Ex-comissário de Hermosillo é preso por supostos crimes contra os direitos humanos

O sistema judicial de Sonora está a agir contra um antigo funcionário ligado a alegadas violações dos direitos humanos.

El excomisario que ahora enfrenta la ley (y no precisamente desde el lado bueno)

Parece que la vida le dio un giro de 180 grados a Manuel Emilio Hoyos Díaz, el excomisario de Seguridad Pública de Hermosillo, quien pasó de dar órdenes a recibirlas —esta vez, de un juez—. Este jueves, la Fiscalía de Sonora lo escoltó (con menos cortesía y más esposas) en un operativo que incluyó a la Marina y hasta un home tour no solicitado en su casa del fraccionamiento Monterrosa. ¿El motivo? Seis órdenes de aprehensión por delitos relacionados con violaciones a derechos humanos. Vaya currículum.

De héroe a villano en tiempo récord

Hoyos Díaz no era un don nadie: antes de ser comisario, dirigió el Observatorio Ciudadano de Seguridad y luego la Policía Municipal. Pero su estrella se apagó más rápido que un meme viral cuando, en junio, renunció tras el escándalo por el arresto de dos de sus policías —Ricardo “N” y Pedro Javier “N”—, acusados de abusar de su autoridad y privar de libertad a personas en situación de calle. ¿El destino irónico? Ahora él está tras las rejas por algo parecido.

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El caso que lo tiene en jaque involucra a personas sin hogar que, según denuncias, fueron trasladadas sin consentimiento a Navojoa durante las Fiestas del Pitic 2025. Porque nada dice “celebración cultural” como una redada estilo ¿Dónde está la fiesta? pero con final trágico. La Comisión Estatal de Derechos Humanos (CEDH) presentó quejas, y la Fiscalía —en modo CSI: Sonora</em— recogió las pruebas.

Aunque oficialmente no hay más detalles (la Fiscalía promete actualizaciones “cuando el proceso lo permita”), fuentes locales señalan que la Agencia Ministerial de Investigación Criminal (AMIC) y la Semar ejecutaron la orden. Por si faltaba drama, el operativo incluyó un cateo express en su vivienda. ¿Qué buscaban? Quizá evidencias… o tal vez solo asegurarse de que no tenía más ideas brillantes como las anteriores.

Moraleja: la impunidad tiene fecha de caducidad

Este caso es un recordatorio de que, en la era de las redes sociales y la presión ciudadana, los abusos de poder ya no pasan desapercibidos. Hoyos Díaz podría ser el ejemplo de manual de cómo caer en desgracia: de ser una figura pública a convertirse en el protagonista de un escándalo que mezcla corrupción, derechos humanos y un toque de realidad distópica.

Mientras tanto, Hermosillo se pregunta: ¿cuántos más habrá detrás de estas prácticas? Y lo más importante, ¿la justicia seguirá actuando con la misma contundencia? Por ahora, el mensaje es claro: ni el cargo ni los contactos te salvan cuando las pruebas hablan por sí solas.

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Ex-diretor da Pemex é preso por violência familiar

O ex-diretor da Pemex foi preso em Narvarte após denúncia de sua esposa por agressões físicas.

A prisão

Víctor Rodríguez Padilla, ex-chefe da Petróleos Mexicanos, foi preso na tarde desta terça-feira, 7 de julho, no bairro Narvarte, prefeitura de Benito Juárez. Elementos da Procuradoria-Geral da Cidade do México o prenderam às 17h32. na rua Monte Albán 20, em frente a um café, segundo o Registro Nacional de Detenções.

O ex-funcionário, de 1,78 metros de altura, pele e cabelos brancos, vestia camisa branca e calça social. Ele foi colocado à disposição do Ministério Público Comum sem que o crime constasse dos autos.

A reclamação

Rodríguez Padilla é acusado de violência familiar. Sua esposa, a engenheira nuclear María Felicia Jiménez Lavie, relatou os ataques físicos que sofreu e solicitou proteção por meio de um vídeo transmitido nas redes. Em seu depoimento ao EL UNIVERSAL, ela relatou que o ataque de 15 de março — registrado em gravações — não foi um evento isolado, mas sim o ponto mais alto de uma escalada que começou em 2022 com abusos verbais e físicos, incluindo um incidente em que seu marido a esfaqueou com uma caneta na mão.

