Escândalo sobre investimento militar na comitiva de Hegseth

Uma tentativa de investimento do agente do Secretário da Defesa em empresas de armas antes de um ataque ao Irão levanta suspeitas.

¿Información privilegiada o coincidencia?

El secretario de Defensa estadounidense, Pete Hegseth, está bajo los focos. El Financial Times reveló que su agente bursátil en Morgan Stanley intentó mover una gran suma hacia un fondo de empresas armamentísticas. La clave: esto pasó semanas antes del ataque conjunto de EE.UU. e Israel contra Irán el 28 de febrero.

¿Simple sincronía o algo más turbio? La pregunta flota en el aire y pone el dedo en la llaga sobre los conflictos de interés en las altas esferas.

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La operación que no fue

Según el diario británico, el agente contactó a BlackRock para estudiar una inversión millonaria. El objetivo: el fondo Defense Industrials Active, especializado en acciones de empresas que fabrican armas y sistemas de defensa.

Tres fuentes citadas por el periódico sitúan la gestión justo antes de la acción militar contra Teherán. Al final, la operación no se concretó porque, según Morgan Stanley, ese fondo aún no estaba disponible para sus clientes. Un detalle técnico que evitó una tormenta mayor… por ahora.

La reacción oficial no se hizo esperar. Desde el Pentágono salieron al quite con todo.

El portavoz Sean Parnell negó las acusaciones y calificó la información como “totalmente falsa e inventada”, exigiendo una rectificación.

Pero ya sabes cómo es esto. Las negativas furibundas son el guion habitual. Lo que importa son los hechos y su timing casi perfecto. En geopolítica, donde un rumor puede mover mercados, estas “coincidencias” huelen mal.

¿Es esto un caso aislado o la punta del iceberg? La historia nos dice que donde hay acceso a información ultrasensible y grandes sumas de dinero, las tentaciones aparecen. Habrá que ver si este intento frustrado abre una investigación real o se queda en otra nota al pie olvidada.

Papagaio sobrevive 9 dias sob escombros na Venezuela

Um papagaio foi resgatado vivo depois de passar nove dias sob os escombros em La Guaira.

O resgate

Um papagaio foi encontrado vivo nove dias depois dos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que abalaram a Venezuela em 24 de junho. A ave foi localizada sob os escombros de um prédio em La Guaira, no departamento número 8, identificado como Opp033. Os Bombeiros do Estado de Miranda conseguiram ajudá-lo.

O vídeo do resgate se tornou viral. Ao ser retirado dos escombros, o papagaio recebeu água e os socorristas o chamaram de “Panchito”. “Meu filho, você sobreviveu”, ouve-se um dos bombeiros dizendo enquanto o pássaro bebe desesperadamente, segundo imagens compartilhadas pela equipe.

Contexto da tragédia

Os números oficiais até à data reportam mais de 2.200 mortes, 11.000 feridos e quase 50.000 desaparecidos, segundo a ONU. O papagaio foi o único sobrevivente daquele departamento, o que gerou comoção nas redes sociais.

A equipe de resgate decidiu rebatizá-lo de “Panchito” após recebê-lo do lado de fora. O caso se soma às histórias de sobrevivência que surgiram após os terremotos na região.

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Terremotos na Venezuela: crise humanitária e luta política

Os terremotos na Venezuela desencadearam crises políticas e humanitárias à medida que o mandato interino de Delcy Rodríguez expira.

Os consecutivos terremotos que abalaram a Venezuela em 24 de junho deixaram pelo menos 2.645 mortos e mais de 12.500 feridos, segundo dados oficiais. A catástrofe colocou à prova a presidente interina, Delcy Rodríguez, cujo mandato interino termina esta sexta-feira. Enquanto defende a resposta do seu governo, a líder da oposição exilada María Corina Machado – vencedora do Prémio Nobel da Paz – procura regressar ao país para pressionar por uma transição democrática.

