O sistema de nomenclatura de furacões e seu significado histórico

Descubra como e por que os furacões são nomeados e a evolução desta prática fundamental para a segurança global.

Origem e evolução da nomenclatura dos furacões

Eventos climáticos intensos conhecidos como furacões, tufões ou ciclones — termos que variam dependendo da sua localização geográfica — representam um dos desafios mais críticos para o gerenciamento de emergências. A sua identificação através de nomes não é coincidência: responde a uma necessidade operacional fundamental de comunicação eficaz entre as autoridades e a população.

Dos santos aos sistemas alfabéticos: uma mudança necessária

Conforme documentado pela National Geographic, nos séculos XIX e XX, as tempestades no Caribe eram associadas ao nome do dia do seu impacto ou a coordenadas técnicas, método pouco acessível. A inovação veio com o meteorologista Clement Wragge, pioneiro no uso de nomes femininos no final do século XIX. Esta prática foi padronizada em 1953 nos EUA, mas foi somente em 1978 que a rotação igualitária entre nomes masculinos e femininos foi adotada.

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O papel da Organização Meteorológica Mundial (OMM)

A OMM, com sede em Genebra, supervisiona atualmente seis listas rotativas (uma para cada bacia oceânica), que são recicladas a cada seis anos. Cada lista segue ordem alfabética e exclui as letras Q, U, X, Y e Z devido à escassez de nomes disponíveis. No entanto, quando um furacão causa danos excepcionais, como o Katrina ou o Mitch, seu nome é permanentemente retirado em respeito às vítimas e para evitar confusão histórica.

Impacto prático da nomenclatura

Este sistema não só acelera a disseminação de alertas, mas também:

  • Facilita o rastreamento de tempestades na mídia e em registros científicos.
  • Reduz erros quando vários fenômenos ocorrem simultaneamente.
  • Humaniza a preparação, tornando a resposta do cidadão mais intuitiva.

Um exemplo notável é o furacão Sandy (2012), cujo nome permitiu que as evacuações multinacionais fossem coordenadas com maior clareza. A OMM atualiza periodicamente as listas para refletir a diversidade cultural, incluindo nomes em espanhol, francês e inglês, dependendo da região.

Você sabia? O Pacífico Central usa nomes havaianos, enquanto o Oceano Índico Norte usa termos propostos pelos países membros da OMM.

Perspectivas futuras e adaptação climática

Com o aumento da frequência e intensidade desses eventos devido às mudanças climáticas, a OMM avalia constantemente critérios para manter a eficácia do sistema. Entre as propostas está a ampliação das listas ou a incorporação de mais línguas indígenas em áreas vulneráveis.

Reflexão final: Por trás de cada nome existe uma estratégia comprovada para salvar vidas. Na próxima vez que você ouvir falar de um furacão, lembrará que identificá-lo é tão meticuloso quanto monitorá-lo.

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Baja California Sur em alerta máximo para furacões

27 pontos de inundação e 800 mil habitantes expostos: começa a fase crítica dos ciclones.

Baja California Sur inicia a fase mais intensa da temporada de furacões com seus cinco municípios classificados como de muito alto risco de ciclones tropicais. A Coordenação Nacional de Proteção Civil confirmou 27 pontos críticos de inundação e uma população exposta de quase 800 mil pessoas, todos os seus habitantes.

Mapa de risco

Comondú concentra a maior vulnerabilidade às inundações, devido à sua geografia plana onde se acumula o escoamento dos municípios vizinhos. No diagnóstico, 12 pontos críticos estão em Los Cabos, 10 em La Paz, três em Comondú, um em Mulegé e um em Loreto. Mulegé também enfrenta risco de deslizamentos de terra.

Laura Velázquez Alzúa, coordenadora nacional da Proteção Civil, lembrou que desde 1950 a NOAA documentou 80 sistemas tropicais que impactaram ou passaram perto do BCS. O ciclone Liza, em 1976, é o desastre mais grave: deixou mil mortos e quase 20 mil pessoas afetadas.

“A história é formativa; ela nos dá informações para nos prepararmos para o amanhã”, disse Velázquez.

