Chinwendu Ihezuo lidera a volta do Pachuca à final

Um feito épico no futebol feminino mexicano que deixou o estádio em suspense.

El drama que conmocionó al fútbol femenil

El aire olía a tragedia para las Tuzas cuando Christina Burkenroad, con la frialdad de una asesina en la noche, clavó el primer gol para Rayadas al minuto 20. El estadio, un caldero de emociones, parecía inclinarse hacia el bicampeonato de Monterrey. Pero nadie contaba con la furia desatada de Chinwendu Ihezuo, la nigeriana que escribiría su nombre con letras de oro en la historia de la Liga MX femenil.

El renacer de las Tuzas

Al minuto 31, como un rayo en medio de la tormenta, Ihezuo apareció para igualar el marcador. Diez minutos después, Kenti Robles, con un disparo que pareció salido de un sueño, puso el 2-1. Pero esto solo era el preludio de la verdadera obra maestra. A los 63 y 70 minutos, la delantera nigeriana, poseída por la sed de gloria, anotó dos goles más, sellando un 4-1 que dejó al rival en el abismo y un global de 4-2.

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La remontada no fue solo un triunfo; fue una declaración de guerra. Pachuca, con el corazón de sus jugadoras latiendo al unísono, demostró que en el fútbol nada está escrito hasta el silbatazo final.

América vs. Pachuca: La batalla por la gloria eterna

Las Águilas del América, bajo el mando estratégico de Ángel Villacampa, llegan a la final tras derrotar a Guadalajara en una serie que dejó sin aliento a los aficionados. Su funcionamiento es impecable, su ambición, insaciable. Pero frente a ellas estarán las Tuzas, lideradas por la legendaria Charlyn Corral, cuyo equipo ha demostrado una autoridad que estremece.

Este duelo no es casualidad. El fantasma del Clausura 2023 ronda sobre Pachuca, cuando América las venció en el estadio Azteca para alzar su segunda corona. Ahora, las hidalguenses buscan venganza, mientras que las azulcremas anhelan consolidar su reinado.

Los días 9 y 12 de mayo serán testigos de un choque de titanes. Dos equipos, dos historias, un solo trofeo. ¿Quién escribirá el siguiente capítulo de esta épica?

¡No te pierdas este duelo que promete ser legendario! Comparte la emoción y descubre más sobre la Liga MX femenil.

Bélgica se prepara para o duelo contra a Espanha nas quartas de final

A Bélgica deixa a polêmica para trás e foca na Espanha, invicta e sem gols sofridos.

Da euforia à concentração

A seleção belga deixou as comemorações e polêmicas para trás ao vencer os Estados Unidos por 4 a 1. Agora, os Red Devils concentram todas as atenções na Espanha, rival nas quartas de final da Copa do Mundo.

A equipe treinou em Los Angeles com confiança renovada. Depois de recuperar contra o Senegal e dominar os anfitriões, a Bélgica enfrenta o seu teste mais exigente: uma Espanha que ainda não sofreu qualquer golo no torneio.

“Ganhamos muita confiança. Sabíamos que seria uma partida difícil contra os Estados Unidos, mas tivemos um bom desempenho na defesa e no ataque”, declarou o goleiro Thibaut Courtois.

Sem distrações

As polêmicas do jogo anterior ficaram para trás. A dança que vários jogadores realizaram, associados ao presidente Donald Trump, gerou comentários, mas a equipa garante que apenas comemorou a vitória.

“Existem diferentes formas de comemorar. Só comemoramos a vitória”, explicou o lateral Diego Moreira.

Courtois esclareceu que não esteve presente no vestiário durante as comemorações porque estava fazendo controle antidoping.

Mudança de sede e foco

A Bélgica adiou a sua sessão de treino de quarta-feira depois de considerar que as áreas atribuídas não cumpriam os padrões. A Real Federação Belga de Futebol emitiu um comunicado sobre o assunto.

Olhando para o jogo de sexta-feira no Estádio SoFi, os belgas assumem o papel de azarões. Courtois lembrou a vitória contra o Brasil na Rússia em 2018 como precedente.

“Eles eram favoritos, mas agora somos uma grande equipa. O jogo contra o Senegal mostrou a nossa capacidade de acreditar até ao fim”, disse ele.

