‘Chino’ Huerta se despede da festa (e não sozinho)
Parece que a Seleção Mexicana decidiu começar a semana como começamos em qualquer segunda-feira depois de um domingo de tacos e decisões erradas: com dores musculares que mudam tudo. A notícia bombástica é que César “El Chino” Huerta, nosso ala favorito com mais coragem do que um tutorial do TikTok, deixou a convocação devido a desconforto muscular. Sim, bem nesses amistosos que prometiam ser o drama que precisávamos.
El Tri, em uma declaração tão emocionante quanto uma transmissão ao vivo de alguém que apenas mostra o teclado, lançou a bomba: El Chino sentiu o pesadelo de todo atleta, uma sobrecarga muscular, durante a partida de seu time, o Anderlecht, na Jupiler Pro League na Bélgica. Para quem não conhece o futebol belga (ou seja, quase todo mundo), é como a Liga MX, mas com mais cerveja e menos gritaria. O fato é que o mexicano suportou 73 minutos de puro sofrimento antes de dizer “é isso, meu povo” e sair de campo como quem foge de uma conversa incômoda.
Japão e Coreia do Sul: a turnê asiática que ficou sem protagonista
Resultado: o jovem jogador do Chivas perde os dois amistosos contra o Japão e a Coreia do Sul, que são basicamente como colocar gênios de anime contra protagonistas de K-drama. E Javier Aguirre, o basco, tomou uma decisão que deixou todos carrancudos: não chamar nenhum substituto. Nada. Zero. Como se sua série favorita da Netflix tivesse sido cancelada sem aviso prévio.
O que isso significa? Bem, os alas que estão no elenco terão que suar muito. Estamos falando de Hirving Lozano, Diego Lainez, Roberto Alvarado e Alexis Vega, que agora têm a oportunidade de brilhar ou… bem, de pelo menos tentar sem que Chino lhes roube os holofotes. Mais minutos para eles, mais drama para nós. Quem dirá “presente” no Oakland-Alameda County Coliseum, na Califórnia, neste sábado, 6 de setembro? E depois, na terça-feira, dia 9, no Geodis Park, em Nashville, contra a Coreia do Sul, que não perdoa um único erro.
A perda de César Huerta não é pouca coisa. Este jogador é daqueles que dão tempero ao jogo, e sua ausência deixa uma lacuna que nem todos conseguem preencher. Mas o futebol é isso: imprevisível, cruel e com um sentido de humor tão ácido como o de um millennial sem café. Agora temos que esperar e ver como o Tri se sai sem um de seus elementos mais dinâmicos. É hora de outro jogador se tornar o herói inesperado? Ou, você sabe, tudo vai para o inferno como um plano de fim de semana sem reservas.
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