Dodgers e Blue Jays definem seu rumo na Championship Series

A luta pela passagem para a World Series se intensifica com duelos em campo de alta tensão nas duas ligas.

Outubro O beisebol está pegando fogo (e não é por causa do aquecimento global)

Parece que foi ontem que estávamos assistindo aos jogos da temporada regular, nos perguntando se nosso time favorito conseguiria, e agora aqui estamos, nas profundezas do beisebol de outubro, onde cada arremesso pode causar um ataque cardíaco e cada erro faz você chorar como se sua série favorita da Netflix tivesse sido cancelada. O caminho para a World Series, sonho molhado de todo torcedor, continua nesta quinta-feira com dose dupla de drama, emoção e, provavelmente, decepção para alguém. Em uma reviravolta na história que ninguém esperava, os Los Angeles Dodgers e os Seattle Mariners voltaram para casa cheirando sangue, tendo vencido seus dois primeiros jogos fora de casa, o que basicamente equivale a roubar o Wi-Fi do seu vizinho: é uma vantagem ilegalmente boa.

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Dodger Stadium, aquele templo onde a esperança e o dinheiro se encontram, abrirá suas portas para o primeiro jogo da National League Championship Series. Os Milwaukee Brewers, por sua vez, estão no modo “erro 404: localização não encontrada”. Eles desperdiçaram jogando em casa e agora estão no limite, apenas duas derrotas na temporada se tornando uma lembrança e um monte de memes tristes. A missão deles: evitar que os Dodgers os destruam com a mesma elegância com que se apaga um aplicativo que não se usa mais.

Duelo de Titãs (ou pelo menos armas que lançam muito rápido)

Para este terceiro episódio da saga, os Dodgers contam com sua arma secreta: Tyler Glasnow. Este homem não vem brincar; Ele vem com uma eficácia na pós-temporada tão impecável que dá inveja. Com 7,1 entradas de trabalho, ele tem sido tão dominante quanto aquele amigo que sempre vence no Mario Kart. Os Brewers, precisando de um milagre ou pelo menos de um arremesso decente, enviarão o canhoto Aaron Ashby. O nativo de Kansas City tem um ERA de 4,26 em outubro, o que, convenhamos, nesses jogos de vida ou morte soa um pouco como levar uma faca de plástico para um duelo de pistolas.

Mas espere, há mais drama do outro lado do mapa! Na Liga Americana, a história é uma montanha-russa de emoções. O Toronto Blue Jays conseguiu o impensável: vencer um jogo. A vitória na quarta-feira em Seattle diminuiu a diferença e colocou a série em 2 a 1, o que significa que os Mariners não podem mais relaxar. O jogo 4 nos oferece um duelo campal digno de um filme da Marvel: de um lado, Luis Castillo pelo Seattle, e do outro, o experiente Max Scherzer, que fará sua estreia nesta Pós-temporada. Scherzer, com aquele visual de ciborgue que sempre parece estar prestes a desintegrar um batedor com a mente, é a carta dos Blue Jays para equilibrar a série. A pressão é superior à conta de luz no verão.

Seu guia para não perder o show

Hoje não é uma quinta-feira qualquer. É um dia de jogo duplo na pós-temporada da Liga Principal de Beisebol. Portanto, cancele seus planos, diga ao seu chefe que você está se sentindo “indisposto” (não é mentira, a ansiedade do beisebol é uma condição real) e prepare-se para a maratona. Deixamos aqui o cardápio do dia para que você não perca um único strikeout ou home run.

Brewers vs. Dodgers: a batalha pela sobrevivência

  • Data: quinta-feira, 16 de outubro. Sim, hoje.
  • Hora: 16h08 (horário central do México). Perfeito para parar o trabalho “mais cedo”.
  • Streaming: ESPN, Disney+ e MLB.TV. Assim você pode escolher seu veneno favorito.

Blue Jays vs Mariners: quem ainda está na luta?

