A aposta nostálgica do Chivas que terminou em fracasso

A aposta na nostalgia lá na frente não saiu como o esperado, deixando uma lição clara sobre o presente da equipe.

Quando a nostalgia não basta: o amargo retorno das lendas

Imagine isto: o Chivas del Guadalajara teve em seu elenco, no mesmo torneio, três campeões goleadores da Liga MX. Parece um elenco dos sonhos para um videogame, certo? Bem, na vida real, essa combinação parecia mais uma tragédia grega do que uma superequipe. Estamos falando de Javier “Chicharito” Hernández e Alan Pulido, duas estrelas que voltaram para casa sob aplausos e expectativas esmagadoras, e de Armando “La Hormiga” González, o novato que, ironicamente, acabou carregando o time nas costas. Spoiler: planos de contos de fadas às vezes se transformam em filmes de terror.

De herói a vilão: a dura realidade das reviravoltas

A narrativa foi veiculada. Chicharito chegou primeiro, em 2024, como o herói que voltou para salvar seu povo. Todos, provavelmente incluindo o seu agente, esperavam uma segunda mão épica. A realidade foi menos *destaque* do Instagram e mais lesão após lesão. Sua regularidade em campo era tão esporádica quanto a de uma postagem não patrocinada. E para completar o drama, seu papel como criador de conteúdo parecia superar suas chuteiras, afetando-o tanto no futebol quanto pessoalmente. Sua despedida foi pela porta dos fundos, com péssimo saldo de gols e sendo lembrado, com cruel ironia, por ter perdido o pênalti decisivo contra o Cruz Azul. Um final que nem o mais cínico roteirista ousaria escrever.

RelacionadoChicharito e Pulido não decolam no retorno ao Chivas

Por sua vez, Alan Pulido teve seu *relançamento* no Clausura 2025. A missão era clara: ser o homem da meta. E cara, ele começou com o pé direito, marcando alguns gols que fizeram a torcida sonhar. Mas depois daquele *hype* inicial… silêncio. Frequência de rádio zero. Sua contribuição desapareceu tão rapidamente quanto as histórias de 24 horas, deixando outro retorno cinzento na história do Rebanho.

Enquanto isso, no meio deste circo midiático de veteranos, Armando González, “La Hormiga”, tocava em silêncio. Sem o peso de uma lenda do passado, mas com novos talentos vindos da pedreira, ele se tornou a estandarte real do ataque e foi coroado campeão de pontuação do Apertura 2025. A lição foi óbvia para todos menos, aparentemente, para quem planeia os reforços: por vezes a solução não está no mercado de transferências ou nas memórias, mas sim em apostar nos jovens e no próprio talento.

O técnico Gabriel Milito agora tem uma mensagem clara. Um dos nostálgicos (Chicharito) não está mais aqui e o outro (Pulido) não faz parte dos planos. O futuro, necessariamente, cheira a pedreira. O clube apelou ao coração e à memória, mas o futebol moderno vence-se com pernas frescas e uma mentalidade fria. Uma aposta emocional que, longe de dar outro título, deixou uma conta cara e uma moral sobre a gestão esportiva.

Você está surpreso com a forma como terminou essa era de reviravoltas épicas? Compartilhe esta crônica do futebol mexicano em suas redes e explore mais análises sobre os acertos e erros na gestão dos times da Liga MX.

Tuchel: “Estamos com fome e prontos para a semifinal”

Tuchel admite que seus jogadores têm fome e respeitam a Argentina, mas evita falar de história para não aumentar a pressão.

A Seleção Inglesa superou vários obstáculos para chegar às semifinais da Copa do Mundo: quilômetros percorridos, a maldição no Estádio Azteca, o calor e a umidade de Miami. Porém, o técnico Thomas Tuchel garante que a equipe não está satisfeita.

Fome de glória

Já se passaram 60 anos desde que a Inglaterra foi campeã mundial e oito desde que disputou uma semifinal. Em 2018 eles caíram para a Croácia. Agora, o respeito pela Argentina é total, mas de olho na final.

“Estamos com muita fome da próxima vitória, respeitamos o nosso adversário e não tornamos os acontecimentos do passado maiores do que são. Estamos entusiasmados, com muita fome e prontos. Queremos dar o próximo passo, ninguém está satisfeito e essa é a combinação perfeita para o resultado que queremos”, declarou Tuchel em conferência.

