O que se sabe sobre o caso
A Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) confirmou na segunda-feira que um cidadão somali que planejava arbitrar a Copa do Mundo foi recusado ao chegar ao Aeroporto Internacional de Miami vindo de Istambul no sábado. Embora o comunicado não mencione nomes, Omar Artan é o único árbitro do torneio originário da Somália.
“Durante o processamento, o viajante passou por inspeção adicional, uma parte rotineira do processo de inspeção do CBP quando os agentes precisam verificar informações ou determinar a admissibilidade”, disse a agência. “Após a inspeção, o viajante, um árbitro da Copa do Mundo da FIFA, foi considerado inadmissível devido a preocupações levantadas no processo de verificação e teve sua entrada negada.”
Reações e contexto
A CBP observou que todos os viajantes – incluindo atletas, treinadores e funcionários – estão sujeitos a inspeção e verificação. “As determinações de admissibilidade são feitas caso a caso, usando informações de aplicação da lei, segurança nacional e imigração disponíveis no momento da inspeção”, acrescentou.
A decisão gerou preocupação na comunidade esportiva, que esperava ver Artan na Copa do Mundo. O caso destaca como os procedimentos de segurança nas fronteiras impactam os eventos internacionais.
Foto: Agência AP.




