Jane Etta Pitt, mãe de Brad Pitt, morre aos 84 anos

A família Pitt se despede de sua matriarca com uma emocionante homenagem cheia de amor e lembranças.

Adeus a uma amada matriarca

A família Pitt está de luto. Jane Etta Pitt, mãe do renomado ator Brad Pitt, morreu esta semana aos 84 anos, conforme confirmou sua neta Sydney Pitt por meio de uma comovente homenagem nas redes sociais. A mensagem emocionante, acompanhada de fotografias de família, destacou o legado de amor e criatividade que Jane deixou em seu círculo próximo.

Uma homenagem cheia de amor

“Minha doce avó, Jane Etta, ainda não estávamos prontos para você partir”, escreveu Sydney em sua conta no Instagram. “Mas saber que você finalmente está livre para cantar, dançar e pintar novamente torna tudo um pouco mais fácil.” A fundadora da organização Watering Souls descreveu a sua avó como uma mulher compassiva, divertida e profundamente generosa, qualidades que marcaram a vida daqueles que a rodeavam.

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Jane Etta Pitt, mãe de três filhos – Brad, Doug e Julie – levou uma vida discreta em Springfield, Missouri, onde criou a família com o marido, William Alvin Pitt. Embora tenha evitado os holofotes da mídia, sua presença foi essencial em momentos-chave, como quando acompanhou Brad Pitt na cerimônia do Oscar de 2012, onde foi visto na primeira fila apoiando-o com orgulho.

Um legado de alegria e criatividade

Seu relacionamento com seus 14 netos era especialmente próximo. Jane surpreendeu as crianças com jogos inventados, café da manhã banana split e rituais para comemorar o início do ano letivo. “Foi amor incondicional, segurança, alegria e fé. Foi justiça, coragem e graça. Seu legado é eterno”, acrescentou Sydney em sua publicação.

Até agora, a causa exata de sua morte ou a data precisa não foram reveladas. No entanto, a família confirmou a notícia ao TMZ e, desde então, chegaram inúmeras mensagens de apoio e condolências de fãs e amigos próximos.

Em suas palavras finais, Sydney agradeceu à avó pelas lições de vida que ela lhe ensinou: “Eu te amo mais do que as palavras podem expressar. Vou celebrar você todos os dias da minha vida.” Um testemunho que reflete o impacto duradouro de Jane Etta Pitt em sua família.

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Tony Dalton retorna ao teatro com ‘Amigos Intocáveis’

Tony Dalton retorna aos palcos após 8 anos com uma adaptação teatral do filme francês.

Um retorno esperado

Tony Dalton sobe novamente no palco teatral. Seu último trabalho foi Power Games em 2017. O cinema e a televisão o mantiveram ocupado até que o produtor Morris Gilbert lhe apresentou o roteiro de Amigos Intocáveis. Dalton aceitou imediatamente.

“Poder fazer teatro é uma benção para um ator… aqui você sente tudo e vai no momento”, comentou o ator.

Gilbert e Dalton tinham uma dívida pendente: eles não trabalhavam juntos desde mesma época do ano que vem, há 15 anos. A agenda do ator sempre impediu, mas há um ano tudo se alinhou. A adaptação do filme francês Amigos Intocáveis (2011) convenceu Dalton, que estreou ontem à noite no Teatro Centenario Coyoacán.

O trabalho

A história acompanha Felipe (Dalton), um milionário que fica tetraplégico após um acidente e entra em depressão. A sua vida muda quando Abel (Manuel Cruz Vivas, alternando com Sebastián Dante), um jovem do bairro sem experiência, se torna seu zelador. Juntos eles descobrem uma nova direção.

A direção e adaptação ficam a cargo de Angélica Rogel. O elenco inclui Daniela Luján, Mónica Dionne e Daniel Bretón. Durante quase duas horas, o público ri, se emociona e se conecta com essa dupla carinhosa.

Para Gilbert, encontrar sua co-estrela foi fundamental. “Isso foi para audições… tenho certeza que as pessoas virão ver os dois”, explicou ele. A cenografia de Aurelio Palomino transforma o espaço: de uma elegante residência a uma tarde de praia, tudo sem perder a magia teatral. Gilbert destacou a dificuldade de adaptar o filme ao teatro: “O desafio foi criar esses espaços de uma forma mágica e fluida”.

O elenco de Amigos Intocáveis promete uma experiência comovente e divertida.

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Alejandro Fernández não vai se aposentar; apenas faça uma pausa

Desmienten versiones sobre retiro de Alejandro Fernández; solo es una pausa programada.

Rumores infundados

Circulou nas redes sociais a ideia de que Alejandro Fernández estava deixando o palco após falar sobre sua depressão. A informação é falsa.

Sua equipe, Grupo Fernández, esclareceu:

“O que acontece é que, como já faz há vários anos, o cantor aproveita dois períodos específicos do ano para se desligar do trabalho (inverno e verão) e recarregar baterias antes de retomar os compromissos profissionais.”

Férias na Grécia

O intérprete está atualmente na Grécia com sua companheira, Karla Laveaga. Não há anúncio de aposentadoria ou fim de carreira.

Esta pausa responde a um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. O artista mantém esta prática há muito tempo, o que lhe permite regressar aos palcos com energia.

Sem aposentadoria antecipada. Apenas férias bem merecidas.

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Simon McBride, o guitarrista do Deep Purple que não tem medo do passado

Simon McBride, novo guitarrista do Deep Purple, encara o legado com confiança e sem distrações.

Um peso histórico

Simon McBride ainda não havia nascido quando o Deep Purple lançou “Hush” em 1968. Hoje, com 58 anos de história sobre os ombros, ele é o mais novo membro da lendária banda de rock.

O músico ingressou em 2022 para substituir Steve Morse. Ele sabe que carregar o legado de Richie Blackmore, guitarrista original, não é fácil. Mas ele não está preocupado.

“Eu sabia que muitas pessoas diriam coisas sobre mim, mas basta ignorar isso e seguir em frente”, disse McBride.

O ruído digital não distrai você. Seu foco é aproveitar a jornada ao lado de Ian Gillan, Roger Glover, Ian Paice e Don Airey. Antes de ser sua banda, Deep Purple foi um dos grupos que o fez amar o rock.

“Não penso nisso. Estou muito confiante. Não me importo com o que dizem”, acrescentou.

Dois álbuns em menos de cinco anos

McBride já participou de “=1”, vigésimo terceiro álbum de estúdio do grupo. Esta sexta-feira apresenta “splat!”, o seu segundo álbum com os britânicos. A experiência parece quase irreal para ele.

Com determinação, o novo guitarrista mostra que o passado não define o seu presente. Deep Purple ainda está rolando e ele está junto.

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