Kanye West: quando a arte imita… a pior parte da história?
Ah, Kanye West (ou Ye, como ele agora insiste em se chamar), o gênio incompreendido que nunca decepciona… decepciona. O cantor e “visionário” da moda voltou a ser manchete, mas desta vez não por desenhar sapatos infláveis ou por se casar com uma estátua humana, mas porque a Austrália disse “não, obrigado” à sua visita. A razão? Sua última joia musical, “Heil Hitler”, uma canção tão sutil quanto um elefante em uma loja de porcelana.
A Austrália não quer importar intolerância (e menos ainda na forma de rapper)
O Ministro de Assuntos Internos, Tony Burke, confirmou o que todos esperávamos: Você não é mais bem-vindo na Austrália. Surpreso? Ninguém. O artista viaja há anos para o país, onde mora a família de sua esposa, Bianca Censori (que, aliás, deve estar reconsiderando suas decisões de vida). Mas, surpresa, glorificar o nazismo numa canção não é exatamente o passaporte para a simpatia internacional.
“Já temos problemas suficientes neste país sem importar deliberadamente a intolerância”, declarou Burke com uma paciência digna de prémio. E sim, a Austrália tem de tudo, desde aranhas mortais até incêndios florestais, mas pelo menos desenhar suásticas musicais não estava em sua lista de preocupações… até agora.
A música, lançada em 8 de maio, não é exatamente um hino à paz mundial. Com letras que elogiam Adolf Hitler e o nazismo, Ye conseguiu o impossível: unir a internet no desprezo. Conquista? Depende de como você define “sucesso”.
Então, enquanto Ye continua sua jornada de autodestruição pública, a Austrália decidiu que não precisa de mais drama. Porque, sejamos honestos, quem quer um rapper polêmico quando você já tem cangurus que boxeiam?
Você quer mais notícias absurdas sobre celebridades? Compartilhe este artigo e descubra quais outras celebridades estão tentando quebrar recordes de decisões erradas.




