Beyoncé ganha seu primeiro Emmy e avança rumo ao EGOT

A rainha do pop continua batendo recordes, agora com um Emmy que a aproxima do cobiçado EGOT.

Beyoncé, a máquina de troféus, continua colecionando prêmios

Ah, surpresa, Beyoncé voltou a fazer o que ela faz de melhor: vencer. Mas desta vez não foi um Grammy, ou um Billboard, ou mesmo um prêmio inventado por seus fãs. Não, não. A rainha do pop acaba de ganhar seu primeiro Emmy, porque, claro, por que se contentar em apenas dominar a música quando você também pode invadir a televisão?

O prêmio veio para seu programa Beyoncé Bowl, transmitido pela Netflix durante um jogo da NFL entre o Baltimore Ravens e o Houston Texans. Porque, obviamente, se há uma coisa que os fãs de futebol precisam no meio de um jogo, é um interlúdio country-western com tema de cowboy. Quem teria pensado? O show, baseado em seu álbum Cowboy Carter, foi assistido por 27 milhões de pessoas, provando mais uma vez que Beyoncé poderia cantar o cardápio de um restaurante e ainda assim quebrar recordes de audiência.

RelacionadoBeyoncé ganha seu primeiro Emmy por seu show espetacular na NFL

Um prêmio técnico, mas um passo gigante em direção ao EGOT

O Emmy foi premiado na categoria de “melhor figurino para programação de variedades”, o que significa que, tecnicamente, não foi Beyoncé quem ganhou, mas sua equipe de designers. Mas sejamos honestos, alguém acha que esse troféu não vai parar na prateleira ao lado dos outros 32 Gramys? A cantora dividiu a homenagem com a estilista Shiona Turini e sua equipe, pois até as deusas precisam de ajuda para ficarem impecáveis no meio de um desfile de jeans.

O mais engraçado de tudo é que esse prêmio não passou pelo processo normal de votação. Foi decidido por um comitê, o que nos faz pensar: os eleitores regulares estavam muito ocupados prestando homenagem a Taylor Swift? Seja como for, este Emmy aproxima Beyoncé de um EGOT (Emmy, Grammy, Oscar, Tony), o Santo Graal dos prêmios de entretenimento. Ele só precisa de um Oscar e um Tony. Alguém duvida que ele os conseguirá? Provavelmente antes do final desta década.

Enquanto isso, Beyoncé continua concorrendo a mais dois Emmys: um como produtora do Beyoncé Bowl e outro como diretora. A cerimônia do Primetime Emmy será no dia 14 de setembro, então prepare-se para ver se a rainha continua a expandir sua coleção de troféus ou se, pela primeira vez, alguém roubará a cena (spoiler: duvidamos).

Quer mais notícias sobre música e prêmios? Compartilhe esta nota e continue explorando como os artistas continuam a quebrar barreiras (e prateleiras).

Green Day surpreende na Comic-Con com show em caminhão de sorvete

Billie Joe Armstrong fez um show surpresa em um caminhão de sorvete para promover o filme biográfico da banda.

Surpresa gelada em San Diego

Do teto de um caminhão de sorvete, Billie Joe Armstrong deu um show surpresa na San Diego Comic-Con nesta sexta-feira. A banda divulga Nimrods, seu próximo filme biográfico.

O vocalista cantou “Basket Case” perto do Petco Park. Dezenas de fãs se reuniram para cantar e curtir o show.

Durante a ativação foram distribuídos sorvetes temáticos e camisetas alusivas ao filme. Isso foi relatado pela mídia americana.

Estiveram presentes os atores Mason Thames e Jenna Fischer, integrantes do elenco de Nimrods. Fischer é conhecida por seu papel como Pam Beesly em The Office.

Enquanto Armstrong conduzia a apresentação, seus colegas Mike Dirnt e Tré Cool distribuíam os sorvetes.

Dirigido por Lee Kirk e estrelado por Mason Thames, Nimrods será lançado em 14 de agosto nos Estados Unidos.

Continuar lendo

Comic-Con 2027: Marvel revela Pantera Negra III e Motoqueiro Fantasma

Marvel anuncia novo Pantera Negra e confirma Gosling como Motoqueiro Fantasma em 2028.

A Marvel Studios aproveitou sua apresentação na San Diego Comic-Con International para anunciar dois projetos que chegarão em 2028: Pantera Negra III e Motoqueiro Fantasma.

Novo herdeiro de Wakanda

David Jonsson subiu ao palco ao lado do diretor Ryan Coogler. Letitia Wright e Winston Duke o cumprimentaram com sorrisos. Jonsson interpretará o filho de T’Challa, personagem que ficou famoso por Chadwick Boseman.

