8M é um dia de luta, não de parabéns

Os 8M não é para felicitar, é para relembrar a luta histórica e os desafios que ainda persistem na segurança e nos salários.

Mais que uma data no calendário

Neste domingo, 8 de março, as ruas estarão repletas de roxo, slogans e memória. Não nos confundamos: o Dia Internacional da Mulher não é uma comemoração com balões. É um lembrete poderoso, desconfortável e necessário.

Um lembrete de que os direitos que hoje consideramos garantidos são o resultado de uma resistência histórica que custou vidas. Como aquela greve têxtil de 1857 ou o trágico incêndio na fábrica de algodão de 1908, onde morreram 129 mulheres defendendo o que era justo.

“É um dia de reflexão e ação, não de parabéns românticos.”

A luta continua (e tem nomes)

Sim, há progresso. Fala-se em integrar a perspectiva de género nas leis para que a igualdade seja real e tangível, e não apenas um bonito pedaço de papel. Mas vamos lá, vamos ser honestos.

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O número de feminicídios caiu um pouco, mas o acesso à justiça continua a ser um labirinto caro para muitos. Custos legais, falta de apoio… barreiras económicas são outra forma de violência.

É por isso que ele vai embora neste domingo. Coletivos feministas em todo o México pediram para se assumirem, para exigirem, para serem vistos. A mensagem às autoridades é clara: respeitem os slogans e o direito de manifestação.

Por trás de cada estatística existe uma vida. Como o de Beatriz Muñoz, química especializada em calibração. Ou o de Karina Garza, fotógrafa. Yuridia González, arquiteta. Nancy Obregón, cirurgiã-dentista. Alicia Flores, juíza.

Profissionais, artistas, cientistas. Mulheres que constroem um país todos os dias. A sua simples existência já é um acto político num mundo que ainda coloca obstáculos no seu caminho. Esses 8M são para eles, para quem não está mais e para quem está chegando.

O slogan é claro: transformar a igualdade jurídica numa realidade palpável. E isso não se consegue com rosas. Isso é alcançado nas ruas.

Aylín Mujica fala sobre a perda de seu filho Mauro Menéndez

Aylín Mujica revela detalhes da morte do filho e esclarece especulações sobre sua saída

Em entrevista exclusiva ao programa da Telemundo La Mesa Caliente, a atriz e apresentadora cubana Aylín Mujica quebrou o silêncio sobre a morte de seu primogênito, Mauro Menéndez, ocorrida no dia 17 de julho. Mujica explicou que decidiu se manifestar antes do planejado para acabar com os boatos e enviar uma mensagem de força a outras mães que enfrentam situação semelhante.

“Eu não estava preparada para dar entrevista mas, se for com você (Verónica Bastos), ela não vai dar entrevista, ela vai contar, esclarecer, narrar, dar força a todas as mães que passaram por isso.”

Os eventos anteriores à morte

Mujica contou que durante a gravação da nova temporada do Top Chef VIP na Colômbia, seu filho Mauro viajou para Miami para visitar a avó e os irmãos mais novos. Lá ele desenvolveu um forte resfriado que não queria tratar. Seu tio o levou ao pronto-socorro, mas Mauro se recusou a entrar e optou por pegar o voo para Barbados, onde tinha compromisso de DJ.

A atriz tentou dissuadi-lo por telefone. Ele disse a ela que já estava no aeroporto, em cadeira de rodas, mas que precisava ir embora. No dia seguinte, Mauro entrou em contato com ela para informar que havia ido ao hospital em Barbados, onde foi diagnosticado com pneumonia e lhe foram prescritos antibióticos. Ele se sentiu bem, nas suas próprias palavras: “já me deram antibiótico, sinto-me 100%”. Isso foi 24 horas antes de sua morte.

Horários críticos

À tarde, Mujica tentou se comunicar com o filho, sem sucesso. Às 22h, um amigo de Mauro respondeu: ele havia sofrido três convulsões enquanto jogava futebol. A ambulância chegou tarde e ele foi intubado. Os médicos o reanimaram sete vezes, mas seu coração não resistiu.

