Mobilidade e divisões na manifestação da CNTE
A 15 dias da greve nacional, a presença da Coordenadora Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) nas ruas do Zócalo diminuiu significativamente. Em ruas como Madero, a estrada está praticamente liberada para travessia de pedestres, ao contrário dos primeiros dias de protesto.
Outras áreas como Simón Bolívar, 5 de Mayo e Isabel la Católica também registam menos bloqueios. Embora ainda existam tendas, o trânsito de veículos já é possível em alguns pontos. Porém, em Tacuba, Ignacio Allende e Donceles a presença é maior, com acampamentos mais robustos, embora não comparáveis no início.
Na República de Cuba, Palma Norte e Belisario Domínguez concentram-se as cozinhas e refeitórios da profissão docente. Aqui as tendas ainda lotam as estradas. Mas mesmo nessa altura, alguns membros começaram a arrumar os seus pertences para partir, segundo este médium.
Divisões internas surgiram devido ao cansaço dos professores. No dia 12 de junho, a Assembleia Representativa Nacional avançou em meio a discussões e sinais de desgaste. Enquanto alguns contingentes propuseram a retirada, outros insistiram em manter a pressão.
Apesar de tudo, a CNTE anunciou que continuará com as suas jornadas de mobilização. Estas começaram com a liberação de cabines de acesso à capital e aos estados onde têm maior presença.