  • Data:Quinta-feira de outubro (o mesmo, caso você tenha perdido).
  • Horário: 18h33. (México central). Bem a tempo do jantar e do nervosismo.
  • Transmissão:FOX, Caliente.TV e MLB.TV. Você tem opções, não há desculpa.

Resumindo, estamos diante de um dia que poderá definir quem vai para a frente sonhar com o anel e quem vai para casa pensar no “próximo ano”. Com arremessadores de elite, times à beira da eliminação e glória no horizonte, esta é a Major League Baseball em seu estado mais puro e estressante. Então pegue seus lanches, cruze os dedos e prepare-se para gritar na tela. A magia de outubro não espera por ninguém.

Você vive e respira esse drama esportivo? Não guarde isso para você. Partilhe esta análise com os seus amigos nas redes sociais e vamos pôr todos a falar destas Séries de Campeonatos. Quer mais conteúdo deste nível? Explore nosso site para uma cobertura mais aprofundada e estilosa da pós-temporada da MLB.

Inglaterra vence Congo e enfrenta México nas oitavas de final

A Inglaterra vence o Congo por 2 a 1 e enfrenta o México nas oitavas de final.

A Inglaterra obteve uma vitória agonizante sobre o Congo (2-1) e garantiu a passagem para as oitavas de final da Copa do Mundo. Harry Kane, com dois gols no segundo tempo, evitou uma grande surpresa e colocou os Três Leões contra o México, duelo acertado no Estádio Azteca.

Retorno inglês

O Congo surpreendeu aos sete minutos com gol de Cipenga, após jogada pela esquerda e chute que bateu Pickford. A selecção africana, 52 anos depois da sua última participação no Campeonato do Mundo (tal como o Zaire em 1974), esteve perto de atingir a marca.

O goleiro congolês Mpasi manteve a liderança com defesas importantes contra Bellingham e Kane. Ele exigiu o máximo da Inglaterra, que não encontrou resposta. Porém, a qualidade individual de Kane fez a diferença.

Aos 75 minutos, Anthony Gordon cruzou da esquerda; Kane cabeceou e, apesar do toque de Mpasi, a bola escorregou no canto inferior. Onze minutos depois, o capitão inglês selou a reviravolta com um chute forte no canto superior, marcando 13 gols em Copas do Mundo e 84 com sua seleção.

“Tratava-se de continuar pressionando e nossa hora chegaria”, declarou Kane. “Conversamos sobre ousar ser o herói. Hoje foi a minha vez.”

O seleccionador do Congo, Sébastien Desabre, lamentou: “Estamos desiludidos. Jogámos bem, mas sofremos duas oportunidades e Kane puniu-nos”.

Estrada para o Asteca

A Inglaterra regressa ao Estádio Azteca 40 anos depois do lendário México 1986, quando Maradona marcou a “Mão de Deus” e o “Gol do Século” frente aos ingleses. Agora, o desafio é o México, que acaba de eliminar o Equador e ganha confiança.

Kane reconheceu o poder do rival: “É hora de aproveitar, recuperar forças e pensar no próximo jogo: contra o México. Será extraordinário”.

A equipa de Thomas Tuchel, criticada pela irregularidade na fase de grupos (duas vitórias, um empate), procura evitar o mesmo destino da Alemanha e da Holanda, eliminadas precocemente. A pressão aumenta à medida que o torneio avança.

“Quando você chega às rodadas de eliminação direta, os riscos são maiores. Mas ofensivamente foi nosso melhor jogo”, concluiu Kane.

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Bélgica alcança maior recuperação em Copas do Mundo até agora

A Bélgica recupera por 2 a 0 nos minutos finais e avança para as oitavas de final.

Retorno histórico em Seattle

A Bélgica eliminou uma desvantagem de dois gols e selou sua vaga nas oitavas de final com um pênalti aos 125 minutos. Foi o último placar da história da Copa do Mundo.

O Senegal liderou por 2 a 0 até os 85 minutos do tempo regulamentar. Gols de Romelu Lukaku e Youri Tielemans forçaram a prorrogação. Tielemans então converteu um pênalti aos 125 minutos para dar a vitória ao seu time.