“Obrigado a esta família à qual tenho a honra e a bênção de me juntar. Não quero falar muito, porque quero deixar a tela falar”, disse o ator de 32 anos, conhecido por Industry e Alien: Romulus.

O lançamento de Pantera Negra III está previsto para 15 de dezembro de 2028. Boseman morreu em 2020. O primeiro filme da franquia arrecadou mais de US$ 1,3 bilhão e foi o primeiro filme de super-herói indicado ao Oscar de melhor filme.

Gosling anda na motocicleta infernal

Ryan Gosling repetirá com o diretor Shawn Levy em Ghost Rider. No painel, Levy relembrou sua passagem pelo Hall H, há dois anos, para promover Deadpool e Wolverine.

Gosling cumprimentou Kevin Feige e confessou que há muito tempo queria interpretar o personagem. Sua parceira, Eva Mendes, estrelou ao lado de Nicolas Cage na versão original de 2007, antes do universo cinematográfico Marvel. Desde então, os direitos foram revertidos para a Marvel Studios.

Mais surpresas no painel

Feige anunciou que Vingadores: Ultimato será relançado nos cinemas em 25 de setembro com novas cenas que se conectam a Vingadores: Dia do Juízo Final, agendado para 18 de dezembro.

Um trailer mostrou Victor Von Doom (Robert Downey Jr.) se relacionando com Reed Richards (Pedro Pascal) e Sue Storm (Vanessa Kirby). Sue chama Doom de pessoa quebrada: “Tudo o que ele amava foi tirado dele”. Downey Jr. brincou chamando-os de “melhores amigos”.

Ryan Reynolds surgiu da plateia vestido como um Deadpool cinza. Ele perguntou a Paul Rudd por que Thor chorou no filme anterior. Rudd respondeu: “Ele é um torcedor do Wrexham”, referindo-se ao time de futebol do qual Reynolds é co-proprietário.

O painel foi o mais esperado do evento. A Marvel busca reiniciar sua marca, afetada pelo excesso de séries no Disney+ e pelas críticas mistas de Capitão América: Admirável Mundo Novo.

Continuar lendo

Cecilia Suárez: entre homenagens, terapia e autorreflexão

A atriz recebeu a Cruz de Prata no GIFF e falou sobre seu processo de cura.

Uma noite de emoções

O Teatro Juárez de Guanajuato foi palco da homenagem nacional a Cecilia Suárez, no âmbito do Festival Internacional de Cinema de Guanajuato (GIFF). Ao pegar o microfone, seu primeiro gesto foi perguntar pela segurança de um fotógrafo que caiu no fosso do palco. Relatórios oficiais confirmaram que ele não sofreu ferimentos graves.

A atriz, conhecida por Sexo, modéstia e lágrimas e A Casa das Flores, recebeu a Cruz de Prata, prêmio concedido pela Filmoteca da UNAM com restos de metal da revelação do filme. “Podem te dar 8 mil pesos por isso”, brincou Hugo Villa, diretor da Filmoteca, durante a entrega.

Gratidão e maternidade

Suárez chegou acompanhada de seu filho Teo, a quem definiu como sua força motriz. Lembrou-se das palavras de María Félix sobre a maternidade e confessou:

“Fiquei muito feliz e sabendo que por causa do nervosismo que iria ficar, escrevi algo caso não conseguisse dizer nada.”

Ela ressaltou ainda que a trajetória de uma atriz não se compreende sem um esforço coletivo. “Tende-se a pensar que quando se recebe uma homenagem é preciso ter uma certa idade… a trajetória de uma atriz e de um ator não pode ser compreendida sem um esforço coletivo”, afirmou.

Sua estreia no cinema foi em 1999; então veio Todo o poder, Um mundo perfeito e Elvira lhe daria minha vida, mas estou usando-a. Como ativista, ela tem defendido os direitos das mulheres, inclusive perante a ONU.

Participaram do evento Irene Azuela e o diretor Ernesto Contreras, que elogiaram seu trabalho.

Terapia como ferramenta

Durante master class, Suárez falou sem reservas sobre seu investimento em saúde mental:

“Falamos pouco sobre dinâmica de atuação; você tem que se revisar constantemente: quem você é e quais ferramentas você usa. Milhões de pesos gastos em terapia e muitas horas de autorreflexão e saber quem eu sou eu já tive.”

A atriz utiliza técnicas como a psicomagia, criada por Alejandro Jodorowsky, que combina teatro, ritos xamânicos e psicanálise. Respondendo aos questionamentos do público, ele destacou que as novas gerações de atores sentem angústia nos intervalos, quando deveriam aproveitá-los. Para ela, em tempos turbulentos, só o esforço coletivo permite avançar.

Continuar lendo