Rivalidade estendida

O “elefante na sala” é a Guerra das Malvinas e o precedente do México 1986. Tuchel foi mais intenso que Scaloni ao falar sobre o assunto, mas confessou que não discute o assunto com seus jogadores para não aumentar a pressão mental.

“Os jogadores sabem o que este jogo significa com tantos momentos icónicos. Não é apenas mais um jogo, mas como treinadores focamo-nos naquilo que podemos influenciar. Não falamos sobre os acontecimentos históricos. Por si só é um jogo bastante icónico e a tensão é suficiente, não ajuda se nos envolvermos emocionalmente”, mencionou.

Sem obsessão por maldições

Por fim, Tuchel descartou pensar na estatística de que nenhum técnico estrangeiro venceu a Copa do Mundo com uma seleção estrangeira.

“Não é uma motivação extra, não tenho esses objetivos. Sou muito competitivo e procuro sempre ser a melhor versão de mim mesmo todos os dias, é para lá que vai a minha energia”, concluiu.

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Mbappé fica sem final e sem Chuteira de Ouro por enquanto

Mbappé está fora da final e empata com Messi na briga pelo artilheiro.

Mbappé, eliminado nas semifinais

Kylian Mbappé não jogará sua terceira final consecutiva de Copa do Mundo. A França perdeu por 2 a 0 para a Espanha nas semifinais do torneio realizado na terça-feira. O atacante de 27 anos acumulou apenas 15 toques no primeiro tempo, o menor número entre os atacantes.

A sua melhor oportunidade surgiu aos 67 minutos: um remate que desviou em Marc Cucurella e errou por pouco o poste. A essa altura, a Espanha já vencia por dois gols. Mbappé recebeu cartão amarelo aos 86 minutos por jogada com o goleiro Unai Simón.

O francês tem oito gols no torneio, os mesmos de Lionel Messi. A disputa pela Chuteira de Ouro ainda está aberta. Messi e Argentina enfrentam a Inglaterra nesta quarta-feira na outra semifinal.

Mbappé foi substituído nas quartas de final contra o Marrocos, onde marcou seu oitavo gol. No Catar 2022 ele também marcou oito, mas a França perdeu a final contra a Argentina nos pênaltis. Há oito anos, a seleção francesa venceu a Croácia e sagrou-se campeã.

Agora a França disputará o terceiro lugar no sábado, em Miami Gardens, na Flórida. O rival será o perdedor do duelo entre Argentina e Inglaterra. A Espanha, por sua vez, jogará a final em East Rutherford, Nova Jersey.

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Robert Lewandowski junta-se ao MLS Chicago Fire

O atacante polonês assina como jogador franqueado e almeja ser figura na liga americana.

Robert Lewandowski já está em Chicago. O atacante polonês, com mais de 600 gols na carreira, chega ao Chicago Fire da MLS como jogador da franquia. Sua chegada marca uma das contratações mais relevantes da história do clube de Illinois.

Uma assinatura histórica

O técnico do Chicago Fire, Gregg Berhalter, considerou a adição um momento chave para o time e para a liga.

“Este é um dia histórico para o Chicago Fire FC, e também para a cidade e para a MLS. Quero agradecer ao Robert por ter escolhido Chicago. Ele é uma grande contratação para o nosso clube. Ele não é apenas um jogador extraordinário, ele também é uma pessoa incrível. Robert é a peça que nos levará ao topo”, declarou o estrategista americano.

Lewandowski explicou que a sua decisão de deixar a Europa foi complexa, mas a sua relação com o Barcelona desempenhou um papel importante.

“Há alguns meses eu sabia que queria vir para cá, mas demorei um pouco para tomar a decisão porque é algo completamente novo para mim e para minha família. Eu não queria jogar em nenhum outro clube da Europa depois do Barcelona; não conseguia me imaginar em outro time fora do Barcelona”, compartilhou o polonês.

O atacante já completou o primeiro treino com a equipe após uma longa viagem desde a Polônia. Ele disse que se sentia bem e pronto para se adaptar.

Estreia iminente

Lewandowski vê potencial na Conferência Leste como um todo. “Estou aqui não só para jogar, mas para ajudar a equipe a dar um passo à frente dentro e fora do campo”, disse ele. Sua possível estreia seria nesta quinta-feira, contra o Vancouver Whitecaps, na retomada da MLS.

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