A febre Bieber chega ao deserto
A confirmação de Justin Bieber como atração principal do Coachella já deixou todo mundo comentando. Mas o que ninguém esperava era que alguns simples vídeos de ensaio nas redes sociais desencadeassem essa loucura.
Acontece que começaram a circular clipes no TikTok onde o canadense pode ser ouvido revendo sucessos antigos. Não apenas músicas do álbum mais recente, mas joias como “Sorry”, “Boyfriend” e até mesmo “One Less Lonely Girl”. Isso, amigos, foi a faísca.
A sugestão de uma viagem nostálgica por sua carreira, e não apenas um show promocional, deixou os fãs em pânico.
E com o pânico veio a lei da oferta e da procura, uma versão extrema. Em plataformas como o StubHub, os passes para este sábado – a sua noite – já estão perto dos 4 mil dólares. Para se ter uma ideia: o preço original era de US$ 649. É uma loucura.
Um pôster que vai além da estrela pop
Claro, Coachella não é apenas Bieber. O festival traz de volta lendas como David Byrne (do Talking Heads) e conta com colaborações únicas como Nine Inch Noize (a fusão do Nine Inch Nails com Boys Noize).
Há também espaço para K-pop com Taemin, puro techno com Armin van Buuren e Adam Beyer, e o encerramento latino com força total de Karol G. Até a influenciadora Addison Rae tenta a sorte no palco principal.
Mas este fim de semana tem nome próprio. O retorno de Justin Bieber aos grandes palcos é um acontecimento à parte, principalmente depois de anos afastado por problemas de saúde. Ele fez sua última turnê em 2022, antes de ser diagnosticado com síndrome de Ramsay Hunt.
Portanto, além do preço exorbitante, há algo genuíno na empolgação. É nostalgia pelo adolescente Bieber misturada com curiosidade pelo artista atual. E essa combinação, aparentemente, não tem preço… ou melhor, tem, e é muito alto.