“Primeiro houve insultos verbais, depois uma bofetada, um empurrão, mas como este, que foi muito brutal, até tive muitas dores ao caminhar durante vários dias”, disse o denunciante.

No dia 29 de junho, a presidente Claudia Sheinbaum Pardo pediu que todo o peso da lei fosse aplicado às denúncias de violência familiar. Destacou que, desde os fatos ocorridos em Morelos, a Procuradoria Geral do Estado de Morelos investigará o caso e determinará a sanção penal. “Ninguém estará protegido de um ato como este”, disse o presidente.

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Revogação de mandato em Veracruz: 750 mil assinaturas e novos prazos

Congresso de Veracruz aprova reforma para revogação com 750 mil assinaturas e prazos definidos.

Os detalhes da reforma

O Congresso de Veracruz aprovou uma reforma constitucional que especifica os mecanismos de Revogação de Mandato. A medida poderá ser aplicada a partir de 2028, desde que sejam recolhidas pelo menos 750 mil assinaturas de cidadãos.

A votação foi de 39 votos a favor, 5 contra e 2 abstenções. O inciso B) do inciso VI do artigo 15 da Constituição local foi reformado.

O procedimento estabelece que durante o mês anterior ao encerramento do terceiro ano de governo, os promotores da revogação devem recolher assinaturas equivalentes a 10% da lista nominal do estado, ou seja, 750 mil apoios. Além disso, esse percentual deve ser distribuído em pelo menos metade mais um dos municípios de Veracruz, e em cada um deles representar pelo menos 3% dos eleitores registrados.

Uma vez recolhido, o pedido é apresentado ao Órgão Público Eleitoral Local, que terá 30 dias corridos para verificar as assinaturas e, caso atendido, emitir o edital.

O deputado de Morena, Luis Vicente Aguilar Castillo, defendeu a reforma:

“A participação cidadã não se mede pela facilidade de acionamento de um procedimento, mas pela capacidade de demonstrar que existe uma vontade coletiva, autêntica e amplamente apoiada pelo povo.”

Em contrapartida, a deputada do Movimento Cidadão, María Elena Córdova Molina, votou contra. Ele considerou que a reforma reduz o tempo de coleta de assinaturas e que as regras são ajustadas conforme o caso.

“Os homens e mulheres de Veracruz exigem mecanismos eficazes e transparentes para expressar a sua voz e os seus sentimentos”, disse ele.

A integrante do PRI Ana Rosa Valdés Salazar também criticou as novas exigências:

“É quase impossível cumprir as novas exigências”, considerando que elas aumentam a lista de eleitores signatários e exigem distribuição pela metade mais um dos municípios.

A reforma procura definir as regras de um processo que, se estiverem reunidas as condições, poderá ser ativado em 2028.

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Mais de uma tonelada de cocaína apreendida em navio mercante

Operação conjunta impede que mais de dois milhões de doses cheguem às ruas.

Elementos da Secretaria da Marinha (Semar) e da Alfândega Marítima de Lázaro Cárdenas, Michoacán, localizaram e apreenderam 20 pacotes com mais de uma tonelada de cocaína a bordo de um navio mercante.

A fiscalização foi realizada com apoio de equipes caninas especializadas na detecção de substâncias ilícitas. Os pacotes com possível cocaína foram disponibilizados ao Ministério Público, que fará parte da pasta de investigação.

Com esta garantia, mais de dois milhões de doses, no valor de mais de 250 milhões de pesos, foram impedidas de chegar às ruas. A Procuradoria-Geral da República (FGR) e a Secretaria de Segurança e Proteção ao Cidadão (SSPC) também participaram da operação.

Coordenação interinstitucional

O Gabinete de Segurança destacou que o resultado reflecte a eficácia da coordenação entre as autoridades marítimas e aduaneiras para reforçar a segurança nos portos nacionais, através de operações permanentes de vigilância marítima, portuária, aérea e terrestre.

O navio mercante Wan Hai A20 atracou no Terminal Multiuso II. Sua possível ligação com uma organização criminosa está sendo investigada. As tropas inspecionaram 36 contêineres com a mesma origem do contêiner alertado em Puerto Quetzal, Guatemala.

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