América conquista sua terceira estrela na Liga MX Femenil

Os Águilas voltam contra o Rayadas e erguem o troféu depois de três anos.

Tres años después, el América volvió a consagrarse campeón del fútbol femenil mexicano. Con un marcador global de 3-1 sobre Rayadas, las dirigidas por Ángel Villacampa rompieron la racha adversa de finales perdidas y levantaron su tercera copa.

Un título con sabor a revancha

El partido comenzó cuesta arriba para las Águilas. Al minuto 8, un gol de Montserrat Saldívar fue anulado por la árbitro Cesia Deysire Campos, con apoyo del VAR, por una falta de Geyse Da Silva. La decisión le dio respiro a unas Rayadas que sufrieron tanto por la altura de la Ciudad de México como por el incansable sol.

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América encontró premio a su insistencia sobre el cierre del primer tiempo. Irene Guerrero (44’) aprovechó un error de la portera albiazul para empujar el rebote y desatar la locura en el estadio.

En la segunda mitad, los errores defensivos sentenciaron a la visita. Paola Manrique falló en el control del área y Geyse Da Silva (51’) no perdonó. La brasileña anotó el gol que volteó el marcador global y celebró con acrobacias que anticipaban el triunfo.

El VAR, que antes había anulado un gol americanista, esta vez concedió un penalti. Scarlett Camberos (80’) lo convirtió para sellar el campeonato. 26 mil 670 aficionados presenciaron la remontada en Coapa.

Ahora, el objetivo inmediato es la Concacaf W Champions Cup. Por segundo año consecutivo, América está en semifinales y enfrentará este miércoles al Gotham FC de Estados Unidos, su último verdugo.

“Mi sensación es de mucho orgullo por el club al que pertenezco, las jugadoras que lo representan y que dignifican esta playera. En otro equipo, cuatro años y dos títulos sería bueno, pero aquí siempre buscamos la excelencia”, declaró Ángel Villacampa tras el partido.

França enfrenta Marrocos nas quartas de final da Copa do Mundo

A França busca as semifinais contra o Marrocos, que busca vingança em 2022.

Vingança marroquina no horizonte

França e Marrocos se enfrentarão na quinta-feira nas quartas de final da Copa do Mundo. O duelo revive o confronto de 2022, no Catar, quando o Marrocos fez história como a primeira seleção africana nas semifinais. Dessa vez, a França venceu por 2 a 0.

Agora, a seleção africana é a única do seu continente ainda em disputa na América do Norte. Os Les Bleus querem confirmar o favoritismo e chegar à terceira semifinal consecutiva.

Didier Deschamps, técnico francês, antecipa uma partida complexa. “O perfil do Marrocos não é o do Paraguai. É um excelente time, com individualidades de alto nível. Não estão aqui para jogar só por jogar. Estão aqui para vencer”, declarou nesta terça-feira.

Recurso de Olise, sem sucesso

A FIFA rejeitou nesta quarta-feira o apelo da França pelo cartão amarelo que Michael Olise recebeu contra o Paraguai. O cartão foi mostrado aos 97 minutos devido a uma briga com Matías Galarza Fonda. Os replays mostraram Olise segurando a camisa do adversário.

Deschamps confirmou a notícia: “Não houve alteração em relação ao cartão amarelo de Olise. Recebemos esta manhã a decisão da FIFA de que seria mantido”. Se Olise receber outro cartão amarelo na quinta-feira, perderá uma possível semifinal.

O caso suscitou comparações com a intervenção do presidente dos EUA, Donald Trump, perante Gianni Infantino para que Folarin Balogun não fosse suspenso. A FIFA suspendeu a sanção, mas os Estados Unidos perderam por 4 a 1 para a Bélgica e foram eliminados.

Mbappé, à margem da polêmica

Deschamps também abordou os insultos da senadora paraguaia Celeste Amarilla contra Kylian Mbappé nas redes sociais. O Ministério Público francês investiga discurso de ódio. “Kylian é forte e nada o afeta. Ele está em alto nível”, disse o treinador.

Quanto à arbitragem – três cartões amarelos para a França e nenhum para o Paraguai nas oitavas de final – Deschamps foi cauteloso: “Está fora do nosso controle. Confio na arbitragem. Nosso rival é o Marrocos, não o árbitro”.

