Assédio judicial a jornalistas no México atinge números recordes

A justiça é usada como arma de censura no México, com um novo caso a cada quatro dias. Um histórico alarmante que sufoca o direito à informação.

Un patrón alarmante de censura a través de mecanismos legales

La organización internacional Article 19, dedicada a la defensa global de la libertad de expresión y el derecho a la información, ha emitido una alerta crítica sobre la situación del periodismo en México. Según su más reciente informe, titulado “Las leyes como mecanismo de censura: aumento del acoso judicial contra periodistas en México”, el país experimenta un incremento sin precedentes en el número de procesos legales iniciados en contra de comunicadores y sus medios. Este fenómeno representa una sofisticación y una evolución en las tácticas de silenciamiento, trasladando la agresión del plano físico al ámbito judicial.

El análisis meticuloso de los datos recopilados entre el 1 de enero y el 31 de julio de 2025 revela una cifra histórica y profundamente preocupante: 51 casos documentados de hostigamiento judicial. Esta estadística no es un número aislado; equivale a la apertura de un nuevo proceso legal, ya sea judicial o administrativo, cada cuatro días en promedio. Un ritmo sostenido que demuestra una estrategia coordinada y sistemática para agotar, intimidar y financiarmente quebrar a la prensa independiente.

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Un análisis cuantitativo y cualitativo de la violencia legal

El desglose pormenorizado de estas 51 agresiones legales indica que el blanco son tanto individuos como instituciones. Las víctimas identificadas son 39 periodistas (28 hombres y 11 mujeres) y 12 medios de comunicación. Este dato es crucial, ya que evidencia un doble flanco de ataque: se busca amedrentar al profesional de manera personal, al tiempo que se ataca la viabilidad económica y operativa del medio para el que trabaja, creando un efecto paralizante en cadena.

Para contextualizar la gravedad de esta cifra récord, es necesario examinar los antecedentes. Article 19 destaca que, en la última década, el año con el mayor número de acciones judiciales de este tipo había sido 2021, con 40 casos registrados en todo el año. El hecho de que el primer semestre de 2025 haya superado con creces el total de aquel año completo confirma una tendencia acelerada y ascendente. Esta metodología de acoso constituye una clara desviación de la finalidad de la justicia, utilizando el marco legal no para buscar reparación, sino para castigar y censurar el trabajo crítico de la prensa.

El preocupante contexto político y sus implicaciones futuras

El informe trasciende la mera cuantificación e incorpora un análisis cualitativo del entorno político actual que resulta aún más inquietante. Article 19 señala con extrema preocupación las declaraciones públicas de actores políticos y figuras con proyección pública que han advertido abiertamente que el nuevo diseño del Poder Judicial en México mostrará una “mayor intención de actuar de manera punitiva” contra los medios de comunicación. Esta previsión de un uso faccioso de las instituciones judiciales erosiona los pilares democráticos y anticipa una profundización de la crisis.

Este patrón refleja una distorsión profunda del Estado de derecho, donde las leyes, diseñadas para proteger a los ciudadanos, son weaponizadas para lo contrario: poner en grave riesgo la libertad de expresión y el derecho fundamental a la información de toda la sociedad. Cuando un periodista es demandado penal o civilmente de manera estratégica (práctica conocida internacionalmente como SLAPP, por sus siglas en inglés), no es solo su voz la que se silencia. Es el derecho de la ciudadanía a estar informada, a escuchar voces diversas y a rendir cuentas a los poderosos lo que se ve severamente comprometido.

La conclusión del organismo es clara: México enfrenta una mutación de la violencia contra la prensa. Ya no se manifiesta exclusivamente mediante agresiones físicas o amenazas directas, sino que ha encontrado un canal más elaborado y igual de efectivo en los tribunales. Demandas por difamación, denuncias penales, procedimientos administrativos o recursos electorales son ahora las herramientas preferidas para el acoso, creando un clima de autocensura que es tan dañino para la democracia como la censura directa.

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Cidadãos exigem cancelamento do acordo de água com Israel

Milhares de pessoas convocaram uma manifestação no dia 1º de agosto em diversas cidades devido à suposta opacidade.

A agitação civil em torno do acordo de cooperação hídrica entre o Conselho Central de Água e Saneamento de Chihuahua (JCAS) e a Agência Israelita Mashav aumentou para o nível nacional. A mobilização, promovida no TikTok pelo usuário @amigamagica, acontecerá no sábado, 1º de agosto, às 9h30, em diversas cidades do país.

