A maratona mais próxima da história é decidida por 0,03 segundos

Um resultado histórico onde uma fração de segundo separou o ouro da prata numa corrida épica.

Um fim que nem mesmo o olho humano poderia capturar

Parece que os organizadores do Campeonato Mundial de Atletismo em Tóquio decidiram que uma maratona de 42.195 quilômetros era muito chata para terminar da maneira tradicional, ou seja, com um cara cruzando a linha sozinho e exausto. Não, senhores. Este ano a moda foi o suspense fotográfico. Assim, o tanzaniano Alphonce Simbu e o alemão Amanal Petros ofereceram um espetáculo digno de uma final de 100 metros, mas com a pequena diferença de já terem percorrido impressionantes 42 quilômetros. Porque o que é uma pequena agonia muscular comparada à glória de um photo finish?

Imagine a cena: dois atletas, com as pernas transformadas em gelatina após percorrerem a cidade de Tóquio, entram no Estádio Nacional e, num acesso de lucidez ou de loucura, decidem que o mais sensato a fazer é dar uma corrida. Petros, com a elegância de quem acaba de descobrir uma segunda reviravolta no corpo, resumiu com a pérola do dia: “Nunca tinha visto nada assim numa maratona. Foi como uma corrida de 100 metros.” Subestimado, querido Amanal. Estava mais fechado. Tanto que até o cronômetro ficou vermelho.

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Quando os números se tornam uma zombaria sutil

A diferença foi de 0,03 segundos. Para aqueles que não são bons em matemática, esse é o tempo que você leva para piscar. Ou perceber que pagar uma assinatura para assistir a esse evento foi uma ótima ideia. Para colocar as coisas em perspectiva (porque adoramos colocar as coisas em perspectivas absurdamente irrelevantes), as finais dos 100m de domingo pareciam, em comparação, deslizamentos de terra. Diferença de 0,15 e 0,05 segundos? Que passeio! Aqui estamos falando de um verdadeiro feito de precisão milimétrica.

E caso alguém tenha pensado que foi um evento isolado, surpresa! A queniana Peres Jepchirchir já havia aguçado o apetite do público na véspera ao vencer a prova feminina por “largos” 0,2 segundos. Claramente, Simbu percebeu isso e disse: “Isso pode ser mais apertado”. E cara, ele conseguiu. Ambos os homens registraram exatamente o mesmo tempo oficial: 2h09min48seg. A única prova irrefutável foi uma fotografia que capturou o momento em que Simbu se tornou uma lenda pela menor margem imaginável.

O próprio campeão, numa explosão de originalidade, declarou: “Foi só tentar, tentar, tentar e terminei.” Uma filosofia profundamente complexa que sem dúvida será estudada pelas gerações futuras. Mas, para além do cliché, o seu feito é monumental: deu à Tanzânia a sua primeira medalha de ouro num evento olímpico ou mundial. Um país inteiro comemora que seu herói foi três centésimos mais rápido que o outro.

Não podemos deixar de nos perguntar o que aconteceria se aplicássemos esse mesmo critério de precisão a outras áreas da vida. E se o seu chefe lhe pedir um relatório e avaliar com acabamento fotográfico? Ou e se o seu cachorro chegar à tigela de comida primeiro do que o gato em 0,03 segundos? O caos reinaria, mas seria maravilhosamente divertido.

No final, a maratona nos deixou uma lição: depois de duas horas e nove minutos de esforço, tudo pode ser decidido num piscar de olhos. Ou, como diria um comentarista com pouca criatividade: “Isso é esporte!”

Esse final de parar o coração te surpreendeu? Compartilhe esse feito incrível em suas redes sociais e explore mais histórias esportivas que desafiam a lógica em nossa seção.

México e Inglaterra disputam um lugar na história no Azteca

O México busca as quartas de final após 40 anos, apoiado pelo Azteca e uma sequência sem gols contra.

No domingo, México e Inglaterra se enfrentam no Estádio Azteca pela vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. Para o Tricolor, é a oportunidade de quebrar um jejum de quatro décadas sem chegar a essa fase.

A euforia cresce após quatro vitórias consecutivas sem sofrer golos. Nenhum rival conseguiu romper a defesa mexicana. Mas a Inglaterra, vice-campeã nos dois últimos Campeonatos Europeus, representa o maior desafio.

Javier Aguirre, técnico mexicano, sabe disso: “Vocês enfrentam a Inglaterra, número 4 do mundo, campeã mundial… Teremos que fazer uma partida quase perfeita”.

A fortaleza asteca

O apoio do estádio é fundamental. Desde 1966, o México perdeu apenas duas partidas oficiais no Azteca. Nos três Mundiais disputados em casa, soma oito vitórias e dois empates. Nesta edição, são três vitórias sem gols sofridos.

“Há muitas emoções e histórias por trás disso”, disse Aguirre, que fez parte da equipe de 1986. “Acho que o melhor ainda está por vir.”

As armas do México e a ameaça inglesa

Aguirre aposta no ataque com Julián Quiñones e Raúl Jiménez, e na solidez defensiva para travar Harry Kane, o melhor marcador do torneio com cinco golos. O plano é ficar sempre de olho nele.