A Bélgica confia no seu jogo coletivo para desafiar uma Espanha imparável.

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Enner Valencia se despede do Pachuca após a Copa do Mundo

Enner Valencia deixa o Pachuca após a Copa do Mundo. Seu próximo destino seria a MLS.

A Copa do Mundo de 2026 contou com vários representantes da Liga MX. Entre eles, destacou-se o equatoriano Enner Valencia, que defendeu as cores de seu time na esperança de conquistar o maior troféu da FIFA.

Sua participação foi complicada. O Equador enfrentou o México nas oitavas de final e foi eliminado. Apesar disso, o atacante manteve sua hierarquia como líder e artilheiro.

Até poucas horas atrás, o Valencia pertencia ao Pachuca, clube onde chegou como estrela. Mas a diretoria de Hidalgo anunciou oficialmente sua saída pelas redes sociais.

O legado do ‘Superman’ em Pachuca

Os Tuzos dedicaram uma mensagem de agradecimento ao agressor. Eles reconheceram seu profissionalismo, comprometimento e dedicação.

“Enner, obrigado por todo esforço e talento que você contribuiu para defender este escudo, tornando-se parte fundamental desta história. Desejamos-lhe o maior sucesso em seus projetos futuros, com a certeza de que seu legado permanece marcado no coração de nossos torcedores”, escreveu o clube.

O Valencia sai com 26 gols em 47 jogos. A sua saída deixa um vazio no ataque azul e branco.

Segundo a mídia equatoriana, o futuro do jogador de 35 anos aponta para a MLS. Ele tem experiência na Europa e agora definirá seu próximo destino nos próximos dias.

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França enfrenta Marrocos nas quartas de final da Copa do Mundo

A França busca as semifinais contra o Marrocos, que busca vingança em 2022.

Vingança marroquina no horizonte

França e Marrocos se enfrentarão na quinta-feira nas quartas de final da Copa do Mundo. O duelo revive o confronto de 2022, no Catar, quando o Marrocos fez história como a primeira seleção africana nas semifinais. Dessa vez, a França venceu por 2 a 0.

Agora, a seleção africana é a única do seu continente ainda em disputa na América do Norte. Os Les Bleus querem confirmar o favoritismo e chegar à terceira semifinal consecutiva.

Didier Deschamps, técnico francês, antecipa uma partida complexa. “O perfil do Marrocos não é o do Paraguai. É um excelente time, com individualidades de alto nível. Não estão aqui para jogar só por jogar. Estão aqui para vencer”, declarou nesta terça-feira.

Recurso de Olise, sem sucesso

A FIFA rejeitou nesta quarta-feira o apelo da França pelo cartão amarelo que Michael Olise recebeu contra o Paraguai. O cartão foi mostrado aos 97 minutos devido a uma briga com Matías Galarza Fonda. Os replays mostraram Olise segurando a camisa do adversário.

Deschamps confirmou a notícia: “Não houve alteração em relação ao cartão amarelo de Olise. Recebemos esta manhã a decisão da FIFA de que seria mantido”. Se Olise receber outro cartão amarelo na quinta-feira, perderá uma possível semifinal.

O caso suscitou comparações com a intervenção do presidente dos EUA, Donald Trump, perante Gianni Infantino para que Folarin Balogun não fosse suspenso. A FIFA suspendeu a sanção, mas os Estados Unidos perderam por 4 a 1 para a Bélgica e foram eliminados.

Mbappé, à margem da polêmica

Deschamps também abordou os insultos da senadora paraguaia Celeste Amarilla contra Kylian Mbappé nas redes sociais. O Ministério Público francês investiga discurso de ódio. “Kylian é forte e nada o afeta. Ele está em alto nível”, disse o treinador.

Quanto à arbitragem – três cartões amarelos para a França e nenhum para o Paraguai nas oitavas de final – Deschamps foi cauteloso: “Está fora do nosso controle. Confio na arbitragem. Nosso rival é o Marrocos, não o árbitro”.

Questionado sobre o seu futuro após o torneio, já que deixará a seleção nacional após 14 anos, respondeu: “Não estou pensando nisso. Estou focado na seleção marroquina para vencer essa partida”.

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