Capturam o suposto assassino do jornalista Armando Linares em Michoacán

A justiça leva tempo, mas chega... às vezes. Um novo capítulo no caso do assassinato do jornalista Armando Linares.

A justiça chega… quando quer

Ah, que bom, a Procuradoria de Michoacán decidiu fazer o seu trabalho (sim, é notícia) e capturou o suposto autor do assassinato do jornalista Armando Linares López. Você se lembra desse crime? Aconteceu no dia 15 de março de 2022, mas quem está contando, certo? Afinal, ele era apenas um jornalista. Que diferença faz se dois anos se passaram? O importante é que agora, graças ao milagre da burocracia, Magdiel Urbina Chimal (o suspeito que puxou o gatilho) terá finalmente que enfrentar um juiz. Ou pelo menos é o que dizem.

O cúmplice que foi passear… e voltou

Mas espere, tem mais. Acontece que as investigações também apontaram Carlos Gerardo Sánchez Mendoza, vulgo “El 02” (porque obviamente os criminosos precisam de apelidos de videogame), como cúmplice nesta festa de impunidade. Este jovem de 22 anos foi capturado em agosto de 2023 junto com dois comparsas que, segundo eles, eram membros do Cartel da Nova Geração de Jalisco (porque se você vai ser um criminoso, pelo menos faça-o com estilo).

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Como eles os pegaram? Pois bem, eles estavam em um caminhão Dodge Ram em velocidade excessiva (erro clássico: se você é traficante de drogas, respeite os limites, amigos). A polícia os perseguiu, o motorista perdeu o controle e eles acabaram em uma vala (porque nada diz “sou um criminoso profissional” como uma colisão espetacular). Eles tentaram fugir a pé, mas… bem, digamos que não eram exatamente Usain Bolt. Eles encontraram armas de fogo (surpresa) e as levaram para a Procuradoria-Geral da República.

A impunidade faz sua mágica

Aí vem o melhor: apesar das evidências, um juiz chamado Wilfrido Tapia López (anote o nome) decidiu que “El 02” merecia uma carona e o libertou em março deste ano. As razões? As testemunhas recuaram (nossa, que surpresa) e as provas não convenceram o juiz (que estava claramente com pressa para ir almoçar). É assim que funciona a justiça no México: dois passos para frente, trezentos passos para trás.

Moral? Se você quiser matar um jornalista no México, faça-o. No geral, há uma grande probabilidade de que eles o deixem ir, mesmo que o capturem. Claro, não dirija rápido, porque é aí que o peso da lei recairá sobre você.

Você está indignado com esta história? Compartilhe-a nas redes sociais e continue explorando mais casos de impunidade e crime organizado. Porque alguém tem que lembrar que isso continua acontecendo.

Seis policiais de Tabasco enfrentam acusações de sequestro e extorsão

Elementos do PEC foram presos após investigações de crimes graves em Tabasco.

Operação anticorrupção em Tabasco

A Procuradoria-Geral da República cumpriu mandados de prisão contra seis integrantes da Polícia Rodoviária Estadual (PEC) de Tabasco. Eles são acusados ​​de sua suposta participação em sequestros e extorsões.

Os detidos, atribuídos à Secretaria de Segurança e Proteção ao Cidadão de Tabasco, foram identificados como Carmen N., Rubén N., Carlos Mario N., Edi N., Francisco Javier N. e Joan Darío N. A captura ocorreu nas próprias instalações da corporação.

A operação contou com a participação da Força de Reação Tática Interinstitucional Olmeca (FIRT). Após a prisão, os seis foram colocados à disposição de um juiz, que definirá a situação jurídica deles.

A FGR informou que estes resultados provêm da troca de informações e da coordenação operacional entre as autoridades que compõem a FIRT Olmeca. Ele ressaltou que a ação foi realizada de acordo com a legalidade e o respeito aos direitos humanos.

Este caso ocorre num contexto em que os cidadãos de Tabasco apresentaram múltiplas queixas contra agentes da polícia por alegados abusos. Entre as denúncias recorrentes estão abuso de autoridade, detenções ilegais, fabricação de crimes, extorsão e homicídio.

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Sheinbaum: cada arma entregue é uma vida salva

Sheinbaum defende o programa de desarmamento voluntário como ferramenta pacificadora.

Resultados do programa Sim ao Desarmamento

A Presidente Claudia Sheinbaum descreveu como “bem sucedido” o programa “Sim ao Desarmamento, Sim à Paz”, que promove a entrega voluntária de armas de fogo em troca de apoio financeiro. Na sua conferência matinal, garantiu que cada arma retirada de circulação representa uma vida que pode ser salva.

“Tem tido muito sucesso e também tudo o que fazemos para desarmar pacificamente é salvar uma vida. É remover um instrumento que pode causar a morte. É pacificador”, disse ele.

Sheinbaum informou que nesta quinta-feira conduzirá um dia do programa no átrio da Basílica de Guadalupe, onde começou no ano passado. Destacou a colaboração da Igreja Católica, que proporciona espaços de confiança para a população entregar as armas.

Por ocasião do Dia Internacional da Destruição de Armas de Fogo, a Secretaria de Defesa Nacional apresentará um balanço do programa, bem como um relatório sobre as armas apreendidas e sua posterior destruição. O presidente sublinhou que o desarmamento voluntário contribui para a pacificação do país, uma vez que as famílias podem entregar armas anonimamente, sem investigação, e receber em troca apoio financeiro.

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Mais de 12 mil refugiados acessam contas bancárias no México

O Banorte e o ACNUR facilitam a inclusão financeira dos refugiados no México.

Mais de 12 mil refugiados com autorização de residência legal no México conseguiram abrir uma conta bancária, um passo fundamental para a sua integração no emprego formal. A iniciativa, promovida pelo Banorte em aliança com a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), teve início em 2022.

Felipe Medina, diretor executivo de Captação do Banorte, destacou que o principal entrave foi a falta de acesso a uma conta para depósito da folha de pagamento. Embora a regulamentação permita a abertura de contas com CURP e documentos de imigração, na prática muitas agências não reconheciam esta documentação.

“Havia pessoas que já queriam trabalhar, ingressar em empregos formais e não encontravam uma conta que lhes permitisse receber seus recursos”, explicou Medina.

O banco desenhou um processo de abertura digital em cerca de cinco minutos, com arquivo simplificado. Os refugiados podem receber depósitos salariais, fazer transferências e usar cartão de débito digital. O cartão físico é então obtido em estabelecimentos comerciais, sem necessidade de deslocamento até uma agência.

O Banorte também colaborou com empresas que contratam refugiados – como FEMSA, Mabe, LEGO e Alpura – para agilizar a abertura de contas durante a incorporação ao emprego. As equipas de recursos humanos receberam formação especializada.

O sector bancário permitiu a plena integração na economia formal. As contas deste segmento registram depósitos mensais entre 2.000 e 14.000 pesos, saldo médio de 1.900 pesos e cerca de seis transações digitais por mês. As empresas reportam uma menor rotatividade de pessoal e uma maior produtividade entre os trabalhadores refugiados, muitos deles com experiência profissional ou estudos especializados.

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