Gabriel retorna aos cinemas com seu histórico concerto em Belas Artes

O emblemático concerto de 1990 será exibido nos cinemas Cinemex durante o mês de agosto de 2026.

Um marco cultural na tela grande

O legado de Alberto Aguilera Valadez, conhecido como Juan Gabriel, continua. Cinemex anuncia a exibição especial do concerto “Mi Primer Bellas Artes” em seus cinemas durante o mês de agosto de 2026. Isso ocorre quase uma década após a saída do compositor michoacano, enquanto sua performance de “Hasta que te met” ressoa como o hino não oficial dos torcedores mexicanos na Copa do Mundo de 2026.

A apresentação original, de 9 a 12 de maio de 1990, marcou um antes e um depois. Juan Gabriel foi o primeiro cantor e compositor de música popular a se apresentar no Palácio de Belas Artes, acompanhado pela Orquestra Sinfônica Nacional. O acesso de um artista popular àquele local gerou polêmica entre os críticos da época, conforme registrado nos arquivos do INBAL. Porém, o espetáculo rompeu barreiras e democratizou a utilização do mais alto fórum artístico do país.

Recursos e pré-vendas

As exibições serão exclusivas nos complexos Cinemex. A pré-venda dos ingressos começa na terça-feira, 28 de julho de 2026, tanto nos canais digitais quanto nas bilheterias físicas.

Continuar lendo