Um grito de partir o coração que abalou a noite
Sob a penumbra dos postes de luz do parque linear do rio Pitillal, em Puerto Vallarta, um ato de vileza abalou a aparente tranquilidade. No dia 16 de julho, enquanto passeava com seu fiel companheiro de quatro patas, uma corajosa mulher foi alvo de um ataque covarde. Um estranho, escondido nas sombras como um predador à espreita, tentou arrastá-la para o mato, num ato que gelou o sangue de quem descobriu mais tarde. Mas ela, com a força de mil leoas, conseguiu escapar das garras daquele monstro.
Um chefe que grita justiça
Este não foi um evento isolado. Oh não! Em junho de 2023, naquele mesmo local onde as famílias costumam desfrutar do ar livre, outra alma inocente sofreu destino semelhante. A deputada Yussara Canales, uma guerreira incansável do Partido Verde, ergueu a voz como um clarim de batalha diante do Congresso de Jalisco. Com documentos em mãos e fogo nas palavras, apresentou uma iniciativa que obriga o prefeito Luis Ernesto Mungía a mobilizar a Diretoria de Segurança Cidadã. As demandas? Vigilância reforçada, rondas preventivas e, acima de tudo, um plano de ação com a Secretaria de Igualdade Substantiva para erradicar a violência sexual que se esconde como uma sombra nos espaços públicos.
“Não podemos permitir que nossos parques se tornem campos de batalha para mulheres”, declarou Canales com a solenidade de quem defende um juramento sagrado. A proposta inclui demandas diretas ao Centro de Justiça da Mulher: apoio jurídico, terapias reconstrutivas da alma e laudos periciais que sirvam de escudo contra a impunidade.
Enquanto isso, nas ruas do Fluvial Vallarta, o eco dos passos noturnos já não soa o mesmo. Cada sussurro do vento por entre as árvores parece perguntar: Quem será o próximo? Quantos mais terão de enfrentar o horror antes que as autoridades ajam com a urgência que este inferno exige?
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