“Fazer parte desta recuperação é um momento de orgulho porque marquei os dois últimos gols que deram a vitória ao time hoje”, disse Tielemans.

O pênalti veio após uma falta revisada em vídeo nos segundos finais. O técnico do Senegal, Pape Thiaw, evitou polêmica.

“Não quero interpretar a decisão. Todos nós temos interpretações diferentes quando se trata de marcar um pênalti”, disse Thiaw.

A Bélgica é a segunda seleção nas últimas 11 Copas do Mundo a se recuperar de dois gols na fase de mata-mata. A outra também foi a Bélgica, contra o Japão em 2018.

Resultado cruel para o Senegal

O Senegal dominou grande parte da partida. Habib Diarra abriu o placar no primeiro tempo e Ismaïla Sarr ampliou no início do segundo tempo com um golaço. O goleiro belga Thibaut Courtois fez três defesas importantes.

O defesa senegalês Krépin Diatta lamentou o resultado.

“Isso não deveria ter acontecido. Você tem que defender a área. Sofremos, mas temos que continuar. É uma pena”, disse ele.

Lukaku elogiou a reação de sua equipe.

“Este Senegal é uma das melhores seleções do torneio. Tecnicamente, fisicamente e taticamente, foi muito difícil. Mas quando aumentamos a intensidade, nosso espírito de equipe brilhou”, disse ele.

A Bélgica avança para a segunda fase pela terceira vez em quatro Copas do Mundo. Eles enfrentarão os Estados Unidos na segunda-feira, em Seattle. O Senegal, por sua vez, se despede após sólida atuação.

O técnico belga Rudi Garcia reconheceu o mérito do rival.

“O Senegal mereceu vencer. Eles são a melhor nação africana. Eles mostraram-se mesmo contra a França. Eu teria preferido não jogar contra eles”, concluiu.

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Mpasi ofereceu seu corpo à ciência, mas não foi suficiente

Lionel Mpasi parou tudo, exceto Kane. O Congo quase conseguiu uma surpresa contra a Inglaterra.

Uma parede no arco

Atlanta, EUA. — Lionel Mpasi parou quase tudo. Com a mão direita, com a esquerda, até abaixo da cintura. Jude Bellingham abraçou-o respeitosamente enquanto o goleiro estava deitado na grama com a bola segura.

Mas no final, ele não conseguiu vencer Harry Kane. O atacante inglês marcou dois gols nos minutos finais, o da vitória aos 86, na vitória da Inglaterra por 2 a 1 e na classificação para as oitavas de final. Assim, uma das maiores surpresas da história da Copa do Mundo foi interrompida.

“Ofereci meu corpo à ciência”, disse Mpasi com um sorriso irônico. “Sabíamos que Harry Kane é um super atacante e que tínhamos que nos concentrar nele. É uma pena que por duas vezes tenhamos prestado um pouco menos de atenção nele.”

O guarda-redes de 31 anos, nascido em França mas representando o país dos seus pais, terminou com cinco defesas. O mais doloroso aconteceu perto do final do primeiro tempo, quando ele mergulhou para desviar um chute de Kane após cruzamento para o segundo poste. Ele recebeu o impacto entre a cintura e a coxa.

“É meu trabalho ajudar a equipe e fazer defesas”, declarou ele em francês. “Felizmente consegui fazer alguns. Eu adoraria ter impedido os dois que terminaram em gol.”

O Congo já havia feito história ao se classificar para sua segunda Copa do Mundo — a primeira foi em 1974, quando ainda se chamava Zaire e perdeu por 9 a 0 para a Iugoslávia. Desta vez não houve vergonha. Grande parte do crédito foi para Mpasi, ex-atleta de alto rendimento do atletismo na juventude, hoje goleiro de clubes franceses.

“Estou muito orgulhoso: orgulhoso do meu país, orgulhoso da minha equipe”, disse ele. “Lutamos até o final do jogo.”

O desempenho de Mpasi lembrou ao mundo o potencial do futebol congolês. Embora não tenha conseguido a vitória, sua dedicação deixou marcas.

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