O ‘Coelho Mau’ não só ganhou prêmios, mas também acendeu o rastilho
A noite do Grammy teve um momento que todos vão lembrar. E não foi só por causa da música. Bad Bunny, depois de ganhar o prêmio de Álbum do Ano, usou o microfone para outra coisa.
“Antes de agradecer a Deus. Quero dizer: fora ICE. Não somos selvagens, não somos animais… somos americanos também,”
Ele disse do palco. Uma mensagem direta contra a política de imigração dos EUA que voou pelas redes em segundos.
A resposta que ninguém esperava (bem, talvez alguns esperassem)
O ator Eduardo Verástegui não ficou calado. Em suas redes ele atacou Benito com uma fúria raramente vista.
“Que época eram aqueles em que Frank Sinatra, Adele ou Stevie Wonder recebiam aquele prêmio. Hoje basta vestir vestidos, balbuciar letras ininteligíveis, glorificar a vulgaridade e cantar com a boca cheia de comida para eles te darem,”
Ele escreveu em um primeiro post. Mas não parou por aí.
Em outra mensagem ele foi além, desqualificando completamente seu trabalho:
“Uma coisa é a música e outra é o barulho, cantado com a boca cheia de comida e com letras que denigrem o ser humano. Isso não é mais uma questão de gosto: é objetivamente lixo. E sim, estou falando do Coelhinho Mau.”
Verástegui acusou o artista de ser contraditório: “Esse personagem afirma que não somos animais, mas se comporta como tal”.
O confronto era previsível se olharmos para as suas histórias. Bad Bunny tem sido um crítico aberto de Donald Trump, enquanto Verástegui demonstrou seu apoio público ao ex-presidente.
Enquanto essa polêmica ferve online, Bad Bunny se prepara para o maior palco do planeta: o show do intervalo do Super Bowl neste fim de semana. Ele levará a sua música, e sem dúvida a sua postura, a centenas de milhões de pessoas.
Um fim de semana movimentado para o reggaeton.