Resposta do governo e tensões políticas

Na sua primeira conferência de imprensa após os terramotos, Rodríguez atribuiu as críticas aos “meios de comunicação preparados em laboratórios” e afirmou que as equipas de resgate foram mobilizadas imediatamente. No entanto, os moradores relataram que durante as primeiras 48 horas não houve apoio oficial nem maquinário pesado. O governo afirma ter enviado milhares de equipes de resgate e 11 hospitais de campanha internacionais, e aprovado um fundo de reconstrução.

Machado, do Panamá, afirmou que a resposta do governo mostrava “a total ausência do Estado” e apelou à confiança em lideranças alternativas. Seu partido criou um banco de dados com 36 mil pessoas desaparecidas e mobilizou voluntários para arrecadar doações. Machado foi proibido de concorrer em 2024, quando Nicolás Maduro reivindicou vitória, embora as contagens da oposição mostrem que Edmundo González, seu candidato, venceu por mais de 2 a 1.

Os Estados Unidos apoiam Rodríguez desde a captura de Maduro em Janeiro, elogiando as suas reformas no sector petrolífero. Duas autoridades norte-americanas, falando sob condição de anonimato, disseram à Associated Press que Washington desencorajou Machado de regressar após os terramotos, temendo que ele liderasse protestos. Rodríguez fechou o tráfego aéreo comercial para Caracas, cancelando voos de ajuda humanitária.

Termo do mandato e futuro incerto

A Constituição venezuelana estabelece que as ausências temporárias do presidente podem ser cobertas pela vice-presidência por até 90 dias, prorrogáveis por mais 90. Esse período expira hoje, mas as autoridades não anunciaram o que farão. A Assembleia Nacional, controlada pelo partido de Rodríguez, pode convocar eleições antecipadas se declarar o cargo vago.

Organizações internacionais prometeram centenas de milhões de dólares em ajuda. Os Médicos Sem Fronteiras alertam que a magnitude do sofrimento ainda está a emergir. “Sabemos que ainda há corpos sob os edifícios desabados”, disse Andreas Spaett, coordenador do grupo na Venezuela. “Este é um dos grandes desastres naturais da história da humanidade.”

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Putin minimiza crise de combustível na Rússia

Putin minimiza os ataques às refinarias enquanto os russos enfrentam racionamento de gasolina.

Putin minimiza ataques ucranianos às refinarias

Apesar da grave escassez de combustível na Rússia, o presidente Vladimir Putin minimiza os ataques ucranianos às suas refinarias. Ele os descreve como uma tentativa de desviar a atenção das derrotas de Kiev no campo de batalha. Analistas apontam que o avanço russo desacelerou nos últimos meses.

Os ataques reduziram quase um terço da capacidade de refino. A produção de gasolina caiu 17%, para 850 mil barris por dia. O racionamento foi implementado em muitas regiões e os motoristas esperam em longas filas para abastecer. A Crimeia, anexada ilegalmente em 2014, sofre a pior escassez: as vendas de gasolina a particulares têm sido periodicamente suspensas.

Putin presidiu uma reunião no fim de semana passado para tratar do assunto. Em declarações televisivas ele reconheceu um “período difícil” e prometeu acelerar os reparos. Afirmou também que aumentará a produção de sistemas antiaéreos para repelir futuros ataques.

Ofensiva na Ucrânia e rejeição da trégua

Na quinta-feira, um enorme bombardeio russo em Kiev deixou pelo menos 30 mortos, um dos ataques mais mortíferos desde o início da invasão. A ONU contabiliza mais de 16 mil civis ucranianos mortos na guerra.

Putin rejeitou a proposta de cessar-fogo da Ucrânia. Condiciona qualquer trégua à retirada da Ucrânia de partes de Donetsk, abandonando as suas aspirações da NATO e reduzindo o seu exército. Ele também rejeitou a interrupção mútua de ataques profundos, afirmando que os russos são “muito mais poderosos e destrutivos”.

Na sexta-feira, Putin visitou o quartel-general militar na Ucrânia para receber informações sobre a captura de Kostyantynivka, que chamou de “grande importância estratégica”. A Ucrânia não confirmou a queda da cidade e informou ter repelido 24 ataques russos nas proximidades.

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