O Colossus desperta com um teste de fogo
Neste sábado, o Estádio Azteca voltará a respirar futebol. Depois de quase dois anos fechado para reformas, reabre portas com um convidado de luxo: a poderosa seleção portuguesa.
Para o El Tri, comandado por Javier Aguirre, não se trata de um amistoso qualquer. É o quarto do ano e um teste de alto nível contra um dos grandes candidatos à Copa do Mundo de 2026.
Mas todos falam sobre uma coisa: vai existir ou não?
A grande incógnita é Cristiano Ronaldo. A lenda portuguesa colocaria a cereja no topo do bolo desta reabertura. Segundo Gibrán Araige, repórter do TUDN, sua presença tem condições.
“Há uma grande expectativa para saber se Cristiano estará nessa partida e, pelo menos o que nos dizem da Federação, é que tudo indica que ele estará lá”, disse Araige.
A fonte revelou que os pedidos do CR7 giram em torno de questões de segurança, alojamento e logística. Coisas normais para uma figura de sua magnitude.
O principal é o seguinte: a FMF parece disposta a cumpri-las. O objetivo é claro: ter uma lenda viva na erva sagrada da Azteca.
Imagine o cenário. O estádio mais emblemático do país voltou a vibrar. Do outro lado, não existe apenas CR7. Portugal chega carregado: Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Rafael Leão… uma máquina ofensiva.
Para o México, além do resultado, este jogo marca um renascimento. Está voltando para casa. É sentir novamente aquele formigamento especial só possível em Santa Úrsula.
Um amistoso simples não é disputado no sábado. O retorno para casa é disputado. E talvez, a despedida asteca de um dos melhores jogadores de futebol de todos os tempos.
Prepare-se. O Colossus está pronto para rugir.




