Outra derrota de peso pesado
Renée Fleming não estará onde deveria estar em maio. A soprano ganhadora do Grammy desistiu de duas apresentações programadas no Kennedy Center. É o mais recente de uma série de cancelamentos iniciados com a demissão da gestão anterior.
O centro agora tem um nome diferente e isso parece custar caro em termos de talento.
Um padrão repetitivo
Sua saída não é exatamente uma surpresa. Há um ano, Fleming renunciou ao cargo de “Conselheiro Artístico Geral”. Naquela época, ele defendeu as saídas forçadas do presidente do centro, David Rubenstein, e de sua presidente, Deborah Rutter.
Agora, a instituição diz simplesmente que houve “um conflito de agendamento”. A declaração desta semana anuncia: “Um novo solista e repertório serão anunciados posteriormente.”
Fleming não comentou publicamente sua decisão até agora. Mas a mensagem nas entrelinhas é clara.
Ele se junta a uma lista crescente. Lin-Manuel Miranda, Bela Fleck e Issa Rae também cancelaram eventos por lá. Até a Ópera Nacional de Washington, que se apresentava no local desde 1971, rompeu relações este mês.
O centro da cidade tornou-se um campo de batalha cultural mais amplo. Muitos vêem estas saídas como uma resposta ao que alguns chamam de ataque a certas expressões artísticas.
Para os amantes da música clássica e do teatro, é mais um sinal de como a política está reconfigurando os palcos. A cortina não cai apenas entre os atos; Às vezes cai e nunca mais sobe.




