Investimento de milhões de dólares, resultados ruins
Arábia Saudita e Catar investiram fortunas em futebol e infraestrutura, mas na Copa do Mundo de 2026 saem na fase de grupos. Dinheiro não compra sucesso em campo.
A Arábia Saudita terminou em último lugar no seu grupo, que incluía Cabo Verde – o terceiro menor país a competir – que avançou para as eliminatórias pela primeira vez. Os sauditas não sobrevivem à fase de grupos desde 1994.
“Não era o que queríamos porque, jogando um jogo como esse contra uma equipa que está mais ou menos ao nosso nível, o nosso desempenho não foi bom”, reconheceu o treinador Georgios Donis.
O Catar, anfitrião em 2022, também sai após três jogos. Eles alcançaram seu primeiro ponto histórico em uma Copa do Mundo com um empate angustiante contra a Suíça, mas outra eliminação precoce.
“Acho que isso mostra que pelo menos fomos capazes de competir neste tipo de jogos”, comentou Julen Lopetegui, treinador do Catar.
O Irão e o Iraque também ficaram de fora. Em contraste, nove das 10 seleções africanas avançaram para os 16 avos-de-final. As nações do Golfo estão a lutar para deixar a sua marca, oito anos antes da Arábia Saudita, anfitriã em 2034.