“O médico me disse que encontraram um coágulo no pulmão, um coágulo no coração.”

Mujica esclareceu que não conversou com o filho durante a transferência, conforme noticiado em outros meios de comunicação. Ele só conseguiu dizer algumas palavras quando ele já estava inconsciente. Após receber a notícia, ele viajou imediatamente para Barbados.

A atriz pediu respeito e pediu que as pessoas parassem de espalhar informações falsas sobre o ocorrido.

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Grupo Frontera esgota duas noites no Texas

O grupo originário do sul do Texas ofereceu dois shows com ingressos esgotados.

O grupo Grupo Frontera demonstrou suas raízes no sul do Texas ao esgotar dois shows na Bert Ogden Arena em Edimburgo. Os shows, realizados nos dias 16 e 17 de julho, fazem parte da “Triste Pero Bien C*bron Tour”.

Os músicos – Adelaido Solís III, Juan Javier Cantú, Julián Peña Jr., Alberto Acosta e Carlos Guerrero – estavam entusiasmados em trazer sua turnê internacional para sua região de origem. O público respondeu com entusiasmo por mais de duas horas de música contínua.

O repertório incluiu sucessos como “La del Proceso”, “Por qué sera”, “De Monday a Monday”, “Bebe Dame”, “No Capea”, “En Altavoz”, “No Se Va”, “Un x100to”, “Que Vuelvas”, “ALV” e “El Amor de Su Vida”. Também tocaram “Amor propio”, “Le va a pain”, “Triste Pero Bien C*bron”, “911” e “Ojitos Rojos”. Os participantes entoaram cada música em uníssono.

A primeira noite contou com a participação especial de Pepe Aguilar, que dividiu o palco com a banda.

Esta dupla de apresentações reafirma a consolidação do Grupo Frontera como uma das bandas mais importantes da música regional mexicana atual.

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Efeito global: streaming dispara após show do intervalo

Performance de 11 minutos impulsiona visualizações de artistas em plataformas digitais.

O primeiro show do intervalo da Copa do Mundo, transmitido nos arredores de Nova York, não capturou apenas a atenção global por onze minutos. Ele também deixou números claros sobre as plataformas de streaming. Madonna, Justin Bieber, BTS e Shakira fizeram parte de uma performance que gerou aumentos notáveis ​​nas visualizações digitais.

Quanto cresceram as visualizações?

A Luminate, empresa especializada em dados da indústria musical, comparou as visualizações de cada música tocada dois dias antes da final (sexta e sábado) com as do domingo e segunda-feira seguintes. Os resultados:

  • Justin Bieber – “Everything Hallelujah” subiu 110%, passando de 592 mil para 1,25 milhão de visualizações globais.
  • Madonna – “Música” aumentou 66%, de 193 mil para 321 mil.
  • BTS – “Dynamite” cresceu 43%, de 2,14 milhões para 3,05 milhões.
  • Shakira e Burna Boy – “Dai Dai”, o hino oficial da Copa do Mundo de 2026, registrou uma recuperação de 24% globalmente (de 14,78 para 18,27 milhões). Nos Estados Unidos, o aumento foi de 52% (de 1,68 para 2,55 milhões).

Impacto limitado ao repertório do espetáculo

Luminate observou que os aumentos se concentraram nas músicas tocadas no campo, e não nos catálogos inteiros dos artistas. Esse fenômeno é semelhante ao que acontece após o show do intervalo do Super Bowl. Por exemplo, Bad Bunny, após seu desempenho recorde neste ano, viu um aumento de 175% no streaming de seu catálogo nos Estados Unidos no dia seguinte ao evento.

Os dados confirmam que uma performance de alto nível continua a ser uma plataforma eficaz para reativar o interesse musical, mesmo que o efeito seja limitado às peças executadas.

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