“Kane é uma figura mundial. Tentaremos garantir que ele não se sinta confortável, que sempre tenha alguém em cima dele”, explicou Aguirre. Ele também destacou Jude Bellingham e o técnico inglês Thomas Tuchel.

O meia Gilberto Mora, de 17 anos, pode ser uma surpresa.

E se sim?

As expectativas são moderadas, mas a excitação aumenta. O México já quebrou uma seqüência de 40 anos sem vencer nas oitavas de final ao vencer o Equador. Agora, Azteca testemunha mais uma vez uma partida que pode mudar a história.

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Colômbia avança firme na Copa do Mundo com vitória sobre Gana

Colômbia avança na Copa do Mundo após vencer Gana e sonha com a final.

Colômbia sonha grande

A Colômbia segue na frente na Copa do Mundo. Com gol de Jhon Arias ainda no primeiro tempo, venceu Gana por 1 a 0 nas oitavas de final. O jogo foi disputado em Kansas City e a equipe de Néstor Lorenzo mostrou solidez.

O meio-campista do Palmeiras garantiu: “Mostramos que somos um time maduro, que sabe jogar e que tem um objetivo claro”. E acrescentou: “Vamos passo a passo, sabendo que podemos sonhar em chegar ao último dia”.

Agora a Colômbia é a única das 48 seleções que competiu nos Estados Unidos, México e Canadá. O próximo desafio será contra a Suíça, na terça-feira, em Vancouver. O ‘Ponto Amarelo’ acompanhou a equipe em cada local e deverá voltar a encher as arquibancadas.

Defesa sólida e confiança no ataque

A Colômbia acumula 355 minutos sem sofrer gols. O goleiro Camilo Vargas teve uma noite tranquila. Porém, o técnico Lorenzo lamentou a falta de contundência: “Tivemos que finalizar seis, sete vezes e não conseguimos”.

A sequência positiva deixou para trás as derrotas amigáveis ​​frente à Croácia e à França, em Março. A equipe parece ter encontrado sua melhor versão, com laterais como Daniel Muñoz e Johan Mojica se projetando no ataque, e o veterano James Rodríguez liderando a criação.

A dupla defensiva Davinson Sánchez-Jhon Lucumí tem sido fundamental. Luis Díaz, apesar de não ter marcado, gera perigo constante. Seu gol foi anulado por impedimento, mas ele prometeu: “Prometo ao povo da Colômbia que continuará acreditando. Estou dando tudo para alcançá-lo”.

A ilusão cresce. A Colômbia quer escrever o seu melhor capítulo da Copa do Mundo.

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Marrocos avança para as quartas de final com vitória retumbante sobre o Canadá

Marrocos vence o Canadá por 3 a 0 e avança às quartas de final pela segunda Copa do Mundo consecutiva.

Marrocos se consolida na elite

Marrocos está de volta às quartas de final da Copa do Mundo. Com dois gols de Azzedine Ounahi e um gol de Soufiane Rahimi, venceram o Canadá por 3 a 0 em Houston. A seleção marroquina é a primeira nação africana a chegar a esta fase em mais de uma ocasião.

“Já não somos uma surpresa. Agora as pessoas falam de Marrocos como um candidato”, disse o seleccionador Mohamed Ouahbi. “Este é apenas o começo. Queremos continuar.”

Ounahi lidera o caminho para a vitória

O placar abriu até os 50 minutos. Ounahi recebeu cobrança de falta de Achraf Hakimi e chutou de fora da área no canto inferior direito. Aos 82 minutos, ele aumentou a vantagem com um chute dentro da área após passe de Brahim Díaz. Rahimi fechou a conta nos acréscimos.

O Canadá, co-anfitrião do torneio, despediu-se após uma participação histórica. Eles alcançaram sua primeira vitória por nocaute ao derrotar a África do Sul na rodada anterior. O treinador Jesse Marsch destacou o nível da sua equipa: “Disse-lhes que estava orgulhoso deles. Podemos jogar assim contra os melhores, mas temos de continuar assim durante os 90 minutos”.

Marsch garantiu que o Canadá foi melhor em vários setores. Ouahbi respondeu: “Eles estiveram bem em intensidade. Foram melhores? É preciso ter coragem para dizer isso quando se perde por 3-0”.

Caminho para as quartas de final

O Marrocos, sexto colocado no ranking da FIFA, eliminou a Holanda nos pênaltis para chegar às oitavas de final. Agora enfrentará a França na quinta-feira, em Boston, que horas antes derrotou o Paraguai por 1 a 0 com gol de Kylian Mbappé.

O Canadá jogou sem Alphonso Davies, que sofreu uma lesão no tendão da coxa. O goleiro Yassine Bounou, nascido no Canadá, filho de pais marroquinos, fez três defesas importantes para não sofrer golos. Ambas as seleções já haviam se enfrentado no Catar 2022, com vitória marroquina por 2 a 1.

A partida foi física, com oito cartões amarelos. O meio-campista marroquino Ismael Saibari se machucou aos 22 minutos.

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