Duas crianças intoxicadas com Clonazepam em caso de bullying extremo

Um “experimento científico” escolar deu terrivelmente errado quando o recreio se transformou em uma sala de emergência.

Quando o recreio vira um episódio de “Breaking Bad” para crianças

Ah, a doce inocência da infância: brincadeiras, risadas… e remédios na lancheira. Porque nada diz “amizade” como compartilhar um Clonazepam dissolvido em suco, certo? Dois alunos da sexta série em León, Guanajuato, aprenderam esta lição da pior maneira possível quando seus “compas” decidiram que o bullying tradicional estava fora de moda.

A escola onde a “coexistência” inclui coquetéis perigosos

Na Escola José Chávez Morado (que talvez devesse considerar mudar seu nome para “Escola Walter White”), o turno da tarde ficou interessante quando um pequeno Pablo Escobar em treinamento teve a brilhante ideia de misturar medicamentos controlados com bebidas. Razão? Bem, de acordo com especialistas em violência escolar (leia-se: mães indignadas), este foi apenas o último capítulo de uma longa saga de abuso que incluiu espancamentos, trancamento em banheiros e, aparentemente, agora envenenamento.

RelacionadoA batalha épica da inteligência artificial contra o bullying no México

Uma das crianças afetadas já era uma vítima recorrente dessas “travessuras”. Porque, sejamos claros, bater na cabeça de alguém e prendê-lo não é bullying, é roteiro de filme de terror. Mas ei, pelo menos agora os paramédicos têm trabalho extra.

A Secretaria de Saúde, na sua eterna eficiência, confirmou que apenas duas crianças foram afetadas (como se isso melhorasse a situação). Ambos foram atendidos no IMSS e tiveram alta no mesmo dia, pois nada cura o trauma como um “não aconteceu nada aqui” institucional.

Quando as redes sociais fazem o trabalho das autoridades

Como foi descoberto esse festival de irresponsabilidade? Não, não foi a escola (surpresa), mas sim um corajoso familiar que decidiu que o Facebook era mais eficaz que as autoridades educativas. Sua denúncia pública revelou que um menor (provavelmente um futuro candidato a “El Chapo Jr.”) dissolveu o medicamento em uma bebida. A postagem incluía o clássico “isso é bullying”, porque no México até a toxicologia agora se enquadra nessa categoria.

As vítimas começaram a desaparecer como personagens de novela em uma cena dramática, o que finalmente levou à chegada de paramédicos ao bairro Água Azul. Felizmente, o incidente ocorreu no dia 7 de maio, porque no México esta notícia tem a duração de um meme: hoje é um escândalo, amanhã é “ah, sim, isso aconteceu”.

O PEPNNA e o Ministério Público (aquele casal dinâmico que sempre chega atrasado à festa) dizem estar “cientes”. Enquanto isso, os pais provavelmente estão pensando em mudar seus filhos para a educação em casa ou, pelo menos, comprar para eles um kit de antídoto para carregar na mochila.

Essa história te indignou? Compartilhe e vamos tornar viral a urgência de acabar com a violência escolar. Ou continue explorando nosso conteúdo para obter mais provas de que a realidade é sempre mais estranha que a ficção.

Seis policiais de Tabasco enfrentam acusações de sequestro e extorsão

Elementos do PEC foram presos após investigações de crimes graves em Tabasco.

Operação anticorrupção em Tabasco

A Procuradoria-Geral da República cumpriu mandados de prisão contra seis integrantes da Polícia Rodoviária Estadual (PEC) de Tabasco. Eles são acusados ​​de sua suposta participação em sequestros e extorsões.

Os detidos, atribuídos à Secretaria de Segurança e Proteção ao Cidadão de Tabasco, foram identificados como Carmen N., Rubén N., Carlos Mario N., Edi N., Francisco Javier N. e Joan Darío N. A captura ocorreu nas próprias instalações da corporação.

A operação contou com a participação da Força de Reação Tática Interinstitucional Olmeca (FIRT). Após a prisão, os seis foram colocados à disposição de um juiz, que definirá a situação jurídica deles.

A FGR informou que estes resultados provêm da troca de informações e da coordenação operacional entre as autoridades que compõem a FIRT Olmeca. Ele ressaltou que a ação foi realizada de acordo com a legalidade e o respeito aos direitos humanos.

Este caso ocorre num contexto em que os cidadãos de Tabasco apresentaram múltiplas queixas contra agentes da polícia por alegados abusos. Entre as denúncias recorrentes estão abuso de autoridade, detenções ilegais, fabricação de crimes, extorsão e homicídio.

Continuar lendo

Sheinbaum: cada arma entregue é uma vida salva

Sheinbaum defende o programa de desarmamento voluntário como ferramenta pacificadora.

Resultados do programa Sim ao Desarmamento

A Presidente Claudia Sheinbaum descreveu como “bem sucedido” o programa “Sim ao Desarmamento, Sim à Paz”, que promove a entrega voluntária de armas de fogo em troca de apoio financeiro. Na sua conferência matinal, garantiu que cada arma retirada de circulação representa uma vida que pode ser salva.

“Tem tido muito sucesso e também tudo o que fazemos para desarmar pacificamente é salvar uma vida. É remover um instrumento que pode causar a morte. É pacificador”, disse ele.

Sheinbaum informou que nesta quinta-feira conduzirá um dia do programa no átrio da Basílica de Guadalupe, onde começou no ano passado. Destacou a colaboração da Igreja Católica, que proporciona espaços de confiança para a população entregar as armas.

Por ocasião do Dia Internacional da Destruição de Armas de Fogo, a Secretaria de Defesa Nacional apresentará um balanço do programa, bem como um relatório sobre as armas apreendidas e sua posterior destruição. O presidente sublinhou que o desarmamento voluntário contribui para a pacificação do país, uma vez que as famílias podem entregar armas anonimamente, sem investigação, e receber em troca apoio financeiro.

Continuar lendo

Mais de 12 mil refugiados acessam contas bancárias no México

O Banorte e o ACNUR facilitam a inclusão financeira dos refugiados no México.

Mais de 12 mil refugiados com autorização de residência legal no México conseguiram abrir uma conta bancária, um passo fundamental para a sua integração no emprego formal. A iniciativa, promovida pelo Banorte em aliança com a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), teve início em 2022.

Felipe Medina, diretor executivo de Captação do Banorte, destacou que o principal entrave foi a falta de acesso a uma conta para depósito da folha de pagamento. Embora a regulamentação permita a abertura de contas com CURP e documentos de imigração, na prática muitas agências não reconheciam esta documentação.

“Havia pessoas que já queriam trabalhar, ingressar em empregos formais e não encontravam uma conta que lhes permitisse receber seus recursos”, explicou Medina.

O banco desenhou um processo de abertura digital em cerca de cinco minutos, com arquivo simplificado. Os refugiados podem receber depósitos salariais, fazer transferências e usar cartão de débito digital. O cartão físico é então obtido em estabelecimentos comerciais, sem necessidade de deslocamento até uma agência.

O Banorte também colaborou com empresas que contratam refugiados – como FEMSA, Mabe, LEGO e Alpura – para agilizar a abertura de contas durante a incorporação ao emprego. As equipas de recursos humanos receberam formação especializada.

O sector bancário permitiu a plena integração na economia formal. As contas deste segmento registram depósitos mensais entre 2.000 e 14.000 pesos, saldo médio de 1.900 pesos e cerca de seis transações digitais por mês. As empresas reportam uma menor rotatividade de pessoal e uma maior produtividade entre os trabalhadores refugiados, muitos deles com experiência profissional ou estudos especializados.

Continuar lendo