O Estado do México lidera em diversidade sexual
De acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi), o Estado do México abriga a maior população LGBTI+ do país, com 489.594 pessoas que se identificam com este nome. Esta figura representa uma referência fundamental para compreender a distribuição demográfica da diversidade sexual no território nacional.
Ranking das entidades com maior presença LGBTI+
Depois da Edomex, as entidades com maior representatividade são:
- Cidade do México: 310.788 pessoas
- Veracruz: 308.858
- Jalisco: 298.270
- Nuevo León: 286.000
- Puebla: 267.078
Em contraste, Baja California e Tamaulipas registram a porcentagem mais baixa (3,3% cada), o que mostra disparidades regionais em visibilidade e aceitação social.
Contexto nacional e direitos fundamentais
O Inegi define a diversidade sexual e de género como o espectro de expressões, identidades e preferências que transcendem as normas tradicionais. “Todos os corpos, sensações e desejos têm o direito de existir, desde que os direitos dos outros sejam respeitados”, sublinha a organização. Essa perspectiva reforça a necessidade de políticas públicas inclusivas.
Números reveladores
Em 2021, o México tinha 97,2 milhões de habitantes com mais de 15 anos de idade, dos quais 5 milhões (5,1%) identificados como parte da comunidade LGBTI+. Os motivos da autoidentificação são distribuídos da seguinte forma:
- 81,8% por orientação sexual
- 7,6% por identidade de gênero
- 10,6% para ambos os fatores
Esses dados equivalem a que 1 em cada 20 adultos mexicanos faz parte deste grupo, um fato crucial para o desenho de estratégias contra a discriminação.
Implicações para a inclusão social
Conhecer a distribuição geográfica e o perfil demográfico da população LGBTI+ permite:
- Otimizar programas de saúde pública voltados para necessidades específicas.
- Fortalecer as estruturas legais que protegem contra a exclusão trabalhista ou educacional.
- Promover campanhas de conscientização em regiões com menor visibilidade.
O relatório Inegi destaca que, embora haja progressos, persistem desafios em termos de acesso aos direitos fundamentais, especialmente em entidades com uma percentagem mais baixa de populações abertamente diversas.
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