Os pontos de encontro vão desde a Estela de Luz em direção ao Zócalo na Cidade do México, até concentrações em Tabasco, Pachuca, Ciudad Juárez e Jalisco. O acordo, assinado em 2023 no governo de María Eugenia Campos Galván, é o centro do debate.

O vazio jurídico do acordo

Segundo Luis Andrés Rivera Levario, porta-voz do Save the Hills de Chihuahua, o Ministério das Relações Exteriores (SRE) confirmou que não existem instrumentos jurídicos em vigor entre Israel e Chihuahua. Isto, segundo os activistas, viola a Lei de Celebração de Tratados, que exige que qualquer acordo interinstitucional seja registado no Itamaraty.

“Ficou numa situação de limbo onde é impossível solicitar contas, uma vez que não existe legalmente”, disse Rivera Levario em entrevista ao IMER.

A organização civil sustenta que o acordo funciona em total opacidade por não ter registro na Agência Mexicana de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Amexcid).

Preocupação técnica

Além do jurídico, os manifestantes criticam o modelo tecnológico proposto. A osmose reversa, explicam, não é viável para Chihuahua devido à ausência do mar. Eles salientam que os poços dos aquíferos já estão a ficar salinizados devido à má gestão e que a tecnologia apenas agravaria a salinização do solo.

“Eles estão vindo para nos oferecer uma solução de alto risco”, acrescentou o porta-voz.

A verdadeira solução, insistem, é proteger as zonas de recarga de água e realizar a reconversão agrícola e industrial. A comunidade exige que as autoridades rescindam o acordo, que consideram inexistente.

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Bolsa Gertrudis Bocanegra: apoio ao transporte universitário

Apoio bimestral ao transporte público para estudantes de Zacatecas.

Nova bolsa para estudantes universitários em Zacatecas

A presidente Claudia Sheinbaum anunciou a Bolsa Gertrudis Bocanegra, apoio financeiro exclusivo para estudantes de universidades públicas de Zacatecas. O recurso será bimestral e cobrirá despesas de transporte, um dos itens que mais impacta a economia familiar.

A partir de setembro, começarão assembleias informativas nos campi para detalhar regras e registros. Durante o evento, Sheinbaum distribuiu cartões da Bolsa Rita Cetina, apoio anual de 2.500 pesos para uniformes e material escolar primário, que começará a ser distribuído em agosto.

O secretário da Educação, Mário Delgado, informou que o ano fiscal encerrará com 22 milhões de bolsistas em todo o país, um número histórico. Em Zacatecas, o coordenador Julio César León detalhou um cadastro ativo de 180.627 alunos, com um investimento de mais de 1.600 milhões de pesos.

A estratégia educacional federal inclui um esquema escalonado: fornece bolsa de estudos no ensino fundamental, benefício bimestral no ensino médio, bolsa Benito Juárez no ensino médio e agora transporte na universidade. Além disso, será construído um novo campus para a Universidade Nacional Rosario Castellanos e seis para o Colégio Margarita Maza.

Estes anúncios reforçam o compromisso do governo em garantir o direito constitucional aos estímulos económicos, dos básicos aos mais elevados.

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Restos mortais de criança desaparecida encontrados em fossa séptica de restaurante em Guasave

Uma criança de 4 anos encontrada morta em uma fossa séptica de um restaurante na praia de Las Glorias.

A Procuradoria-Geral do Estado de Sinaloa investiga a morte de um menor de quatro anos, identificado como Aldo Emilio N., que não foi localizado durante várias horas na zona turística da praia Las Glorias, no município de Guasave. O menino havia ido ao local acompanhado dos pais.

Desaparecimento e busca na praia

Segundo a história da família, o grupo veio passar o dia e comeu no restaurante “Las Palomas”. Após terminar a comida, os pais perceberam que o menor não estava mais ali. Chamaram imediatamente as emergências e elementos da polícia municipal, proteção civil e visitantes juntaram-se a uma intensa busca pela praia e comércios próximos.

As autoridades analisaram restaurantes e comércios da região, bem como versões nas redes sociais sobre um menor desacompanhado, mas nenhuma delas correspondeu.

Encontrar em uma fossa séptica

Quase quatro horas depois, durante uma nova fiscalização no restaurante onde a família comia, os restos mortais da criança foram encontrados em uma fossa séptica do estabelecimento. Peritos do Ministério Público coletaram provas e depoimentos para determinar as causas da morte.

O Ministério Público não emitiu decisão prejudicial. O caso continua sob investigação.

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