Preparativos e abrigos

O Serviço Meteorológico Nacional prevê até 21 ciclones no Pacífico mexicano. O subsecretário estadual de Proteção Civil, Héctor Amparano Herrera, informou que existem 169 abrigos temporários com capacidade para 33.192 pessoas, com possibilidade de ampliação. Em Los Cabos, 256 toneladas de resíduos foram retiradas de 13 quilômetros de córregos.

O governador Víctor Castro Cosío solicitou coordenação com os prefeitos e reconheceu o apoio das Forças Armadas. “É hora de cerrar fileiras”, alertou Velázquez, insistindo na vigilância devido à instabilidade das encostas.

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Previdência Social: depósitos dos sobrenomes D, E e F nesta sexta-feira

Conheça o calendário e os valores dos apoios de julho a agosto de 2026.

Último dia da primeira semana de dispersões

Termina esta sexta-feira, 10 de julho, a primeira semana de depósitos das Pensões Previdenciárias correspondentes ao período julho-agosto de 2026. A Secretaria de Assistência Social mantém um sistema escalonado para evitar aglomerações nos pontos de retirada.

Quem é pago hoje?

Pessoas cujo sobrenome comece com as letras D, E e F receberão o pagamento neste dia. Os valores atuais são:

  • Pensão para Idosos: 6.400 pesos
  • Pensão de bem-estar feminino: 3.100 pesos
  • Pensão para Pessoas com Deficiência: 3.300 pesos
  • Programa para Mães Trabalhadoras: 1.650 pesos
  • Semeando Vida: 6.450 pesos por mês

O recurso é depositado nos cartões do Banco del Bienestar. Pode ser utilizado em lojas, fazer transferências pelo app ou sacar sem comissão nas agências.

Como está o calendário?

As dispersões continuarão até 29 de julho. A ordem para as próximas semanas:

  • Segunda-feira, 13 e terça-feira, 14: G
  • Quarta-feira, 15: H, I, J, K
  • Quinta-feira, 16: L
  • Sexta-feira, 17 e Segunda-feira, 20: M
  • Terça-feira 21: N, Ñ, O
  • Quarta-feira, 22: P, Q
  • Quinta, dia 23, e sexta, dia 24: R
  • Segunda-feira, 27: Sim
  • Terça-feira, 28: T, U, F
  • Quarta-feira, 29: W, X, Y, Z

Em caso de dúvidas, a Secretaria da Previdência oferece atendimento em seus módulos e por telefone.

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Depois de viralizar por causa do pato Merlin, ele recebe apoio para moradia

Karla Gómez, dona do pato Merlín, agradece a Sheinbaum por administrar uma casa decente para ela.

Apoio presidencial à família do Pato Merlin

Karla Gómez, proprietária do pato Merlin – o mascote não oficial da Copa do Mundo – agradeceu publicamente à presidente Claudia Sheinbaum por ajudá-la a encontrar um lar na Cidade do México.

Num link para a conferência matinal do Palácio Nacional, o comerciante de água confirmou: “Agora temos uma casa!” Explicou que anteriormente vivia com os filhos num espaço comercial do Centro, sem condições adequadas.

“Um dia ele colocou isso no meu caminho e foi quando me perguntou se eu precisava de alguma coisa. Contei a ele minha situação, mostrei a ele fotos de onde morávamos, onde tomamos banho. E você nos disse que poderia nos ajudar. E isso era real”, disse Gómez.

O presidente destacou que as autoridades da capital geriram o apoio através do Instituto de Habitação. “Não se trata apenas de conhecer o grande pato Merlin, que conquistou os corações dos mexicanos e torcedores de todo o mundo, mas também de conhecer as pessoas e suas necessidades”, afirmou Sheinbaum.

Karla Gómez disse que se sentiu mais calma: “Meus filhos e eu estamos dormindo em outro lugar. Não somos mais vulneráveis”.

O pato Merlin se tornou viral durante a Copa do Mundo, mas por trás da fama estava a precariedade de seu cuidador. Agora, com o apoio oficial, a família Gómez tem um teto decente sobre suas cabeças.

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