Questionado sobre o seu futuro após o torneio, já que deixará a seleção nacional após 14 anos, respondeu: “Não estou pensando nisso. Estou focado na seleção marroquina para vencer essa partida”.

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A bola da Copa do Mundo: tecnologia que você não pode levar para casa

Por que os torcedores deveriam devolver a bola? A tecnologia e a tradição explicam isso.

Uma memória que foge do controle

As bolas da Copa do Mundo ganharam as manchetes por sua tecnologia, mas também por uma regra que surpreende a muitos: os torcedores devem devolvê-las ao campo imediatamente. A curiosidade é grande, principalmente para quem gasta fortunas em viagens e passagens.

“Com a quantidade de dinheiro que gastei, com certeza conseguirei manter a bola”, disse o torcedor inglês Jack Goodwin, que usou a entrada de sua casa para viajar de Londres com seu pai.

No futebol, a tradição é diferente do beisebol, onde pegar uma bola é uma lembrança para toda a vida. Um torcedor do Congo resumiu: “Não viemos aqui para receber um prêmio, viemos para conhecer nosso país”.

Por que a FIFA exige devolvê-los?

A FIFA não respondeu oficialmente, mas o historiador Charles Cutton aponta razões económicas e o ritmo de jogo: “No passado havia apenas uma bola por jogo. Era preciso recuperá-la para continuar”.

As bolas oficiais custam entre US$ 60 e US$ 180 nas lojas, mas o custo real das bolas de jogo é maior devido à sua tecnologia. A Adidas Trionda desta Copa do Mundo possui sensor de movimento de 500 Hz que envia dados ao VAR para apurar impedimentos e gols.

O professor Jud Ready, da Georgia Tech, explica: “Eles evoluíram do couro para o poliuretano. Não absorve umidade, melhora o desempenho.” Seu colega Manos Tentzeris acrescenta que o sensor tem 99,99% de precisão e funciona com câmeras para localizar qualquer ponto do campo.

Tecnologia que não funciona fora do estádio

Ready destaca que a bola depende da infraestrutura do estádio para se comunicar. Além disso, ele deve ser carregado antes do jogo com um sistema sem fio semelhante ao de um relógio inteligente. Isso torna quase impossível para um fã aproveitá-lo como uma lembrança funcional.

“As bolas possuem transmissores de radiofrequência e acelerômetros”, detalha Ready. Mas fora do estádio esses componentes são inúteis.

Embora alguns sonhem em manter um, a FIFA continua firme na sua política. A bola, por enquanto, só brilha em quadra.

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Rafael Márquez assume o cargo de técnico da Seleção Mexicana

Após a Copa do Mundo de 2026, o histórico ex-zagueiro assume o comando do Tricolor rumo a 2030.

A Federação Mexicana de Futebol (FMF) oficializou a nomeação de Rafael Márquez como novo diretor técnico da Seleção Nacional. O anúncio ocorre após a participação do México na Copa do Mundo de 2026 e dá continuidade ao Projeto Esportivo 2030, apresentado em agosto de 2024.

Mikel Arriola, comissário da FMF, foi quem confirmou o movimento. Márquez, que fazia parte da comissão técnica de Javier Aguirre desde 2024, agora assume o comando. Aguirre sai do banco conforme planejado.

O desafio do ‘Kaiser’

Márquez inicia sua gestão antes da Copa do Mundo de 2030. Sua experiência como auxiliar durante o processo recente lhe confere conhecimento do grupo. A FMF está comprometida com a continuidade do projeto.

O ex-zagueiro construiu uma carreira marcante no Tricolor. Disputou cinco Copas do Mundo, sempre como capitão. Ganhou a Copa das Confederações de 1999 e as Copas Ouro de 2003 e 2011.

A nível de clubes, atuou no AS Monaco, Barcelona, ​​​​New York Red Bulls e Hellas Verona. Com o Barcelona conquistou duas Ligas dos Campeões, quatro Ligas espanholas, um Mundial de Clubes, uma Supertaça Europeia, uma Taça do Rei e três Supertaças. No México foi bicampeão da Liga MX pelo León e estreou e se aposentou pelo Atlas.

Antes de ingressar na comissão técnica de Aguirre, Márquez treinou nas categorias de base do Real Alcalá e à frente do Barça Atlètic.

Sua nomeação marca o início de uma nova era para o futebol mexicano, com os olhos postos na Copa do Mundo daqui a quatro anos.

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